Continuando com a série de posts comentando sobre os efeitos da emasculação, iniciado aqui, iremos falar hoje sobre outro efeito muito claro da emasculação do homem. Um efeito tão gritante que até mesmo mulheres se perguntam: por que o homem é tão ingênuo:
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"Amor, espere! Me desculpe por ter desconfiado de você ontem!" |
[N]ão entendo como os homens ficam praticamente cegos diante das artimanhas das mulheres. E cá para nós, que ninguém venha dizer que as mulheres [...] não fazem artimanhas! Em maior ou menor grau, todas nós fazemos – seja mentindo sobre uma dor de cabeça inexistente, seja marcando um compromisso justamente no horário das visitas semanais à casa da sogra, seja dizendo “pode deixar a prevenção por minha conta, estou tomando pílula”!
Como eles conseguem ser tão [...] inocentes?
Um rapaz [...] veio [me] comentar que tinha acabado o namoro de apenas quinze dias, porque a menina andava pegando demais no pé dele. [Ela] exigiu que ele desse a senha do Orkut. E ele deu! [P]erguntei: “Tá, mas você trocou a senha depois que terminou, né?”. Ele arregalou os olhos. “Mas a senha do Orkut não é a mesma do seu e-mail pessoal, né?”. Arregalou mais ainda os olhos e disse, já suando: “Eita porr[a]”! E esse rapaz não era nenhum bobinho, muito pelo contrário. [V]ive rodeado de meninas, [é] do tipo que enrola três mulheres ao mesmo tempo, [e] esse rapaz vai e dá para uma menina que ele mal conhecia a senha do Orkut e do seu e-mail pessoal... Santa inocência, Batman!
Há um tempo atrás, em um post anterior, um leitor me perguntou sobre como lidar com mulheres que fingem respeitar o homem durante um namoro e viram a casaca depois de casarem. Ao ler o comentário, logo percebi o que custa um pouco a ser percebido pela maioria dos homens hoje: eles sabem, sim, que estão sendo desprezados, enganados e feitos de trouxa por quem lhes deve respeito - afinal, se não soubessem, como admitiriam que existem mulheres que fingem respeitar o homem? - só que eles fingem não estar acontecendo nada.
Por quê?
Simples: eles renunciam às suas próprias expectativas em um relacionamento.