Os adolescentes e jovens de hoje me surpreendem a cada dia. Tenho acompanhado esses acontecimentos sobre a última invenção deles os tais rolezinhos nos shoppings, e pensado muito a respeito. O Fantástico, ontem, passou uma reportagem falando sobre a motivação desses adolescentes de criar esse tal "rolezinho"; após assisti-lo, descartei todos os pontos dos sociólogos feministas falando sobre "discriminação" e me convenci de que o que esses adolescentes querem com o rolezinho é nada mais do que ter atenção dos seus amiguinhos e se divertir junto com eles fazendo aquela algazarra típica de excursão de escola, onde só falta eles depredarem o ônibus que eles vão. Só que, quando realizada numa dimensão muito maior, num espaço muito maior e acompanhada da inconsequência típica desses virgens, não tem outro destino a não ser acabar em merda.
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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Frente a frente, o bom-senso X a apelação
quarta-feira, 14 de agosto de 2013
Perfil de bandida menor é retrato perfeito da mulher produzida pelo feminismo
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Cabuloso, mas real. Isto é o que acontece quando mães solteiras, sistema legal hipócrita, privilégio feminino e cultura à autoestima (que você sabe bem de onde vem) se encontram:
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Falsas acusações de estupro: um assalto à Justiça
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Por Bruce Gross, PhD, JD, MBA
Fonte: The Forensic Examiner
Dos 90.427 estupros registrados em 2007, 40% foram resolvidos com prisão ou arquivamento por "meios excepcionais" (FBI, 2008d), com 23.307 desses sendo prisões (FBI, 2008b). O arquivamento de um relatório por meios excepcionais ocorre quando o suspeito conhecido morre antes da prisão ser feita, quando a vítima se recusa a fornecer informação ou assistência necessária para prosseguir com investigação que resulte em prisão, ou quando o suspeito conhecido está respondendo por outro crime em outra jurisdição e sua extradição é negada. A fim de esclarecer um caso por meios excepcionais, os policiais devem ter um suspeito identificado, onde quer que ele pode ser encontrado, e ter provas suficientes para uma prisão legal.
Fonte: The Forensic Examiner
Dos 90.427 estupros registrados em 2007, 40% foram resolvidos com prisão ou arquivamento por "meios excepcionais" (FBI, 2008d), com 23.307 desses sendo prisões (FBI, 2008b). O arquivamento de um relatório por meios excepcionais ocorre quando o suspeito conhecido morre antes da prisão ser feita, quando a vítima se recusa a fornecer informação ou assistência necessária para prosseguir com investigação que resulte em prisão, ou quando o suspeito conhecido está respondendo por outro crime em outra jurisdição e sua extradição é negada. A fim de esclarecer um caso por meios excepcionais, os policiais devem ter um suspeito identificado, onde quer que ele pode ser encontrado, e ter provas suficientes para uma prisão legal.
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Helen Smith: "Os homens estão desistindo da sociedade"
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Enquanto aqui se discute se aprova aos poucos a adoção de vagões exclusivos para mulheres - partindo da presunção de que todo homem é um lobo mau e estuprador de mulheres - sociedades ainda mais feministas já sentem o impacto desta política perversa e lamentável que está querendo moldar a sociedade de forma que homem e mulher sejam como duas nações inimigas. Texto abaixo de Helen Smith:
Cansados de serem tratados como o inimigo, os homens estão desistindo da sociedade
Por que homens estão boicotando o casamento, a paternalidade e o sonho americano - e por que isso é importante
Como a sociedade chegou ao ponto em que, segundo alega uma ação movida esta semana, um homem que trabalha na mesa da Planet Fitness em Bay Shore, Long Island estava fica com medo de retaliação por entrar nno banheiro feminino para resgatar uma mulher à beira da morte? "Ele disse que não sabia o que fazer e que não era autorizado a entrar no banheiro", uma testemunha disse em uma declaração.
Na Inglaterra, um homem que passava pela criança perdida, Abigail Rae, estava com medo de levá-la à polícia em segurança por temer ser rotulado como um "pervertido". Pouco depois, ela se afogou depois de cair numa lagoa. No inquérito, ele declarou: "Eu ficava pensando que eu deveria voltar. A razão que eu não fiz foi porque eu pensei que as pessoas poderiam pensar que eu estava tentando raptá-la."
Uma pesquisa realizada em nome de uma instituição de caridade infantil britânica relata que muitos homens se recusam a ajudá-los por temerem ser rotulados pedófilos.
Cansados de serem tratados como o inimigo, os homens estão desistindo da sociedade
Por que homens estão boicotando o casamento, a paternalidade e o sonho americano - e por que isso é importante
Como a sociedade chegou ao ponto em que, segundo alega uma ação movida esta semana, um homem que trabalha na mesa da Planet Fitness em Bay Shore, Long Island estava fica com medo de retaliação por entrar nno banheiro feminino para resgatar uma mulher à beira da morte? "Ele disse que não sabia o que fazer e que não era autorizado a entrar no banheiro", uma testemunha disse em uma declaração.
Na Inglaterra, um homem que passava pela criança perdida, Abigail Rae, estava com medo de levá-la à polícia em segurança por temer ser rotulado como um "pervertido". Pouco depois, ela se afogou depois de cair numa lagoa. No inquérito, ele declarou: "Eu ficava pensando que eu deveria voltar. A razão que eu não fiz foi porque eu pensei que as pessoas poderiam pensar que eu estava tentando raptá-la."
Uma pesquisa realizada em nome de uma instituição de caridade infantil britânica relata que muitos homens se recusam a ajudá-los por temerem ser rotulados pedófilos.
terça-feira, 2 de julho de 2013
Artigo DESMASCARA afirmação irresponsável de entidade americana de psicologia
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Mais um caso de pseudociência é desmascarado, desta vez em relação à criação de filhos por pais homossexuais.
Em 2005, a Associação Americana de Psicologia elaborou um resumo (Brief, ou miniartigo) compilando um total de 59 estudos "científicos" para sustentar a afirmação de que "não foi encontrada nenhuma desvantagem de filhos criados por pais homossexuais em relação a filhos de pais heterossexuais", declarando assim seu apoio à adoção de crianças por homossexuais e à união afetiva.
O estudo que reproduziremos aqui é uma análise desses 59 artigos que a APA usa para defender a causa gay, descobrindo neles nada menos que falhas metodológicas, amostragem viciada, comparação sistemática de famílias homossexuais com filhos de divorciados/mães solteiras, e conclusões forjadas (sustentar que os dados apontavam tal coisa quando na verdade não apontavam), além da APA ter se omitido a analisar artigos citados por ela mesma, mas cujos resultados contradiziam sua defesa. Enfim, caiu a máscara da militância desta entidade profissional.
E devido à grande importância de falar a verdade nos dias de hoje, disponibilizamos para você a tradução integral do artigo escrito por Loren Marks, da Universidade da Louisiana e publicado originalmente na Science Direct em março de 2012. Recomendamos a todos lê-lo, pois a linguagem utilizada no artigo é simples, sem muitos jargões técnicos.
Baixe e leia:
![]() |
| Charlotte Patterson e Susan Golombok são autoras da maioria dos artigos citados pela APA: Coincidência ver pseudociência sendo produzida por mulheres? |
O estudo que reproduziremos aqui é uma análise desses 59 artigos que a APA usa para defender a causa gay, descobrindo neles nada menos que falhas metodológicas, amostragem viciada, comparação sistemática de famílias homossexuais com filhos de divorciados/mães solteiras, e conclusões forjadas (sustentar que os dados apontavam tal coisa quando na verdade não apontavam), além da APA ter se omitido a analisar artigos citados por ela mesma, mas cujos resultados contradiziam sua defesa. Enfim, caiu a máscara da militância desta entidade profissional.
E devido à grande importância de falar a verdade nos dias de hoje, disponibilizamos para você a tradução integral do artigo escrito por Loren Marks, da Universidade da Louisiana e publicado originalmente na Science Direct em março de 2012. Recomendamos a todos lê-lo, pois a linguagem utilizada no artigo é simples, sem muitos jargões técnicos.
Baixe e leia:
Versão em português por Will Halford com a colaboração de John Romano, Free Bird, SR e willder (Fórum do Búfalo)
terça-feira, 2 de abril de 2013
Uma mensagem para algumas feministas raivosas, de uma mulher.
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Olá, sou ErisDiscordia. Eu normalmente converso com pessoas nos chats, e eu sou uma mulher do tipo comum que tem por aí. Pra ser honesta, quando eu cheguei aqui, pensei, “que merda é essa?” Aí, eu comecei a conversar com os rapazes neste chat [da Manhood Academy] e com Prof. Plum em particular. Agora, conversando com esses rapazes, eu consigo enxergar de onde eles vêm. Eu me considero uma mulher igualitária, e não acredito muito em papéis de gênero definidos. Eu sou mulher macho, pelo amor do esconjuro. Contudo, os rapazes aqui tem alguns argumentos muito bons sobre como algumas feministas, sim, demonizam homens, e os caracterizam todos como monstros. Para alguém que já conheceu homens maravilhosos na vida, se alguém insultasse ou machucasse qualquer um deles unicamente por ser homem, eu soltaria os meus cachorros. Eu sobrevivi a um estupro, e sei que, na mesma medida que feministas não admitem, existem mulheres que mentem sobre isso. Eu também conheci homens em relacionamentos abusivos. Eu posso até discordar da parte dos papéis de gênero, e mesmo assim, ainda não terminei o livro todo (eu vou terminar, eu prometo!), então até lá, eu verei se eu acabo por concordar ou não quando eu terminar. Contudo, nas leis da sociedade, os homens estão carentes de proteção contra abusos e crimes como estupro (em algumas definições legais, um homem não pode ser estuprado por uma mulher, se não estiver enganada, e até poderia ser ridicularizado, e que Deus não queira que a mulher que o estuprou fique grávida). [Feministas, P]arem por um momento e pensem um pouco nisto.
Vocês todas dizem que eles promovem abusos, mas o fato é que eles não estão. Para nós mulheres, nós temos, sim, privilégios que precisam ser reconhecidos. Sim, nós fomos oprimidas por nosso sexo, mas isso não nos dá nenhum direito de fazer o mesmo. Eu sobrevivi passando por muitos infernos, mas sou mais forte por causa disto. A minha dor me fez crescer como pessoa, e me fez uma pessoa melhor por causa disto. Em vez de bancarem a vítima, tentem SOBREVIVER. Então, para qualquer feminista que vier aqui procurando briga, por que não , tipo, CONVERSAR com pessoas? Talvez vocês todas consigam aprender uma ou duas coisas aqui.
Prof. Plum: Obrigado – este é um conselho simples, mas brilhante: TENTEM CONVERSAR. Muitas mulheres vêm aqui com pedras na mão e não encontram nada além de mais frustração. Em vez de serem capazes de discutir alguma coisa de forma racional como um ser inteligente faz, de cara elas partem pra demonizar todo mundo que discorda delas. Mesmo que vocês discordem de alguma coisa, por que não usarem suas CABEÇAS? Por que não tentarem discutir suas próprias ideias/crenças em vez de infantilmente desprezarem alguma coisa que não entendam por não terem reservado tempo para investigá-la de forma inteligente?
É muito fácil ser covarde intelectual e se esconder por trás de insultos genéricos (“Você não dá no couro”, “você vive com sua mãe”, “você não tem namorada”, “você é um estuprador/pedófilo”, “você odeia mulher”, etc.); é muito fácil se esconder por trás de afirmações vagas e escusas que não requerem responsabilidade de quem as diz; é muito fácil adotar a tática dos covardes de demonizar seu oponente...
... Mas é preciso COLHÕES pra defender o que acredita. É preciso COLHÕES para comunicar objeções ESPECÍFICAS. É preciso COLHÕES para trazer uma crítica racional e genuinamente intelectual.
Nós desafiamos vocês a fazerem isto.
sexta-feira, 29 de março de 2013
Autonomia e independência
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Este post é inspirado no artigo de um grande blog que fala sobre a saga de uma feminista para trocar uma resistência de chuveiro.
O resumo da história é o seguinte: uma feminista que se orgulhava em não depender de homem nenhum para nada um dia se deparou com a resistência do chuveiro de seu apartamento quebrada, o que resultou num intenso conflito existencial dentro dela mesma. Ela filosofou e remoeu por diversas vezes a questão da resistência do chuveiro relacionada à “opressão patriarcal”; chegou a passar dias sem tomar banho por não aguentar mais a água fria; procurou em vão a ajuda da mãe e de outras amigas feministas para fazer o serviço; e quase caiu na tentação de pedir ajuda aos porteiros do condomínio (isto é, HOMENS) e pagar 40 reais pelo conserto – tudo isso só para descobrir que bastava encaixar as conexões da resistência nova nos lugares certos do chuveiro! Mais hilário e retardado foi a reação dela: “Menos de dois minutos para desconstruir mais um dos disparates da mentalidade patriarcal”; para ela, a resistência do chuveiro simbolizava a privação da mulher pelos homens do direito de se virar sozinha!
O que nos fez lembrar de várias outras coisas que homens fazem de maneira corriqueira e mulheres se acham o máximo quando fazem: dirigir carros, jogar futebol, fazer uma conta matemática mais complicada, estudar... a própria autora do artigo é uma educadora política, isto é, alguém que já até passou da fase da faculdade e, no entanto, se faz parecer uma dondoca de 15 anos com sua lógica infantil de independência. Ao ver o dilema existencial que ela passa para trocar uma resistência de chuveiro, você poderia imaginar feministas morrendo de fome se cozinhar fosse culturalmente “coisa de homem” (coisa que ela provavelmente não sabe, dada a estreita relação com a mãe dela na hora de resolver os problemas mais banais – mas é só suposição).
Bem, onde queremos chegar: existe uma coisa que as mulheres e muitos homens na sociedade feminista não se dão conta – é a diferença entre autonomia e independência.
segunda-feira, 25 de março de 2013
Feminismo: muito além do aborto
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Para mostrar a você, de uma vez por todas, o quanto estamos numa sociedade feminista, iremos ilustrar brevemente no que consiste a filosofia por trás da questão do aborto - e que vale para todas as outras reivindicações feministas.
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