Para mostrar a você, de uma vez por todas, o quanto estamos numa sociedade feminista, iremos ilustrar brevemente no que consiste a filosofia por trás da questão do aborto - e que vale para todas as outras reivindicações feministas.
Abortar, no conceito geral da palavra, significa interromper alguma coisa que não está dando certo e pode levá-los a uma situação complicada. Por exemplo, os aviadores abortam a decolagem quando o avião apresenta alguma pane antes de sair do solo. Pois bem, abortar uma gravidez significa interrompê-la porque existe algo fora do lugar que levará os envolvidos a arcar com consequências sérias e duradouras. Mas, diferentemente de abortar uma decolagem por alguma coisa imprevisível que aconteceu durante o curso, a decisão de abortar uma gravidez vem de circunstâncias muito mais banais; vem da negligência de cuidados que, se seguidos, evitariam a gravidez em primeiro lugar.
Só que nada disso impediu que mais gravidezes indesejadas ocorressem. Por quê? Porque a irresponsabilidade sexual é tão grande hoje em dia que muitas pessoas não se previnem, já que cresceram acostumadas a uma filosofia pregando que sempre haverá alguém para protegê-los das consequências de seu mau comportamento e sua irresponsabilidade; cresceram acostumadas a jogar os problemas para debaixo do tapete. E então chegamos na situação de dois adolescentes irresponsáveis se deparando com uma gravidez em seu frágil relacionamento, iniciado numa ficada na noite anterior. Os dois são pegos de surpresa, o rapaz dá pra trás e a moça finge que está num sonho. Resultado = nenhum dos dois assume a responsabilidade pelo relacionamento nem pela nova vida – que acaba virando o próprio problema.
Todo esse problema das pessoas procurando livrar o seu da reta transferindo responsabilidades para outras pessoas é fruto do condicionamento dado pela sociedade feminista, cuja única intenção é acomodar e normalizar pessoas e comportamentos problemáticos em um novo modelo social de padrão completamente insustentável e infantil. Homens também fazem isso; principalmente aqueles que são criados por mães solteiras, aprendem a agir igualzinho a elas: “Eu não sei do que você está falando”, “Eu estava brincando” e “Fulano me fez fazer aquilo” é constante em seu repertório de frases feitas para anular a própria culpa diante das coisas erradas que fazem.
Ainda quer mais uma prova de que o feminismo está impregnado na sociedade num nível que você jamais ousou imaginar? Veja a força do ativismo gay hoje em dia. O que os gays defendem – a criminalização do livre pensamento e a busca em acomodar comportamentos anormais e problemáticos – é exatamente a mesma coisa que as feministas defendem. Eles inclusive fazem protesto juntos. A única diferença é que o feminismo encontrou bem menos resistência da sociedade para implementar políticas exclusivas em benefício a apenas uma parcela da sociedade e censurar opiniões críticas à vontade, com severas punições.
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