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terça-feira, 20 de agosto de 2013

Sexualizando crianças

Esta é, com certeza, uma das maiores hipocrisias da sociedade atual. Com o Estatuto da Criança e do Adolescente, protege-se crianças da exposição excessiva na mídia (quando cometem crimes ou se envolvem em alguma situação delicada) e da exploração e abuso sexual, enquanto a sociedade não vê problema algum em expô-las em concursos e desfiles de beleza, sexualizando a aparência de quem ainda não tem capacidade de tomar decisões e se responsabilizar por seus comportamentos sexuais. Quem  ainda não conheceu uma família que fez um book para a filha quando ela completou 15 anos? Isto é uma tradição socialmente aceitável, uma vez que se supõe que assim se esteja introduzindo a filha para a idade adulta e aos possíveis pretendentes. Mas nos dias de hoje, isso pode acontecer até mesmo com crianças que mal aprenderam a andar:



E isto é vergonhoso.  Como é que pais podem permitir (ou pior: incentivar) que suas próprias filhas apareçam vestindo roupas reveladoras e biquínis para o público em concursos do tipo, cujo propósito é mostrar sua sexualidade ao público? O que passa na cabeça dessas pessoas que acham lindo ver uma menina de 2 anos desfilar de biquíni no meio de GENTE ADULTA para serem avaliadas pela beleza do corpo (que está bem longe do de uma mulher adulta e atraente)? Qual é a graça de se ver crianças repetindo as coreografias de bandas de axé e funk, vestindo roupas "a caráter"? E por que isso tudo acontece justamente numa sociedade que se diz ser contra a "exposição e o abuso sexual de menores de idade" e brada "caça aos pedófilos" aos quatro cantos? Como é se pode ter moral para caçar e prender homens que abusam sexualmente de crianças quando se incentiva às mesmas ficarem se mostrando como putas diante das câmeras, fazendo esses mesmos caras transtornados desejá-las ainda mais?


terça-feira, 2 de julho de 2013

Artigo DESMASCARA afirmação irresponsável de entidade americana de psicologia

Mais um caso de pseudociência é desmascarado, desta vez em relação à criação de filhos por pais homossexuais.

Charlotte Patterson e Susan Golombok
são autoras da maioria dos artigos citados
pela APA: Coincidência ver pseudociência
sendo produzida por mulheres?
Em 2005, a Associação Americana de Psicologia elaborou um resumo (Brief, ou miniartigo) compilando um total de 59 estudos "científicos" para sustentar a afirmação de que "não foi encontrada nenhuma desvantagem de filhos criados por pais homossexuais em relação a filhos de pais heterossexuais", declarando assim seu apoio à adoção de crianças por homossexuais e à união afetiva. 

O estudo que reproduziremos aqui é uma análise desses 59 artigos que a APA usa para defender a causa gay, descobrindo neles nada menos que falhas metodológicas, amostragem viciada, comparação sistemática de famílias homossexuais com filhos de divorciados/mães solteiras, e conclusões forjadas (sustentar que os dados apontavam tal coisa quando na verdade não apontavam), além da APA ter se omitido a analisar artigos citados por ela mesma, mas cujos resultados contradiziam sua defesa. Enfim, caiu a máscara da militância desta entidade profissional. 

E devido à grande importância de falar a verdade nos dias de hoje, disponibilizamos para você a tradução integral do artigo escrito por Loren Marks, da Universidade da Louisiana e publicado originalmente na Science Direct em março de 2012. Recomendamos a todos lê-lo, pois a linguagem utilizada no artigo é simples, sem muitos jargões técnicos.

Baixe e leia: 


Versão em português por Will Halford com a colaboração de John Romano, Free Bird, SR e willder (Fórum do Búfalo)

terça-feira, 28 de maio de 2013

Cientistas sociais procuram apagar a masculinidade ainda no berço

Na sociedade feminista há muito espaço para engenheiros sociais usarem crianças para provar a falácia deles de que "homem" e "mulher" são meras construções sociais, e por isso, não existe um papel definido para cada um.

Assim, nos países onde o feminismo já deixou um estrago profundo, é cada vez mais comum ver famílias malucas criando seu filho sem gênero algum - que se resume a pegar seu filho homem e vesti-lo de menina durante toda a infância (ou vice-versa) pra depois perguntar o que ele quer ser quando chegar aos 18 - e inclusive escolas fazendo crianças de cobaia para este experimento social infame. 

Mas se você pensa que isso só existe nos países europeus - especialmente os nórdicos, os mais feministas do planeta - , melhor abrir o olho: aqui no Brasil, os engenheiros sociais já estão na ativa, atuando nas escolinhas, se intrometendo nas brincadeiras da criançada pra trocar os brinquedos dos meninos e das meninas:


terça-feira, 7 de maio de 2013

Sexualização precoce se reflete na escola. Hipocrisia sexual também.

Eliane Trindade, uma das
escritoras dos artigos,
convida você para o
Encontro de Especialistas
em Feminismo na escola
A Folha de São Paulo tocou, segunda passada, no assunto da sexualização dos adolescentes se manifestando dentro do ambiente escolar. Da maneira típica, isto é, se aproveitando da imaturidade dos adolescentes em aplicar suas expectativas para demonizar a sexualidade masculina:

Aluna de 13 anos de colégio particular denuncia assédio sexual praticado por colegas
Fonte: Folha

[Uma] garota, do oitavo ano, diz ter sido assediada sexualmente por três meninos do nono ano. Segundo ela, os meninos mandaram uma mensagem de celular falsa, em nome de um amigo dela, marcando um encontro para depois da aula de inglês.

A instituição suspendeu os meninos por sete dias e se viu na obrigação de debater o fato, já que versões aumentadas ganharam os corredores. Uma orientadora percorreu as turmas do quinto ao nono ano esclarecendo 500 alunos.

"É grave, mas não se trata de estupro", informou a direção da escola. [...] "Não houve violência física, mas desrespeito. Estamos trabalhando a questão e acreditamos ser possível reverter a situação dentro da escola", disse a coordenação.

A família da garota decidiu não levar o caso à polícia. "Estamos tomando as decisões com o colégio", diz a mãe da menina, que é professora na mesma instituição.

Os pais dos meninos não quiseram se manifestar. A garota também não quer mais tocar no assunto. Sua mãe diz respeitar a decisão, mas afirma: "Escolhemos viver a situação, e não esquecê-la. Estamos atentos às consequências e abertos ao diálogo".

Ao longo da matéria, vários especialistas são contatados para darem seus palpites, e todas as opiniões convergem para o mesmo ponto: meninos são o problema, pois não sabem respeitar meninas. Separamos todas as citações abaixo, tanto de especialistas demonizando a sexualidade masculina...


quinta-feira, 25 de abril de 2013

UOL ensina filhas adolescentes a serem passivo-agressivas com seus pais

A internet é um campo vasto de troca não só de informações, como também de opiniões, experiências e compartilhamento de reações. Como quem faz a internet é cada um de nós e nós somos seres sociais, a internet também reflete a sociedade. Assim, há certas coisas na rede que só podem ser aproveitadas por pessoas que já possuem alguma vivência e responsabilidade, e a internet também pode esconder grandes armadilhas para quem não tem experiência em lidar com ela. 

Por isso, penso que tem menos de 18 anos não deveria nem estar navegando nela. Deveria estar na escola aprendendo a escrever direito, a pensar racionalmente e a respeitar a apreciação pública, podendo navegar na internet apenas acompanhadas de maiores e sem criar perfil em rede social. Os pais devem estar de olhos bem abertos com o que seus filhos e filhas fazem na internet. É primordial que eles façam isso enquanto seus filhos não são capazes de assumir responsabilidade pelos seus próprios atos.

Se isso fosse seguido à regra há muito tempo, não haveria como a blogosfera e os fóruns de discussão serem dominados por hordas de comentaristas infantis e covardes e spammers poluindo ambientes criados para troca de informações e debate inteligente, e muito menos crianças sujeitas aos riscos de serem vítimas de pedofilia. 

No entanto, o que se vê hoje são pais permissivos que não dão bola para o que suas crianças estão fazendo. Então, elas vagueiam por todos os cantos da rede e mergulham nas redes sociais, entrando em contato com desconhecidos de todo tipo. Até mesmo ganham smartphones e tablets para aproveitar a internet sem limites e com o máximo de privacidade.


domingo, 17 de março de 2013

Papo de mãe solteira

No texto abaixo, reproduzido parcialmente deste site de mães solteiras, você pode ver o esforço que elas fazem para convencerem a si mesmas e aos outros de que ser mãe solteira é normal e é um livre direito de escolha - mas debulhamos as falácias delas:

A expressão “mãe solteira” já há muito tempo deveria ter sido deletada de nossos costumes, pois ela se trata de uma expressão seletiva, com conotações pré-conceituosas, que discrimina as mulheres que engravidam e têm seus filhos sem, contudo serem casadas.

Não, "mãe solteira" é uma expressão muito útil para distinguir o produto de mães que têm seus filhos numa família estruturada de mães irresponsáveis tanto na hora de escolher seus parceiros quanto na hora de se prevenir de gravidez indesejada; de mães que assumem a responsabilidade pela criação deles de mães que delegam a tarefa de criá-los para outras pessoas (seus pais); de mães que criam filhos num ambiente afetivo saudável de mães que criam-nos em estado de descontrole emocional permanente ou total abandono.

quarta-feira, 13 de março de 2013

A sabotagem do futuro dos homens pelo sistema educacional feminista

Gráfico mostra a % de homens e mulheres
graduados nos EUA ao longo dos anos.
Fonte: Depto. de Educação dos EUA.
Reproduzido em thenononsenseman.com
Cada vez mais se nota que os homens, hoje em dia, estão ficando para trás das mulheres em anos de estudo, e inclusive  mulheres jovens já estão começando a ganhar salários melhores que eles  por conta disso; para as feministas de plantão, a vantagem feminina, em vez de discriminação, é "uma conquista".

No entanto, uma pergunta fica no ar: por que e como será que os homens deixaram de ser maioria nas universidades em um espaço tão curto de tempo na história?

Uma nova pesquisa, que você verá abaixo, chegou para resolver esta questão. Agora está comprovado: O sistema educacional feminista e seus professores - mulheres em sua maioria - vem SABOTANDO o futuro dos homens desde cedo, na escola, ao dar-lhes de propósito notas mais baixas que as das meninas através de critérios escusos.


sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Relato de como homens emasculados provocam desordem em qualquer meio

Por Prof. Plum


Fui dar um nado ontem. Cheguei à piscina e vi uma família com suas filhas. O pai parecendo um jogador de futebol tipo brutão. E três filhas pequenas... ou talvez 4 garotas, se você contar o pai.

Puta merda, eu teria me matado se fizesse parte daquela família. eles gritavam a cada minuto e negociavam poder a toda hora.

Aqui é que da pra dizer como o cara é uma bicha total. Você vê as crianças; em uma hora elas estão rindo e gritando; um minuto depois e elas estão de birra e frescura. As emoções delas variam mais do que se vê em qualquer novela ou sitcom existente.
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