ATENÇÃO!

ATENÇÃO!

Estamos lançando novas postagens no Atitude Masculina - attmasculina.blogspot.com

Boa leitura!

Mostrando postagens com marcador crise. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador crise. Mostrar todas as postagens

sábado, 14 de setembro de 2013

Jessica Olien: "A solidão é mortal"

O isolamento social mata mais pessoas do que a obesidade faz e é tão estigmatizado quanto.

Jessica Olien, 23 de agosto de 2013. Fonte: Slate Magazine

No inverno, eu me mudei de Nova York para Portland, Oregon. As razões para a minha mudança eram puramente lógicas: Nova York era caro e estressante; e Portland, pensei, me ofereceria o espaço e tempo necessários para fazer meus trabalhos.

Ao chegar, eu aluguei uma casa e, felizmente, saí em busca dos "meus amigos". Fui a parques, livrarias, bares e encontros. Até tentei jogar golfe. Não é que eu não conheci pessoas. Eu conheci. Só que eu não senti nenhuma conexão com eles.

Pra quem já foi social e otimista, me tornei triste e levemente paranóica. Eu sabia que precisava me conectar com pessoas para me sentir melhor, mas eu sentia como se eu fisicamente não pudesse lidar com mais interações vazias. Acordei no meio de uma noite em pânico. À tarde, a solidão vinha em ondas como uma febre . Eu não tinha idéia de como corrigir isso.

Sentindo-me incerta, comecei a pesquisar sobre solidão e me deparei com vários estudos recentes e alarmantes:  a solidão não está apenas nos fazendo mal, ela está nos matando. A solidão é um grave risco para a saúde. Estudos sobre isolamento social com pessoas idosas concluíram que aquelas sem interação social adequada tinham duas vezes mais chances de morrer prematuramente. O aumento do risco de mortalidade é comparável à do cigarro. E duas vezes mais perigosa que a obesidade.


sábado, 17 de agosto de 2013

Blogueiras feministas querem que homens não tenham direito à justiça

Isto é pra você ver que todo esse papo de "igualdade" e justiça sem "tratamento diferenciado por gênero" que feministas dizem por aí é só balela pra te distrair do real objetivo de dar à mulher meios de controlar o homem como um cachorro bem adestrado (com o auxílio, claro, de outros "homens"). 

E para conseguir isso, todo golpe baixo e sujo é bem vindo; o mais sujo e eficiente destes é a falsa acusação de estupro, que tem virado febre entre biscates e vagabundas que procuram se vingar de seus parceiros sexuais e/ou homens indesejados pelos motivos mais fúteis possíveis. E como em nossa sociedade mulheres têm direito de fazer tudo o que um homem faz SEM ser obrigada a ser responsável por nada, muito menos pela sua sexualidade, a cada acusação a sociedade sai à caça do homem acusado e arruína a sua vida e nome antes mesmo que ele possa se defender delas.

Muitos homens estão se levantando contra esta hipocrisia. Mas a reação de certas feministas militantes em blogs e portais de mídia só mostra que na sociedade feminista, acusação contra homens deve ser sempre SENTENÇA DE CULPA, mesmo que a acusação em questão seja falsa; o importante é arruinar o homem pois ele é sempre "o vilão".

Da Community of the Wrongly Accused:

Uma nova era: agora é aceitável zombar abertamente qualquer um que manifesta preocupação com a ruína de inocentes acusados ​​de estupro


Community of the Wrongly Accused

Quinta-feira 27 junho, 2013

Nas últimas semanas, obras de escritores proeminentes da Jezebel, The Frisky, e Salon - sites de inclinação progressista - jogaram ofensas e ridicularizaram abertamente pessoas que defendem os direitos dos acusados de agressão sexual. Ironicamente, cada uma dessas partes poderia ter sido escrita pelo tipo de lei e ordem que direitistas que normalmente se opunham à expansão dos direitos individuais em todos os meios. Os artigos são indignos de refutação séria.



quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Relato: "Mesmo sendo destacado, percebi que minha vida não tinha sentido"

Eu sou Vagner. Tenho trinta anos, sou casado há quatro e tenho um filho de três. Sou professor nos anos finais de ensino médio aqui em SP, mas antes disso, fui professor por seis anos em SC e também já fiz de tudo, como ser corretor imobiliário, locutor, trabalhar em gráfica, em fazendas, ser ajudante de pedreiro, vender carros e fazer cobranças.

Eu vim de uma família pobre do interior do Rio Grande do Sul. Sou o mais velho de cinco filhos. Meus irmãos são dois homens e duas meninas. Meu pai trabalhava muito e ganhava bem, mas jogava todo seu dinheiro em noitadas, jogos, bebidas e mulheres. Muitas vezes minha mãe teve de pedir comida aos amigos ou desfazer-se de móveis (como a televisão e a geladeira) para podermos comer. Além disso, meu pai sempre foi ausente na minha infância. Era um homem que não se interessava por nada do que eu fazia, embora eu fosse sempre elogiado pelos vizinhos como o mais trabalhador, o mais educado, o mais estudioso e o mais responsável. Já a relação com minha mãe era conturbada. Por vezes ela nos espancava sem motivo, ou fazia chantagens para nos cobrar obediência. Quando nos rebelávamos, ela dizia: “é assim que vocês pagam por todo meu esforço em educá-los? Por que vocês não valorizam meu amor por vocês? É esta a minha recompensa?” Estava sempre doente, deprimida e se sentindo sozinha. Meu pai nunca soube o que fazer com uma esposa mal educada e geniosa, nem mesmo o que fazer para educar seus filhos. Sempre o via como um homem irresponsável, já que gastava seu dinheiro e deixava sua família passar necessidades que ele podia satisfazer. Para piorar, meus pais saíam e retornavam para religiões evangélicas várias vezes por ano e eu era criado na base do medo. Me sentia culpado por tudo: meus desejos, meus pensamentos e meu corpo. Mês sentia culpado por ser homem. 


terça-feira, 30 de julho de 2013

Debate pseudointelectual X debate tradicional

Dos fóruns MRA, reproduzido por Manhood Academy.
Tradução: sarajevo

A distinção é entre dois modos de debate. O debate tradicional reflete as regras de procedimentos intelectuais associados ao Iluminismo, às quais a maioria das transformações da humanidade dos últimos cem anos, boas e más, podem ser atribuídas, mas que remetem à Grécia antiga.

O segundo modo, temporalmente mais recente, é o do debate pseudo-intelectual, que é relativista, construtivista, de mentalidade anticientífica e da inversão massiva dos valores do Iluminismo, que surgiu através de meados da década de 60 através do braço político do movimento feminista.

O debate tradicional

A seguir estão às dez principais características do debate tradicional, que muitos professores e estudantes ainda hoje consideram a forma normal ou padrão para pensar, estudar e discutir:


sábado, 27 de julho de 2013

Como o feminismo destruiu o homem francês

Em um post anterior, você viu como um homem francês fez a proeza de conquistar o coração de uma feminista de editorial, e com sua autoridade fazer com que ela aprendesse a cozinhar e a tomar conta da casa. Fora isso, você já deve ter ouvido muito sobre os franceses serem paqueradores e românticos com as mulheres, do homem francês ter a fama de sedutor nato.

No entanto, isto está longe de ser a realidade do homem francês, como relata um visitante brasileiro do Fórum do Búfalo que já mora na França há bastante tempo. Os homens franceses no geral sentem profundamente culpados e envergonhados por sua sexualidade. E o relato a seguir mostra claramente como o feminismo contribuiu para essa crise de identidade no homem, bem como mostra a miséria das mulheres francesas em consequência disso.

Relato de OFrancês.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

Helen Smith: "Os homens estão desistindo da sociedade"

Enquanto aqui se discute se aprova aos poucos a adoção de vagões exclusivos para mulheres - partindo da presunção de que todo homem é um lobo mau e  estuprador de mulheres - sociedades ainda mais feministas já sentem o impacto desta política perversa e lamentável que está querendo moldar a sociedade de forma que homem e mulher sejam como duas nações inimigas. Texto abaixo de Helen Smith:

Cansados de serem tratados como o inimigo, os homens estão desistindo da sociedade
Por que homens estão boicotando o casamento, a paternalidade e o sonho americano - e por que isso é importante

Como a sociedade chegou ao ponto em que, segundo alega uma ação movida esta semana, um homem que trabalha na mesa da Planet Fitness em Bay Shore, Long Island estava fica com medo de retaliação por entrar nno banheiro feminino para resgatar uma mulher à beira da morte? "Ele disse que não sabia o que fazer e que não era autorizado a entrar no banheiro", uma testemunha disse em uma declaração.

Na Inglaterra, um homem que passava pela criança perdida, Abigail Rae, estava com medo de levá-la à polícia em segurança por temer ser rotulado como um "pervertido". Pouco depois, ela se afogou depois de cair numa lagoa. No inquérito, ele declarou: "Eu ficava pensando que eu deveria voltar. A razão que eu não fiz foi porque eu pensei que as pessoas poderiam pensar que eu estava tentando raptá-la."

Uma pesquisa realizada em nome de uma instituição de caridade infantil britânica relata que muitos homens se recusam a ajudá-los por temerem ser rotulados pedófilos.

sábado, 13 de abril de 2013

Efeitos da emasculação: a falta de autoridade

Continuando com a série de posts comentando sobre os efeitos da emasculação, iniciado aqui, iremos falar hoje sobre outro efeito muito claro da emasculação do homem. Um efeito tão gritante que até mesmo mulheres se perguntam: por que o homem é tão ingênuo:

"Amor, espere! Me desculpe por
ter desconfiado de você ontem!"
[N]ão entendo como os homens ficam praticamente cegos diante das artimanhas das mulheres. E cá para nós, que ninguém venha dizer que as mulheres [...] não fazem artimanhas! Em maior ou menor grau, todas nós fazemos – seja mentindo sobre uma dor de cabeça inexistente, seja marcando um compromisso justamente no horário das visitas semanais à casa da sogra, seja dizendo “pode deixar a prevenção por minha conta, estou tomando pílula”!

Como eles conseguem ser tão [...] inocentes?

Um rapaz [...] veio [me] comentar que tinha acabado o namoro de apenas quinze dias, porque a menina andava pegando demais no pé dele. [Ela] exigiu que ele desse a senha do Orkut. E ele deu! [P]erguntei: “Tá, mas você trocou a senha depois que terminou, né?”. Ele arregalou os olhos. “Mas a senha do Orkut não é a mesma do seu e-mail pessoal, né?”. Arregalou mais ainda os olhos e disse, já suando: “Eita porr[a]”! E esse rapaz não era nenhum bobinho, muito pelo contrário. [V]ive rodeado de meninas, [é] do tipo que enrola três mulheres ao mesmo tempo, [e] esse rapaz vai e dá para uma menina que ele mal conhecia a senha do Orkut e do seu e-mail pessoal... Santa inocência, Batman!

Há um tempo atrás, em um post anterior, um leitor me perguntou sobre como lidar com mulheres que fingem  respeitar o homem durante um namoro e viram a casaca depois de casarem. Ao ler o comentário, logo percebi o que custa um pouco a ser percebido pela maioria dos homens hoje: eles sabem, sim, que estão sendo desprezados, enganados e feitos de trouxa por quem lhes deve respeito - afinal, se não soubessem, como admitiriam que existem mulheres que fingem respeitar o homem? - só que eles fingem não estar acontecendo nada.

Por quê?

Simples: eles renunciam às suas próprias expectativas em um relacionamento.


terça-feira, 9 de abril de 2013

Feminismo, uma história de mentiras - volume 05

Pelo staff da Manhood Academy

O que feministas dizem sobre mulheres na presidência das empresas:

 
Deveria haver mais mulheres na presidência é o que revela um estudo – e não apenas em nome da igualdade. Elas são melhores chefes que os homens, por serem mais justas e terem mais escrúpulos.

Isto quer dizer que empresas com mulheres na chefia são mais propensas a fazerem melhores decisões em benefício de todos, de investidores a membros da equipe, em vez de beneficiar apenas os mandachuvas.

Mulheres também tendem a consultar outras pessoas no processo de tomada de decisões, levando a um maior sentimento corporativo na empresa.

De fato, o estudo, que pesquisou 600 executivos, concluiu que companhias com mais influência feminina têm mais sucesso do que outras empresas dominadas por homens.

E o que a VIDA REAL revela:

segunda-feira, 25 de março de 2013

Feminismo: muito além do aborto

Para a maioria das pessoas, o feminismo é um movimento de libertação da mulher do lar que ganhou destaque nos anos 60, com mulheres queimando sutiãs em protesto, reivindicando o direito ao voto, o direito à livre escolha do que fazer com seu corpo e outros “direitos iguais”. No que tange ao direito do que fazer como próprio corpo está a questão do aborto, um tema que volta e meia vem à tona e divide opiniões –  recentemente, até o Conselho Federal de Medicina publicou uma nota em defesa do aborto para casos além dos que são permitidos pela legislação brasileira, o que vemos como mais um passo para a aceitação da liberalização desta prática. Mas é somente nessas épocas que a maioria dos mortais se lembra do feminismo, vindo na cabeça deles a imagem daquelas mulheres hippies dos anos 60 e outros grupos de vagabundas fazendo algazarra seminuas na rua, sem, no entanto, perceberem como a filosofia do feminismo já está infestada na sociedade hoje em dia.

Para mostrar a você, de uma vez por todas, o quanto estamos numa sociedade feminista, iremos ilustrar brevemente no que consiste a filosofia por trás da questão do aborto - e que vale para todas as outras reivindicações feministas.

sexta-feira, 22 de março de 2013

Conversa com mulher planejando largar o marido

O que você lerá a seguir é a transcrição de uma conversa de chat ocorrida em novembro de 2010 entre Prof. Plum e uma mulher que estava planejando abandonar o marido. A transcrição original em inglês está aqui.

11:30 am
MulherDesapontada: Me desculpa. Eu sou nova aqui, tentando entender as coisas. Eu tenho algumas perguntas e estava esperando alguém que pudesse me ajudar.

11:41 am
Prof. Plum: No que a gente pode te ajudar?

MulherDesapontada: Oi! Desculpa... eu estava lendo os posts.

Prof. Plum: Sem problema.

MulherDesapontada: Com certeza, você sabe que eu sou mulher...

11:42 am
Prof. Plum: Posso? Pelo seu avatar, você pra mim parece um homem negro de pé no meio de uma tempestade de neve.

MulherDesapontada: rsrsrs, agora que você disse isso, sim, eu pareço. Eu não mudei nem atualizei nada porque não planejava ficar aqui por muito tempo.

Prof. Plum: Agora que você confessou ser mulher, vou botar meu pinto de volta na cueca... Qual é sua dúvida?

11:43 am
MulherDesapontada: Eu estou com um problema em fazer meu marido se virar sozinho, e, bem... está se tornando um problema velho.

Prof. Plum: Este chat é público. Nós temos um monte de visitantes. Não existe restrição de tempo para navegar. E, rá, isto parece ser um problema comum que eu ouço de várias mulheres hoje em dia.

MulherDesapontada: Sim... me conte um pouco disto!


domingo, 17 de março de 2013

Papo de mãe solteira

No texto abaixo, reproduzido parcialmente deste site de mães solteiras, você pode ver o esforço que elas fazem para convencerem a si mesmas e aos outros de que ser mãe solteira é normal e é um livre direito de escolha - mas debulhamos as falácias delas:

A expressão “mãe solteira” já há muito tempo deveria ter sido deletada de nossos costumes, pois ela se trata de uma expressão seletiva, com conotações pré-conceituosas, que discrimina as mulheres que engravidam e têm seus filhos sem, contudo serem casadas.

Não, "mãe solteira" é uma expressão muito útil para distinguir o produto de mães que têm seus filhos numa família estruturada de mães irresponsáveis tanto na hora de escolher seus parceiros quanto na hora de se prevenir de gravidez indesejada; de mães que assumem a responsabilidade pela criação deles de mães que delegam a tarefa de criá-los para outras pessoas (seus pais); de mães que criam filhos num ambiente afetivo saudável de mães que criam-nos em estado de descontrole emocional permanente ou total abandono.

sexta-feira, 15 de março de 2013

A atração hoje em dia


Por Prof. Plum e Dr. Ledice


No clima conflituoso da sociedade de hoje, a beleza física tem forte influência na maioria dos homens, enquanto a maioria das mulheres são inclinadas a procurarem homens de alto status social. Contudo, estes critérios instáveis e insatisfatórios não são dignos de confiança.

Homens e mulheres funcionais são atraídos por quem satisfaz suas necessidades. Como a ordem satisfaz as necessidades de todos acima de tudo, ela prova ser atraente para ambos os gêneros. Isto significa que os homens são atraídos por mulheres que se submetem a um arranjo ordeiro, e mulheres são atraídas por homens capazes de criar um arranjo ordeiro. Assim, o arranjo mais ordeiro, o que satisfaz as necessidades de ambos, pode ser encontrado em um relacionamento. É por isso que homens e mulheres naturalmente gravitam em torno de relacionamentos.


Os relacionamentos dão às mulheres a oportunidade de depender dos homens. Isto, por sua vez, permite aos homens satisfazerem as necessidades das mulheres. Os relacionamentos também dão aos homens a oportunidade de dependerem de suas mulheres para o sexo. Isto permite às mulheres satisfazerem as necessidades dos homens. Quando a dependência é mútua, a ordem é estabelecida. Tais relacionamentos ordeiros são satisfatórios para ambos porque as necessidades de todos estão sendo satisfeitas.

O feminismo prejudica o potencial para relacionamentos saudáveis ao encorajar mulheres a expressarem sua condição desordeira, assumindo equivocadamente que isto atrairá os homens. Mantras como “Eu não preciso de homem nenhum” e “Eu sou forte e independente” são ditos com a intenção de impressionar; contudo, esta rejeição problemática da necessidade mina qualquer potencial de ordem nos relacionamentos delas. A mídia feminista e a psicologia popular até mesmo denigre mulheres funcionais ao dar uma conotação negativa ao termo “dependência”. Mas você precisa perceber que a vida é uma questão de dependência. A independência leva à morte.

Somente os mortos podem ser realmente independentes de suas necessidades. Assim, enquanto a ideia pareça ser ótima na teoria, no fim de tudo os homens acham mulheres independentes não atraentes.
Ainda desejando ter suas necessidades satisfeitas, os homens se focam na único aspecto ordeiro ainda encontrado nas mulheres  - a beleza física. Isto explica a ênfase artificial à aparência dos dias de hoje. Desinteressados pela insistência conflituosa do feminismo na independência da mulher, os homens ficam sem nada a apreciar nelas além de seu rosto e seu corpo.

De maneira análoga, os homens que sofrem os efeitos emasculadores do feminismo não conseguem atrair mulheres. Devido aos homens não terem autoridade, eles ficam sem meios para conduzir as mulheres de forma apropriada. Sem autoridade, os homens não conseguem criar a ordem necessária para satisfazer as necessidades das mulheres. E sem ordem, não há nada que possa atraí-las.

Devido a esta condição desordeira, as mulheres hoje se focam artificialmente no único elemento autoritário que ainda rege suas vidas – o status social. Homens com alto status social são capazes de conseguir facilmente a aprovação que as mulheres naturalmente procuram. Quando estes homens são validados, as mulheres se sentem validadas também, criando algum semblante de ordem em suas vidas. Infelizmente, apesar de ser possível satisfazer as mulheres deste jeito, sem saber como aplicar tal autoridade de forma ativa e funcional, até mesmo homens de alto status social não conseguem manter a ordem em seus relacionamentos. Assim, eles não conseguem manter as mulheres atraídas por muito tempo.

A sociedade contribui ainda mais para problema tentando substituir a função do homem. Em vez de tentar formar relacionamentos saudáveis com homens de autoridade, as mulheres de hoje são cortejadas em um relacionamento conflituoso com o Estado: a polícia oferece proteção, os tribunais oferecem apoio, a máquina do bem-estar social provê comida e abrigo, a mídia provê diversão, carreiras profissionais proveem uma ilusão de autossuficiência, clínicas de fertilização proveem filhos e remédios controlados proveem prazer instantâneo. Substituindo o papel do homem, o Estado mina a autoridade masculina – a base de sua atratividade.

Ironicamente, nem a própria autoridade problemática do Estado consegue satisfazer as necessidades das mulheres. Enquanto a Justiça trabalha para deter o crime, ela não faz nada para prevenir que elas evitem criar situações perigosas a elas mesmas. Da mesma forma, programas de habitação popular podem lhes dar abrigo, mas não provêem garantia contra a pobreza. E programas de assistência à saúde provendo benefícios médicos não têm autoridade para ensinar as mulheres a comer de forma saudável.  Programas assistencialistas pagas pelo contribuinte para dar aprovação incondicional a elas não reclamam a elas para que adotem autodisciplina, ou as treinem para se tornarem responsáveis por seus próprios problemas de violência doméstica. Dar às mulheres acesso a postos de trabalho mais bem pagos não ajuda a produzir relacionamentos satisfatórios. Dar às mulheres direito incondicional à guarda dos filhos em um divórcio não vai resolver o problema da superlotação dos presídios criado pelas mães solteiras. A inabilidade do Estado em exercer autoridade apropriada às mulheres resulta em um relacionamento insatisfatório em seu todo, em que ambas as partes sofrem.

sábado, 26 de janeiro de 2013

Efeitos da emasculação: a apatia

Segue abaixo uma tendência que retrata a crescente apatia e falta de direção da geração de homens atuais: o aumento da proporção de rapazes que seguem a vida adulta na casa dos pais, sem trabalhar e nem estudar:


Cresce número de homens que não trabalham nem estudam, diz Ipea
DENISE LUNA, Fonte: Folha


O número de homens jovens que nem trabalham nem estudam está aumentando no país, enquanto ocorre o inverso entre mulheres da mesma idade. Os dados são do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).

De 2000 a 2010, o número de homens jovens que não trabalhavam nem estudavam aumentou em 1,107 milhão.

Já o número de mulheres na mesma situação caiu 398 mil, segundo Ana Amélia Camargo, técnica de planejamento e pesquisa da Diretoria de Estudos e Políticas Sociais do Ipea.
Ela levou em consideração a definição de população jovem entre 15 e 29 anos, de acordo com a Secretaria Nacional da Juventude.

[...]

Segundo Ana, as mulheres ainda são maioria entre os jovens "nem-nem", porém menos que no passado.

Em 2000, 6,4 milhões de jovens mulheres estavam nessa categoria, e hoje são 6 milhões. Já os homens jovens "nem-nem" passaram de 1,8 milhão para 2,9 milhões.

"A maioria ainda é formada por mulheres que casaram e já tiveram filhos", afirmou.


Levando em conta dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2001 a 2011, no universo dos jovens que não trabalham nem estudam, as mulheres apresentavam escolaridade média de 8,03 anos em 2011, ante 6,01 anos em 2000, enquanto os homens registravam 6,95 anos de estudo em 2011 e 5,33 em 2000.

Os homens jovens que estudam e trabalham registravam escolaridade de 8,76 anos (2000) e 9,87 (2011) e as mulheres de 9,81 e 10,94.

O estudo apontou ainda que a maioria dos jovens que não estudam e não trabalham é apoiada pela família e mora em domicílios de baixa renda, nos quais o chefe da família tem idade média de 40 anos e baixa escolaridade.

No caso dos homens, a maioria dos "nem-nem" é formada por filhos. No das mulheres, cônjuges.

Quais são os motivos de tanto comodismo e apatia? Vejamos:

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Feminismo contra a liberdade de expressão - 01


Martha Rocha: contra crimes de pensamento

Este post é dedicado a falar sobre como o feminismo concentra esforços para calar os homens que dizem NÃO ao cerceamento da liberdade de expressão e dos direitos civis para eles e têm peito para FALAR A VERDADE sobre o desempenho das mulheres  em funções que não foram feitas para elas.

Em um espaço de apenas um dia, um delegado que resolveu desabafar sobre os privilégios que as mulheres recebem na polícia foi difamado pela Veja. O detalhe é que a "chefa" da polícia do Rio é feminista. Segue a notícia abaixo, adaptada das reportagens da Veja e do UOL:

sábado, 12 de janeiro de 2013

A crise da responsabilidade

Não é raro você ouvir por aí alguém dizendo que o mundo anda louco. De fato, ele está. E você mesmo percebe isso.

A TV te abre uma janela para o que há de mais maluco no mundo: nos noticiários sensacionalistas, desentendimentos entre familiares e vizinhos e pessoas matando outras por motivos estúpidos e banais; nos noticiários mais sérios, crise nos sistemas educacional, prisional e outros, corrupção e agendas de boas intenções; nos programas de entretenimento, ninguém escapa da ridicularização e da estereotipação de sua própria pessoa, pois isso agora virou sinônimo de “piada”.

No rádio, as músicas são péssimas, pois reduziram o sentimentalismo humano à dor de ter tomado um fora da namorada ou amante, à ida pro bar/balada pra esquecer a insatisfação por um tempo, à busca para conseguir status social através de posses materiais e ao culto narcisista. Música sobre amigos? Valores? Família? Só se você procurar por músicas antigas e artistas caídos no esquecimento por aí – que, aliás, vem sendo cada vez mais apreciadas por gerações nascidas depois deles terem sido esquecidos.

terça-feira, 8 de janeiro de 2013

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Não quer cuidar de seus filhos? DOPE ELES.

A matéria a seguir reflete uma das muitas consequências do feminismo - cada um transferindo responsabilidades para os outros.

Pais transferem a responsabilidade de cuidar dos filhos para as escolas -> as escolas transferem de volta aos pais -> estes, por sua vez, levam ao médico -> e o médico dá a tarefa ao remédio.

Consequência: crianças transtornadas pelo esforço coletivo em mascarar os problemas que atingem a sociedade e a degeneram por dentro.

Confiram a matéria do MSN/The New York Times:

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Crise nervosa, uma experiência de quase morte


Quando esta semana começou, tudo indicava que ia ser uma semana normal: que eu ia trabalhar da maneira usual, comer da maneira usual, ter as mesmas preocupações de sempre, e fazer um novo post para a Manhood Academy Brasil já na segunda feira.

Mas não foi o que aconteceu.

Na segunda-feira de manhã, no ônibus, eu comecei a sentir falta de ar. Já estava ficando preocupado com isso porque não tinha sido a primeira vez que acontecia; pelas duas
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

LinkWithin2

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...