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sábado, 22 de junho de 2013

Biscataria do PTB promove show de lorotas em horário partidário - e discussão sobre privilégio de fazê-lo

Ontem, mais uma vez, o Brasil teve que engolir um discurso de gosto amargo e cheiro nauseante. E não foi o discurso de Dilma Rousseff após as últimas grandes manifestações que, de surpresa, sacudiram a moral desse governo financiador de mães solteiras; trata-se do horário político do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) de 10 minutos, liderado pela ala feminina do partido – a partir daqui, a biscataria – que não perdeu a oportunidade de dar uma aula de estudos de gênero.

UPDATE: VÍDEO DA PROPAGANDA, DIRETO DA FONTE:


Resumo do vídeo: com o objetivo de chamar mulheres a participarem da política se filiando ao partido, o programa se fincou em indignação falso-moralista e no clichê “mulheres são o poder”. Primeiro, o programa destacou a “mudança” do papel das mulheres na sociedade usando mitologia barata pra mostrar como as coisas funcionavam antes: com ilustrações convenientes, explicaram que, antes, as mulheres eram escravizadas pelos homens, destinadas a somente cuidar da casa e dos filhos, e que tudo isso tinha começado no tempo das cavernas, onde os homens, de alguma forma, aprisionaram as mulheres nas casas deles puxando-as pelos cabelos (sim, os desenhos mostravam isso!) e determinando os papéis que cada um faria na sociedade; e assim, milhões e milhões de anos foram e passando e as mulheres foram adquirindo, graças aos cuidados com a comida, os filhos e a casa e à evolução, habilidades de multitarefa, sensibilidade social e inteligência emocional. Em

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Seis duras verdades que te farão uma pessoa melhor - final

Por David Wong, da DW's End Times Report (cracked.com)

Veja a 1ª parte do artigo caso esteja de chegada agora.

3. Você se odeia porque não faz nada


"Peraí, então, você tá dizendo que eu devia pegar um livro sobre como conquistar garotas?"

Só se no passo 1 do livro estiver "Comece a se tornar o tipo de pessoa que as garotas querem precisam por perto."

Porque esse é o passo que se pula - é sempre "Como eu posso arrumar emprego?" e não "Como eu posso ser o tipo de pessoa que os empregadores querem?" É "Como eu posso fazer garotas bonitas gostarem de mim?" em vez de "Como eu posso me tornar o tipo de pessoa que as garotas bonitas gostam?" Veja, porque as segundas perguntas requerem que você largue muitos de seus hobbies e preste mais atenção em sua aparência, e Deus sabe mais o quê. Talvez você até mesmo tenha que mudar sua personalidade seu comportamento.

"Mas por que eu não posso encontrar alguém que goste de mim como eu sou?", você pergunta. A resposta é que as pessoas precisam de coisas. A vítima está sangrando, e tudo o que você consegue fazer é baixar a cabeça e reclamar por não existir ferimentos de bala que se curem por si?


Seis duras verdades que te farão uma pessoa melhor - parte 1

Por David Wong, da DW's End Times Report (cracked.com)

2013, filhos da mãe. Sim! VAMOS FAZER ISTO.

"Fazer o quê?", você pergunta. EU NÃO SEI. VAMOS DESCOBRIR JUNTOS, FILHOS DA MÃE.

Sinta-se à vontade pra parar de ler isto se sua carreira estiver ótima, se estiver empolgado com sua vida e feliz com os seus relacionamentos. Aprecie o resto do dia, amigo, que este artigo não é pra você. Se você faz um bom trabalho, estamos orgulhosos contigo. Então não se sinta como ter dado um clique à toa, veja uma imagem de Lenny Kravitz com um cachecol gigante:



Para o resto, eu quero desafiá-los a uma coisa: Liste cinco coisas impressionantes em você. Escreva-os ou apenas grite-os em seu quarto. Mas tem um porém - você não pode listar nada do que você é (ex., sou um cara legal, sou honesto), em vez disso você deve listar coisas que você faz (ex., Eu ganhei um torneio nacional de xadrez, eu faço a melhor pimenta do Massachussets). Se achou difícil, bem, isto aqui é pra você, e você vai odiar pra caralho lê-los. Minha única defesa é que eu gostaria de que alguém tivesse me dito isto por volta de 1995, mais ou menos.


sexta-feira, 19 de abril de 2013

Os Princípios Que Regem a Interação Social: O FILME!

Ainda não leu o nosso livro? Está conhecendo a Manhood Academy agora? Está a fim de rever os conceitos básicos apresentados no livro, mas mesmo assim tem preguiça pra ler suas 310 páginas de novo?

Seja o que for, estamos aqui pra apresentar a você a mais nova obra da Manhood Academy: o filme dos Princípios Que Regem a Interação Social, feito em 3 vídeos que resumem todos os pontos principais do livro através de ilustrações e montagens primorosas, e claro, a narração dos próprios autores do livro, Prof. Plum e Dr. Ledice*. Ótimo teaser para incentivar você, que está chegando agora, lê-lo, ou você, leitor fiel, relembrar as três grandes partes do livro: o problema, a solução e a aplicação.

Legendas em português por Will Halford (Spirit). Para melhor leitura, configure a legenda oculta (closed aption) para ser exibida em fundo escuro:



Bom filme!

Filme completo com os 3 vídeos legendados em sequência: O Problema (The Problem), A Solução (The Solution) e A Aplicação (The Application) (Link para assistir no YouTube)


* = as vozes dos instrutores estão distorcidas devido à velocidade da gravação.

terça-feira, 9 de abril de 2013

Feminismo, uma história de mentiras - volume 05

Pelo staff da Manhood Academy

O que feministas dizem sobre mulheres na presidência das empresas:

 
Deveria haver mais mulheres na presidência é o que revela um estudo – e não apenas em nome da igualdade. Elas são melhores chefes que os homens, por serem mais justas e terem mais escrúpulos.

Isto quer dizer que empresas com mulheres na chefia são mais propensas a fazerem melhores decisões em benefício de todos, de investidores a membros da equipe, em vez de beneficiar apenas os mandachuvas.

Mulheres também tendem a consultar outras pessoas no processo de tomada de decisões, levando a um maior sentimento corporativo na empresa.

De fato, o estudo, que pesquisou 600 executivos, concluiu que companhias com mais influência feminina têm mais sucesso do que outras empresas dominadas por homens.

E o que a VIDA REAL revela:

sexta-feira, 29 de março de 2013

Autonomia e independência

Este post é inspirado no artigo de um grande blog que fala sobre a saga de uma feminista para trocar uma resistência de chuveiro.

O resumo da história é o seguinte: uma feminista que se orgulhava em não depender de homem nenhum para nada um dia se deparou com a resistência do chuveiro de seu apartamento quebrada, o que resultou num intenso conflito existencial dentro dela mesma. Ela filosofou e remoeu por diversas vezes a questão da resistência do chuveiro relacionada à “opressão patriarcal”; chegou a passar dias sem tomar banho por não aguentar mais a água fria; procurou em vão a ajuda da mãe e de outras amigas feministas para fazer o serviço; e quase caiu na tentação de pedir ajuda aos porteiros do condomínio (isto é, HOMENS) e pagar 40 reais pelo conserto – tudo isso só para descobrir que bastava  encaixar as conexões da resistência nova nos lugares certos do chuveiro! Mais hilário e retardado foi a reação dela: “Menos de dois minutos para desconstruir mais um dos disparates da mentalidade patriarcal”; para ela, a resistência do chuveiro simbolizava a privação da mulher pelos homens do direito de se virar sozinha!

O que nos fez lembrar de várias outras coisas que homens fazem de maneira corriqueira e mulheres se acham o máximo quando fazem: dirigir carros, jogar futebol, fazer uma conta matemática mais complicada, estudar... a própria autora do artigo é uma educadora política, isto é, alguém que já até passou da fase da faculdade e, no entanto, se faz parecer uma dondoca de 15 anos com sua lógica infantil de independência. Ao ver o dilema existencial que ela passa para trocar uma resistência de chuveiro, você poderia imaginar feministas morrendo de fome se cozinhar fosse culturalmente “coisa de homem” (coisa que ela provavelmente não sabe, dada a estreita relação com a mãe dela na hora de resolver os problemas mais banais – mas é só suposição).

Bem, onde queremos chegar: existe uma coisa que as mulheres e muitos homens na sociedade feminista não se dão conta – é a diferença entre autonomia e independência.


domingo, 17 de março de 2013

Papo de mãe solteira

No texto abaixo, reproduzido parcialmente deste site de mães solteiras, você pode ver o esforço que elas fazem para convencerem a si mesmas e aos outros de que ser mãe solteira é normal e é um livre direito de escolha - mas debulhamos as falácias delas:

A expressão “mãe solteira” já há muito tempo deveria ter sido deletada de nossos costumes, pois ela se trata de uma expressão seletiva, com conotações pré-conceituosas, que discrimina as mulheres que engravidam e têm seus filhos sem, contudo serem casadas.

Não, "mãe solteira" é uma expressão muito útil para distinguir o produto de mães que têm seus filhos numa família estruturada de mães irresponsáveis tanto na hora de escolher seus parceiros quanto na hora de se prevenir de gravidez indesejada; de mães que assumem a responsabilidade pela criação deles de mães que delegam a tarefa de criá-los para outras pessoas (seus pais); de mães que criam filhos num ambiente afetivo saudável de mães que criam-nos em estado de descontrole emocional permanente ou total abandono.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Mulheres e mercado de trabalho: dados reais e crítica - parte 1

Volta e meia você vê na mídia algum mangina ou alguma feminista falando sobre a suposta discriminação que a mulher sofre no trabalho, seja em promoção de cargos ou melhores salários. Alguns sem-noção até chegam ao cúmulo de querer forçar empresas a pagar a diferença. Mas basta um pouco de luz à consciência trazida por estatísticas sérias para perceber que tudo que se fala sobre discriminação à mulher no trabalho é mentira. E que infelizmente, até a ONU está infestada com essa raça desprezível propagadora de mentiras que são os peões e peoas feministas.

De uma vez por todas, iremos mostrar para você que a razão das mulheres ganharem menos que os homens é por trabalhar menos horas que eles, e em ocupações menos qualificadas e menos perigosas, que naturalmente pagam menos.

Primeiro, tome estas duas matérias da Folha:

sábado, 22 de dezembro de 2012

Um relato de incompetência corporativa, estrelando: mulheres

O relato a seguir é de uma mulher que acreditava que os homens conseguiam trabalho na TV muito fácil, e que mulheres não progrediam devido ao fato dos grandes da mídia serem "Clubes do Bolinha" inacessíveis a elas. Assim, ela resolveu criar uma companhia de TV composta só por mulheres. Contratou as mais bem graduadas e conhecidas, acreditando que elas também fossem capazes de mostrarem competência e espírito de equipe para o mundo dos negócios - tudo isso num ambiente de trabalho "mais humano e pacífico".

Mas o que era um sonho logo se tornou um desastre. Em vez de um ambiente pacífico, brigas por motivos fúteis. Em vez de espírito de equipe, sarcasmo e competição por poder. Em vez de profissionalismo, chororô e dramas num ambiente digno de jardim de infância, como vocês verão. Relato originalmente publicado na Daily Mail, traduzido por Rider (Fórum do Búfalo) e adaptado para a MAB por Spirit:

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Mídia feminista ACHINCALHA os homens por FALAREM A VERDADE

Uma reportagem da revista Veja, em 2003, ACHINCALHOU os homens que se queixaram, em várias pesquisas, dos problemas que eles viam com mulheres chefes: arrogância, insegurança e privilégios especiais que elas conseguem apenas por serem chefes mulheres, rotulando-os, como de praxe, de MACHISTAS e INSEGUROS.

O mais irônico é que esta reportagem saiu em uma edição especial da revista sobre os homens.

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Aspire por pureza, não grandeza

Por Prof. Plum
Arte não é competência. Arte é expressão pessoal. Se você quiser competir contra a expressão de outra pessoa, você entrará em uma luta perdida desde o começo.

A habilidade de tocar um instrumento musical ou de pintar uma figura de forma competente tem pouco a ver com suas funções de homem. O uso da expressão de outra pessoa como uma referência para seu “sucesso” é como usar o amor de outra pessoa à sua esposa como parâmetro para você amar sua namorada.

sábado, 10 de novembro de 2012

Intenções boas, julgamentos ruins

Por Prof. Plum


“Você não confia em mim?”

As mulheres dificilmente sabem quem elas são e o que são capazes de fazer, especialmente quando as emoções delas estão à tona. Tudo bem confiar nas intenções de uma garota. Mas confiar no julgamento dela é como confiar na habilidade de uma criança de dirigir um carro pela rodovia. Claro que ela pretende chegar em casa com segurança, mas o fato de ela mesma querer se colocar naquele papel em primeiro lugar revela o por que de você, como homem, precisa estar no comando de um relacionamento.

quinta-feira, 8 de novembro de 2012

Igualdade de valor e igualdade de função

Uma breve introdução


Por milênios, inúmeras sociedades adotaram um sistema rígido de divisão de papeis na sociedade, em que uma família qualquer ficaria encarregada de servir o mesmo papel em todas as gerações. Assim, uma família de carpinteiros seria sempre uma família de carpinteiros, uma família de agricultores seria sempre uma família de agricultores, e uma família de lenhadores seria sempre uma família de lenhadores e uma família de escravos seria sempre uma família de escravos.
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