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domingo, 22 de dezembro de 2013

Homens milionários preferem mulheres que NÃO sejam biscates

Fonte: MillionaireMatch.com, versão de Prof. Plum












De acordo com um novo levantamento da MillionaireMatch.com, um site de namoro para milionários, homens ricos têm preferências de parceiros bem diferentes de mulheres ricas, aquelas mesmas com cara de Maria-homem.

O site levantou um amostra de aproximadamente 15 mil membros para poder discernir que tipo de pessoas os milionários preferem namorar. Os resultados revelaram que a vasta maioria dos milionários, 79,6%, procuram mulheres não milionárias, enquanto 84,5% das milionárias preferem namorar outro milionário.

Darren Shuster, um dos representantes do site, disse em um press-release que uma das razões dos homens ricos não quererem namorar mulheres ricas é eles preferirem ter uma parceira para cuidar, e não uma biscate feminista antihomem e castradora que proclama ser "forte e independente" a cada dois segundos.

"A grande maioria de nossos homens buscam mulheres não milionárias", disse Shuster. "Parece que homens financeiramente independente querem compartilhar sua riqueza com pessoas menos afortunadas. Com mulheres, a históri é bem diferente."

As mulheres milionárias pesquisadas indicam "não estarem a fim de cuidar de ninguém" e prefeririam sugar seu parceiro o máximo que pudessem, já que o status social as deixa com água na boca.

A pesquisa também constatou que mulheres ricas são avarentas quando entram em um casamento. Oitenta e dois por cento das mulheres disseram que insistiriam em um acordo pré-nupcial, enquanto apenas 17,4% dos homens afirmaram que fariam o mesmo.

sábado, 19 de outubro de 2013

Como mulheres (realmente) percebem homens confiantes

Relato de mulher respondendo a um homem sobre o que a atrai em um homem. Este artigo é para você ver que quando se abastece uma mulher com perguntas certas, específicas, elas trazem respostas honestas e reveladoras:
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Meninas, como vocês percebem confiança em um cara?


sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Homem quer padrões para futura namorada e é achincalhado na mídia

Essa vem das feministas da Yahoo! Canada. O título é direto ao ponto: "A busca escrota e ofensiva de um homem por uma namorada":


O "crime" deste homem foi apenas ter postado, em seu anúncio num site de relacionamentos, sua preferência por garotas que não fossem gordas ou vadias. Só que para criar mais indignação pública, antes disso elas aproveitaram o fato dele também ter revelado sua preferência por mulheres brancas para acusá-lo implicitamente de racista. Segue o trecho:


As visões controversas sobre raças e mulheres deste homem charmoso causaram uma grande reação pública. Ele dá a seguinte descrição do tipo de garota que ele procura em seu site:
"Eu não namorarei uma negra. Não me interessa que ela seja uma Hale Berry, eu jamais irei namorar uma negra. E, eu não acredito que brancos e negros possam combinar sexualmente e gerar filhos juntos. Eu acho tudo bem isso entre brancos e hispânicos, mas não com negros. Eu nunca, NUNCA namoraria uma mulher se eu descobrisse que ela tivesse se envolvido ALGUMA VEZ com um homem negro."
E não esqueçam, [ele] jamais namoraria uma "vadia" ou uma "gorda".


Percebe a jogada de primeiro descaracterizá-lo como racista, para depois condenar o padrão de comportamento que ele espera para sua namorada?

sábado, 14 de setembro de 2013

Jessica Olien: "A solidão é mortal"

O isolamento social mata mais pessoas do que a obesidade faz e é tão estigmatizado quanto.

Jessica Olien, 23 de agosto de 2013. Fonte: Slate Magazine

No inverno, eu me mudei de Nova York para Portland, Oregon. As razões para a minha mudança eram puramente lógicas: Nova York era caro e estressante; e Portland, pensei, me ofereceria o espaço e tempo necessários para fazer meus trabalhos.

Ao chegar, eu aluguei uma casa e, felizmente, saí em busca dos "meus amigos". Fui a parques, livrarias, bares e encontros. Até tentei jogar golfe. Não é que eu não conheci pessoas. Eu conheci. Só que eu não senti nenhuma conexão com eles.

Pra quem já foi social e otimista, me tornei triste e levemente paranóica. Eu sabia que precisava me conectar com pessoas para me sentir melhor, mas eu sentia como se eu fisicamente não pudesse lidar com mais interações vazias. Acordei no meio de uma noite em pânico. À tarde, a solidão vinha em ondas como uma febre . Eu não tinha idéia de como corrigir isso.

Sentindo-me incerta, comecei a pesquisar sobre solidão e me deparei com vários estudos recentes e alarmantes:  a solidão não está apenas nos fazendo mal, ela está nos matando. A solidão é um grave risco para a saúde. Estudos sobre isolamento social com pessoas idosas concluíram que aquelas sem interação social adequada tinham duas vezes mais chances de morrer prematuramente. O aumento do risco de mortalidade é comparável à do cigarro. E duas vezes mais perigosa que a obesidade.


sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Sexólogos advogam a emasculação - por que o feminismo é BROXA

"Machismo é broxa" é um clichê conveniente para demonizar a autoridade masculina sobre a mulher, porque é uma descaracterização (autoridade masculina sobre a mulher = "machismo") acompanhada de uma associação negativa (sem tesão, balde d'água fria = "broxa"). Não é a toa que em todo protesto feminista ele é estampado em cartazes junto com seu antônimo, "feminismo é sexy", um clichê feito com a pretensão de passar a ideia de que o simples "respeito" à mulher é capaz de deixá-las excitadas sexualmente. "Respeito" aqui é entre aspas porque a noção feminista de respeito é o homem submisso à mulher.

Mas o sexólogo e feminista Flávio Gikovate, em entrevista dada ao Marcelo Tas no último dia 4, mostrou que o feminismo na verdade é BROXA, e por quê:




"[O que faz o homem broxar] é o fato do homem ter admiração e 'respeito' pela figura feminina [...] Historicamente o homem sempre depreciou a figura da mulher justamente pra se sentir cavalheiro, seguro e não correr esses riscos. Na medida em que esses movimentos de emancipação feminina e as mulheres se tornando personagens muito mais consistentes como criaturas e principalmente tratadas como tal pelos homens legais, porque só broxa homem legal, viu?"

Isso mesmo: pro Gikovate, homem "broxa" é um bom sinal porque isso o identifica como um cara bom pra se relacionar por ser submisso à mulher. O que, em termos práticos, significa dizer que pra ser um homem que preza pelo relacionamento, deve-se abrir mão de suas expectativas funcionais para satisfazer as expectativas problemáticas de uma mulher vadia.


domingo, 1 de setembro de 2013

Pessoas são importantes

Você parou para pensar no quanto as pessoas ao seu redor são importantes na sua vida? 

Pense no seu dia-a-dia: Você come pão no seu café da manhã, que possui ingredientes produzidos por várias pessoas numa complexa cadeia produtiva antes de chegar à sua mesa. Você pega o ônibus para ir ao trabalho; o ônibus, assim como o pão, foi produzido por várias outras pessoas numa cadeia produtiva; ele pertence a uma companhia conduzida por outra pessoa, que contrata e paga o motorista e o cobrador que ajudam você e outras pessoas irem de um ponto A a um ponto B. Você trabalha numa companhia junto com pessoas com quem convive diariamente, e trocam assuntos, e por vezes vão a um happy-hour juntos.

Pense na sua família: Você só é o que é porque seus pais fizeram vários sacrifícios para cuidar de você quando você não era capaz nem de segurar seu próprio xixi. E graças a eles, você sabe que sempre tem alguém com quem possa confiar incondicionalmente. 

Pense no mundo: Todas as pessoas moram em aglomerados urbanos de diferentes tamanhos. Há uma razão para elas preferirem morar nas cidades ao invés do campo; há uma razão para as cidades turísticas mais visitadas do mundo não serem necessariamente as com mais paisagens naturais, e sim as com maior infraestrutura para receber turistas; e há uma razão para muitos viajarem para apreciar coisas construídas pelo homem, como a muralha da China, os aquedutos romanos, cidades incas etc.

Há muitos e muitos sinais ao seu redor de que você não é totalmente independente das outras pessoas, inclusive daquelas que você nem conhece. Não importa quem seja, todas as pessoas são importantes na sua vida. Sem elas, você estaria como um náufrago em uma ilha deserta, tendo que se virar pra cortar coco com pedras, aprender a caçar, pescar e se abrigar através das formas mais primitivas e passar as noites conversando com uma bola de futebol perdida, trazida à costa por alguma corrente marítima. 


quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Relato: "Mesmo sendo destacado, percebi que minha vida não tinha sentido"

Eu sou Vagner. Tenho trinta anos, sou casado há quatro e tenho um filho de três. Sou professor nos anos finais de ensino médio aqui em SP, mas antes disso, fui professor por seis anos em SC e também já fiz de tudo, como ser corretor imobiliário, locutor, trabalhar em gráfica, em fazendas, ser ajudante de pedreiro, vender carros e fazer cobranças.

Eu vim de uma família pobre do interior do Rio Grande do Sul. Sou o mais velho de cinco filhos. Meus irmãos são dois homens e duas meninas. Meu pai trabalhava muito e ganhava bem, mas jogava todo seu dinheiro em noitadas, jogos, bebidas e mulheres. Muitas vezes minha mãe teve de pedir comida aos amigos ou desfazer-se de móveis (como a televisão e a geladeira) para podermos comer. Além disso, meu pai sempre foi ausente na minha infância. Era um homem que não se interessava por nada do que eu fazia, embora eu fosse sempre elogiado pelos vizinhos como o mais trabalhador, o mais educado, o mais estudioso e o mais responsável. Já a relação com minha mãe era conturbada. Por vezes ela nos espancava sem motivo, ou fazia chantagens para nos cobrar obediência. Quando nos rebelávamos, ela dizia: “é assim que vocês pagam por todo meu esforço em educá-los? Por que vocês não valorizam meu amor por vocês? É esta a minha recompensa?” Estava sempre doente, deprimida e se sentindo sozinha. Meu pai nunca soube o que fazer com uma esposa mal educada e geniosa, nem mesmo o que fazer para educar seus filhos. Sempre o via como um homem irresponsável, já que gastava seu dinheiro e deixava sua família passar necessidades que ele podia satisfazer. Para piorar, meus pais saíam e retornavam para religiões evangélicas várias vezes por ano e eu era criado na base do medo. Me sentia culpado por tudo: meus desejos, meus pensamentos e meu corpo. Mês sentia culpado por ser homem. 


sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Mostre-nos como os Princípios mudaram sua vida!

"Quando você descobre a direção certa - aquela que é funcional - você se torna livre. Por mais contraintuitivo que isso possa parecer, ter uma única direção é algo libertador."

Prof. Plum - Os Princípios Que Regem a Interação Social

Caro leitor,

Quando criamos a Manhood Academy Brasil, procuramos oferecer aos homens de todo o Brasil meios que os fizessem enxergar a realidade da vida e dos relacionamentos, destruindo visões que os impediam de criar e manter relacionamentos verdadeiramente saudáveis. 

E entendendo que o feminismo é a principal razão da crise da masculinidade dos dias atuais, nós nos focamos em trazer conteúdos, reflexões e discussões antifeministas de qualidade, focados diretamente na dissecação de sua filosofia e na análise de como ela se manifesta na sociedade contra você, em vez de fazer o tipo de discussão antifeminista encontrado na maioria dos sites e blogs masculinos, de reclamar das hipocrisias das mulheres e papagaiar teorias de dinâmica de relacionamentos totalmente infundadas (ex., machos alfa X machos beta) e/ou especular conspirações.


sábado, 27 de julho de 2013

Como o feminismo destruiu o homem francês

Em um post anterior, você viu como um homem francês fez a proeza de conquistar o coração de uma feminista de editorial, e com sua autoridade fazer com que ela aprendesse a cozinhar e a tomar conta da casa. Fora isso, você já deve ter ouvido muito sobre os franceses serem paqueradores e românticos com as mulheres, do homem francês ter a fama de sedutor nato.

No entanto, isto está longe de ser a realidade do homem francês, como relata um visitante brasileiro do Fórum do Búfalo que já mora na França há bastante tempo. Os homens franceses no geral sentem profundamente culpados e envergonhados por sua sexualidade. E o relato a seguir mostra claramente como o feminismo contribuiu para essa crise de identidade no homem, bem como mostra a miséria das mulheres francesas em consequência disso.

Relato de OFrancês.

sábado, 13 de julho de 2013

Efeitos da emasculação: a pornografia

Ver Também:

Efeitos da emasculação: a apatia

Efeitos da emasculação: a falta de convicção
Efeitos da emasculação: a falta de autoridade

Da série "Efeitos da emasculação", hoje discutiremos a pornografia.

Muito já se discutiu sobre pornografia, condenando-a através da perspectiva moral ("é feio!"), religiosa ("é um pecado") e feminista ("é uma forma de objetificação da mulher"). O problema  é que todas essas críticas só consideram a questão da mulher e não consideram a questão do homem: elas constroem sua crítica partindo de como a mulher sente se servindo de objeto para a apreciação masculina, do que a motiva a entrar no mercado do pornô, e de como ela é desvalorizada na sociedade por fazer sexo diante das câmeras, entre outras babaquices vitimistas.

Primeiramente, salientamos que nós não condenamos a pornografia nem a criticamos segundo esses padrões hipócritas e tendenciosos, pois sabemos que quem trabalha nesse ramo, quem participa disso, está lá por pura vontade própria. Mas nós a desaconselhamos por motivos de saúde e por ser uma forma não saudável de satisfazer suas necessidades sexuais. Veja:


quinta-feira, 27 de junho de 2013

Por que você NUNCA deve pedir conselhos de paquera a uma mulher

Por Prof Plum

Analisando:

A queda do marrentão
POR GIULIA SIMOLO

Você acha uma mulher gostosa, mas ao invés de elogiá-la, você faz uma brincadeira de leve sobre o que ela está vestindo. Você não tem medo de usar a estratégia do marrentão com as mulheres, porque geralmente funciona. Mas se sair pela tangente e interpretarem mal seu jeito marrento, ele pode se voltar contra você. Então aqui está o que você precisa saber antes de jogá-la alguns insultos "engraçados".

O marrento pode insultar
Sim, o vestido parece que poderia ser banido em alguns países, mas rasgá-lo em pedaços com a sua língua afiada não será interpretado pelos ouvidos dela como algo encantador. Olhe, há uma diferença entre provocá-la de leve com alguma coisa e tomar o humor muito longe. Tenha isso em mente: Ela vai gostar você se provocá-la, mas não vai se degradá-la. Para ajudá-lo a discernir entre os dois, teste seus insultos engraçados em suas amigas ou irmãs. Se o queixo delas cair ao chão ou a o olhar delas queimar o seu, então não deve arriscar ter uma bebida jogada na cara por uma mulher sexy no bar.

Então, basicamente, essa vadia estúpida te aconselhá-lo a começar a adaptar suas expectativas para os caprichos problemáticos das mulheres. Claro que ela é estúpida pra porra pra sequer perceber que a mulher não só têm padrões arbitrários para o que acham ofensivo, como também os mudam de momento a momento, dependendo de suas emoções instáveis.


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Seis duras verdades que te farão uma pessoa melhor - final

Por David Wong, da DW's End Times Report (cracked.com)

Veja a 1ª parte do artigo caso esteja de chegada agora.

3. Você se odeia porque não faz nada


"Peraí, então, você tá dizendo que eu devia pegar um livro sobre como conquistar garotas?"

Só se no passo 1 do livro estiver "Comece a se tornar o tipo de pessoa que as garotas querem precisam por perto."

Porque esse é o passo que se pula - é sempre "Como eu posso arrumar emprego?" e não "Como eu posso ser o tipo de pessoa que os empregadores querem?" É "Como eu posso fazer garotas bonitas gostarem de mim?" em vez de "Como eu posso me tornar o tipo de pessoa que as garotas bonitas gostam?" Veja, porque as segundas perguntas requerem que você largue muitos de seus hobbies e preste mais atenção em sua aparência, e Deus sabe mais o quê. Talvez você até mesmo tenha que mudar sua personalidade seu comportamento.

"Mas por que eu não posso encontrar alguém que goste de mim como eu sou?", você pergunta. A resposta é que as pessoas precisam de coisas. A vítima está sangrando, e tudo o que você consegue fazer é baixar a cabeça e reclamar por não existir ferimentos de bala que se curem por si?


Seis duras verdades que te farão uma pessoa melhor - parte 1

Por David Wong, da DW's End Times Report (cracked.com)

2013, filhos da mãe. Sim! VAMOS FAZER ISTO.

"Fazer o quê?", você pergunta. EU NÃO SEI. VAMOS DESCOBRIR JUNTOS, FILHOS DA MÃE.

Sinta-se à vontade pra parar de ler isto se sua carreira estiver ótima, se estiver empolgado com sua vida e feliz com os seus relacionamentos. Aprecie o resto do dia, amigo, que este artigo não é pra você. Se você faz um bom trabalho, estamos orgulhosos contigo. Então não se sinta como ter dado um clique à toa, veja uma imagem de Lenny Kravitz com um cachecol gigante:



Para o resto, eu quero desafiá-los a uma coisa: Liste cinco coisas impressionantes em você. Escreva-os ou apenas grite-os em seu quarto. Mas tem um porém - você não pode listar nada do que você é (ex., sou um cara legal, sou honesto), em vez disso você deve listar coisas que você faz (ex., Eu ganhei um torneio nacional de xadrez, eu faço a melhor pimenta do Massachussets). Se achou difícil, bem, isto aqui é pra você, e você vai odiar pra caralho lê-los. Minha única defesa é que eu gostaria de que alguém tivesse me dito isto por volta de 1995, mais ou menos.


domingo, 19 de maio de 2013

Como pequenas atitudes podem mudar seu relacionamento

Este é o depoimento de uma pessoa que experimentou exercer sua autoridade pela primeira vez em seu relacionamento, de acordo com o que está no livro “Os Princípios Que Regem a Interação Social”:

Eu vi uns vídeos da Manhood 101 na noite passada depois de uma briga muito feia com minha mulher,. Tipo, eu danifiquei o carro depois de passar por cima de um objeto na estrada, no caminho para casa... coisa que não deu pra eu evitar. Por horas ela me importunou, ameaçou cancelar nossa primeira viagem em dois anos para visitar nossos familiares. Eu tentei explicar as coisas pra ela, tentei fazer ela dizer o que eu tinha feito de errado e perguntei como eu poderia fazer certo... mas acabei dormindo sozinho. Devo dizer também que agora nós só fazemos sexo uma vez por mês e ela dorme no quarto da nossa filha quase toda noite.

De qualquer forma, eu achei este site a partir de um comentário minutos depois que a nossa briga tinha acabado e ela estava na cama. Eu não sou estranho ao Movimento dos Direitos dos Homens e masculinismo em geral, e estava quase morrendo tentando achar um jeito de consertar este relacionamento insano. O masculinismo me fez ver o quão ruim eu estava sendo tratado, mas até a hora de eu encontrar seus vídeos, ninguém me aconselhou uma solução real além de “se armar de advogados, deletar Facebook e ir pra academia”. Os vídeos me deram um chacoalhão e me fizeram perceber que não estava ficando louco por sentir que não estava sendo bem tratado. Até eu chegar neste:

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Justiça americana leniente com mulheres

Ou como a justiça americana passa a mão na cabeça de professoras que transam com seus alunos, enquanto jogam homens que fazem o mesmo na prisão sem nem piscar (Matéria da NJ.com):

Em casos de sexo entre professor e aluno, homens levam penas de prisão mais longas em média,  jornal revela


Quando Erica DePalo(1) sair do Tribunal hoje após ter admitido uma relação sexual com um estudante inglês de 15 anos, ela provavelmente vai ficar em liberdade condicional.

Sem pena de prisão.

Sem serviços comunitários.

Em vez disso, DePalo vai perder sua licença de professor, e vai ser obrigada a registrar sob a lei de Megan(2), nos termos de um acordo de confissão(3) feito em fevereiro com os procuradores.


sábado, 4 de maio de 2013

A falácia da mulher do século XXI - estudo de caso

Com vocês, o estudo de caso do post anterior. Iremos tomar aqui como exemplo uma mulher que personifica a feminista de editorial: arrogante, contraditória, destrambelhada e chamadora de atenção. E que, neste caso, tem no currículo um histórico carreirista invejável até mesmo para outras feministas: ela já montou e dirigiu uma companhia de TV própria.

Trata-se de uma mulher que você, leitor antigo, já conhece: é Samantha Brick, a mesma que montou uma companhia de TV só com mulheres que acabou indo pro buraco em pouquíssimo tempo após uma atuação digna de comédia.

Mas não fica apenas nisso: como uma das colaboradoras da Daily Mail, ela escreve verdadeiras pérolas da hipocrisia feminista, como incentivar mulheres a se promover no trabalho seduzindo os superiores:


terça-feira, 23 de abril de 2013

Para você que pede permissão para tudo...

Por Prof. Plum

A interação social é uma interrupção. Você foi ensinado a pedir desculpa às pessoas ao interrompê-las, mas nem percebe o quanto sua vida é uma grande interrupção de pessoas que jamais se preocuparam com sua vida, ao menos...

(Link para arte original)

sábado, 13 de abril de 2013

Efeitos da emasculação: a falta de autoridade

Continuando com a série de posts comentando sobre os efeitos da emasculação, iniciado aqui, iremos falar hoje sobre outro efeito muito claro da emasculação do homem. Um efeito tão gritante que até mesmo mulheres se perguntam: por que o homem é tão ingênuo:

"Amor, espere! Me desculpe por
ter desconfiado de você ontem!"
[N]ão entendo como os homens ficam praticamente cegos diante das artimanhas das mulheres. E cá para nós, que ninguém venha dizer que as mulheres [...] não fazem artimanhas! Em maior ou menor grau, todas nós fazemos – seja mentindo sobre uma dor de cabeça inexistente, seja marcando um compromisso justamente no horário das visitas semanais à casa da sogra, seja dizendo “pode deixar a prevenção por minha conta, estou tomando pílula”!

Como eles conseguem ser tão [...] inocentes?

Um rapaz [...] veio [me] comentar que tinha acabado o namoro de apenas quinze dias, porque a menina andava pegando demais no pé dele. [Ela] exigiu que ele desse a senha do Orkut. E ele deu! [P]erguntei: “Tá, mas você trocou a senha depois que terminou, né?”. Ele arregalou os olhos. “Mas a senha do Orkut não é a mesma do seu e-mail pessoal, né?”. Arregalou mais ainda os olhos e disse, já suando: “Eita porr[a]”! E esse rapaz não era nenhum bobinho, muito pelo contrário. [V]ive rodeado de meninas, [é] do tipo que enrola três mulheres ao mesmo tempo, [e] esse rapaz vai e dá para uma menina que ele mal conhecia a senha do Orkut e do seu e-mail pessoal... Santa inocência, Batman!

Há um tempo atrás, em um post anterior, um leitor me perguntou sobre como lidar com mulheres que fingem  respeitar o homem durante um namoro e viram a casaca depois de casarem. Ao ler o comentário, logo percebi o que custa um pouco a ser percebido pela maioria dos homens hoje: eles sabem, sim, que estão sendo desprezados, enganados e feitos de trouxa por quem lhes deve respeito - afinal, se não soubessem, como admitiriam que existem mulheres que fingem respeitar o homem? - só que eles fingem não estar acontecendo nada.

Por quê?

Simples: eles renunciam às suas próprias expectativas em um relacionamento.


sexta-feira, 29 de março de 2013

Autonomia e independência

Este post é inspirado no artigo de um grande blog que fala sobre a saga de uma feminista para trocar uma resistência de chuveiro.

O resumo da história é o seguinte: uma feminista que se orgulhava em não depender de homem nenhum para nada um dia se deparou com a resistência do chuveiro de seu apartamento quebrada, o que resultou num intenso conflito existencial dentro dela mesma. Ela filosofou e remoeu por diversas vezes a questão da resistência do chuveiro relacionada à “opressão patriarcal”; chegou a passar dias sem tomar banho por não aguentar mais a água fria; procurou em vão a ajuda da mãe e de outras amigas feministas para fazer o serviço; e quase caiu na tentação de pedir ajuda aos porteiros do condomínio (isto é, HOMENS) e pagar 40 reais pelo conserto – tudo isso só para descobrir que bastava  encaixar as conexões da resistência nova nos lugares certos do chuveiro! Mais hilário e retardado foi a reação dela: “Menos de dois minutos para desconstruir mais um dos disparates da mentalidade patriarcal”; para ela, a resistência do chuveiro simbolizava a privação da mulher pelos homens do direito de se virar sozinha!

O que nos fez lembrar de várias outras coisas que homens fazem de maneira corriqueira e mulheres se acham o máximo quando fazem: dirigir carros, jogar futebol, fazer uma conta matemática mais complicada, estudar... a própria autora do artigo é uma educadora política, isto é, alguém que já até passou da fase da faculdade e, no entanto, se faz parecer uma dondoca de 15 anos com sua lógica infantil de independência. Ao ver o dilema existencial que ela passa para trocar uma resistência de chuveiro, você poderia imaginar feministas morrendo de fome se cozinhar fosse culturalmente “coisa de homem” (coisa que ela provavelmente não sabe, dada a estreita relação com a mãe dela na hora de resolver os problemas mais banais – mas é só suposição).

Bem, onde queremos chegar: existe uma coisa que as mulheres e muitos homens na sociedade feminista não se dão conta – é a diferença entre autonomia e independência.


sexta-feira, 22 de março de 2013

Conversa com mulher planejando largar o marido

O que você lerá a seguir é a transcrição de uma conversa de chat ocorrida em novembro de 2010 entre Prof. Plum e uma mulher que estava planejando abandonar o marido. A transcrição original em inglês está aqui.

11:30 am
MulherDesapontada: Me desculpa. Eu sou nova aqui, tentando entender as coisas. Eu tenho algumas perguntas e estava esperando alguém que pudesse me ajudar.

11:41 am
Prof. Plum: No que a gente pode te ajudar?

MulherDesapontada: Oi! Desculpa... eu estava lendo os posts.

Prof. Plum: Sem problema.

MulherDesapontada: Com certeza, você sabe que eu sou mulher...

11:42 am
Prof. Plum: Posso? Pelo seu avatar, você pra mim parece um homem negro de pé no meio de uma tempestade de neve.

MulherDesapontada: rsrsrs, agora que você disse isso, sim, eu pareço. Eu não mudei nem atualizei nada porque não planejava ficar aqui por muito tempo.

Prof. Plum: Agora que você confessou ser mulher, vou botar meu pinto de volta na cueca... Qual é sua dúvida?

11:43 am
MulherDesapontada: Eu estou com um problema em fazer meu marido se virar sozinho, e, bem... está se tornando um problema velho.

Prof. Plum: Este chat é público. Nós temos um monte de visitantes. Não existe restrição de tempo para navegar. E, rá, isto parece ser um problema comum que eu ouço de várias mulheres hoje em dia.

MulherDesapontada: Sim... me conte um pouco disto!


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