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sábado, 14 de setembro de 2013

Jessica Olien: "A solidão é mortal"

O isolamento social mata mais pessoas do que a obesidade faz e é tão estigmatizado quanto.

Jessica Olien, 23 de agosto de 2013. Fonte: Slate Magazine

No inverno, eu me mudei de Nova York para Portland, Oregon. As razões para a minha mudança eram puramente lógicas: Nova York era caro e estressante; e Portland, pensei, me ofereceria o espaço e tempo necessários para fazer meus trabalhos.

Ao chegar, eu aluguei uma casa e, felizmente, saí em busca dos "meus amigos". Fui a parques, livrarias, bares e encontros. Até tentei jogar golfe. Não é que eu não conheci pessoas. Eu conheci. Só que eu não senti nenhuma conexão com eles.

Pra quem já foi social e otimista, me tornei triste e levemente paranóica. Eu sabia que precisava me conectar com pessoas para me sentir melhor, mas eu sentia como se eu fisicamente não pudesse lidar com mais interações vazias. Acordei no meio de uma noite em pânico. À tarde, a solidão vinha em ondas como uma febre . Eu não tinha idéia de como corrigir isso.

Sentindo-me incerta, comecei a pesquisar sobre solidão e me deparei com vários estudos recentes e alarmantes:  a solidão não está apenas nos fazendo mal, ela está nos matando. A solidão é um grave risco para a saúde. Estudos sobre isolamento social com pessoas idosas concluíram que aquelas sem interação social adequada tinham duas vezes mais chances de morrer prematuramente. O aumento do risco de mortalidade é comparável à do cigarro. E duas vezes mais perigosa que a obesidade.


domingo, 1 de setembro de 2013

Pessoas são importantes

Você parou para pensar no quanto as pessoas ao seu redor são importantes na sua vida? 

Pense no seu dia-a-dia: Você come pão no seu café da manhã, que possui ingredientes produzidos por várias pessoas numa complexa cadeia produtiva antes de chegar à sua mesa. Você pega o ônibus para ir ao trabalho; o ônibus, assim como o pão, foi produzido por várias outras pessoas numa cadeia produtiva; ele pertence a uma companhia conduzida por outra pessoa, que contrata e paga o motorista e o cobrador que ajudam você e outras pessoas irem de um ponto A a um ponto B. Você trabalha numa companhia junto com pessoas com quem convive diariamente, e trocam assuntos, e por vezes vão a um happy-hour juntos.

Pense na sua família: Você só é o que é porque seus pais fizeram vários sacrifícios para cuidar de você quando você não era capaz nem de segurar seu próprio xixi. E graças a eles, você sabe que sempre tem alguém com quem possa confiar incondicionalmente. 

Pense no mundo: Todas as pessoas moram em aglomerados urbanos de diferentes tamanhos. Há uma razão para elas preferirem morar nas cidades ao invés do campo; há uma razão para as cidades turísticas mais visitadas do mundo não serem necessariamente as com mais paisagens naturais, e sim as com maior infraestrutura para receber turistas; e há uma razão para muitos viajarem para apreciar coisas construídas pelo homem, como a muralha da China, os aquedutos romanos, cidades incas etc.

Há muitos e muitos sinais ao seu redor de que você não é totalmente independente das outras pessoas, inclusive daquelas que você nem conhece. Não importa quem seja, todas as pessoas são importantes na sua vida. Sem elas, você estaria como um náufrago em uma ilha deserta, tendo que se virar pra cortar coco com pedras, aprender a caçar, pescar e se abrigar através das formas mais primitivas e passar as noites conversando com uma bola de futebol perdida, trazida à costa por alguma corrente marítima. 


quinta-feira, 23 de maio de 2013

Seis duras verdades que te farão uma pessoa melhor - final

Por David Wong, da DW's End Times Report (cracked.com)

Veja a 1ª parte do artigo caso esteja de chegada agora.

3. Você se odeia porque não faz nada


"Peraí, então, você tá dizendo que eu devia pegar um livro sobre como conquistar garotas?"

Só se no passo 1 do livro estiver "Comece a se tornar o tipo de pessoa que as garotas querem precisam por perto."

Porque esse é o passo que se pula - é sempre "Como eu posso arrumar emprego?" e não "Como eu posso ser o tipo de pessoa que os empregadores querem?" É "Como eu posso fazer garotas bonitas gostarem de mim?" em vez de "Como eu posso me tornar o tipo de pessoa que as garotas bonitas gostam?" Veja, porque as segundas perguntas requerem que você largue muitos de seus hobbies e preste mais atenção em sua aparência, e Deus sabe mais o quê. Talvez você até mesmo tenha que mudar sua personalidade seu comportamento.

"Mas por que eu não posso encontrar alguém que goste de mim como eu sou?", você pergunta. A resposta é que as pessoas precisam de coisas. A vítima está sangrando, e tudo o que você consegue fazer é baixar a cabeça e reclamar por não existir ferimentos de bala que se curem por si?


Seis duras verdades que te farão uma pessoa melhor - parte 1

Por David Wong, da DW's End Times Report (cracked.com)

2013, filhos da mãe. Sim! VAMOS FAZER ISTO.

"Fazer o quê?", você pergunta. EU NÃO SEI. VAMOS DESCOBRIR JUNTOS, FILHOS DA MÃE.

Sinta-se à vontade pra parar de ler isto se sua carreira estiver ótima, se estiver empolgado com sua vida e feliz com os seus relacionamentos. Aprecie o resto do dia, amigo, que este artigo não é pra você. Se você faz um bom trabalho, estamos orgulhosos contigo. Então não se sinta como ter dado um clique à toa, veja uma imagem de Lenny Kravitz com um cachecol gigante:



Para o resto, eu quero desafiá-los a uma coisa: Liste cinco coisas impressionantes em você. Escreva-os ou apenas grite-os em seu quarto. Mas tem um porém - você não pode listar nada do que você é (ex., sou um cara legal, sou honesto), em vez disso você deve listar coisas que você faz (ex., Eu ganhei um torneio nacional de xadrez, eu faço a melhor pimenta do Massachussets). Se achou difícil, bem, isto aqui é pra você, e você vai odiar pra caralho lê-los. Minha única defesa é que eu gostaria de que alguém tivesse me dito isto por volta de 1995, mais ou menos.


sexta-feira, 22 de março de 2013

Conversa com mulher planejando largar o marido

O que você lerá a seguir é a transcrição de uma conversa de chat ocorrida em novembro de 2010 entre Prof. Plum e uma mulher que estava planejando abandonar o marido. A transcrição original em inglês está aqui.

11:30 am
MulherDesapontada: Me desculpa. Eu sou nova aqui, tentando entender as coisas. Eu tenho algumas perguntas e estava esperando alguém que pudesse me ajudar.

11:41 am
Prof. Plum: No que a gente pode te ajudar?

MulherDesapontada: Oi! Desculpa... eu estava lendo os posts.

Prof. Plum: Sem problema.

MulherDesapontada: Com certeza, você sabe que eu sou mulher...

11:42 am
Prof. Plum: Posso? Pelo seu avatar, você pra mim parece um homem negro de pé no meio de uma tempestade de neve.

MulherDesapontada: rsrsrs, agora que você disse isso, sim, eu pareço. Eu não mudei nem atualizei nada porque não planejava ficar aqui por muito tempo.

Prof. Plum: Agora que você confessou ser mulher, vou botar meu pinto de volta na cueca... Qual é sua dúvida?

11:43 am
MulherDesapontada: Eu estou com um problema em fazer meu marido se virar sozinho, e, bem... está se tornando um problema velho.

Prof. Plum: Este chat é público. Nós temos um monte de visitantes. Não existe restrição de tempo para navegar. E, rá, isto parece ser um problema comum que eu ouço de várias mulheres hoje em dia.

MulherDesapontada: Sim... me conte um pouco disto!


sábado, 19 de janeiro de 2013

A miséria da mulher sob o feminismo

A geração atual de mulheres tem sido convencida de que só alcançará a felicidade plena sendo totalmente independente e competindo de igual para igual com os homens no mercado de trabalho. Ficar apenas em casa cuidando do marido e dos filhos passou a ser visto pela sociedade como algo deprimente; até mesmo os pais de uma filha que opta por seguir esse caminho tradicional desprezam-na por tal escolha.

No entanto, por trás de toda a celebração da independência feminina, existe algo nefasto se desenrolando: mais independentes e gozando de mais opções na vida - além dos privilégios especiais que elas ganham da sociedade feminista - , as mulheres agora estão ficando paradoxalmente mais infelizes. 

Evidências disso  não faltam. A primeira delas é o aumento do uso de remédios antidepressivos, que vêm sendo alertado por várias pesquisas e especialistas em medicina, uma delas mostrada abaixo:
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