O texto que você verá abaixo é a tradução de um artigo de Murray Straus, reproduzido na íntegra pelo site A Voice For Men.
Murray Straus é professor de Sociologia e co-diretor do Laboratório de Pesquisas sobre Famílias da Universidade de New Hampshire. Neste artigo, ele revela o jogo sujo que feministas fanáticas e seus apoiadores fazem para forçar a implementação de sua ideologia no governo, na ciência e no direito. Mentiras, pseudociência e corrupção andam de mãos dadas aqui. Prepare-se:
Como feministas corrompem pesquisas de violência doméstica
Por Murray Straus
Processos que explicam a ocultação e a distorção de evidências de simetria de gênero em violência praticada por parceiros
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Prof. Murray Straus |
O artigo de Grahan-Kevan documenta largamente evidências cabais de que a teoria do “domínio patriarcal” na violência praticada por parceiros (VPP daqui em diante) explica apenas uma parte da VPP. Além disso, mais evidências disso vêm surgindo. Para pegar apenas um exemplo, análises de dados de 32 países do Estudo Internacional da Violência em Relacionamentos (Straus, 2007) (Straus e International Dating Violence Research Consortium 2004) [1] encontrou índices de agressão praticamente iguais e a predominância de violência mútuas em todas as 32 amostras, incluindo nações não ocidentais.
Além disso, os dados daquele estudo também mostram que, nos casais em um relacionamento, a dominância e o controle da mulher ocorre com tanta frequência quanto a do homem e está fortemente associada à prática de VPP por mulheres, assim como por homens (Straus, 2007). Graham-Kevan também documenta a falta de evidências que indiquem a eficácia da prevenção e do combate através da visão do domínio patriarcal. Na minha opinião, pode ser mais apropriado dizer que o sucesso adquirido na prevenção e combate da VPP foi adquirido sem a influência das restrições impostas focando exclusivamente na eliminação da dominância masculina e da misoginia, importante como ela é como um fim em si mesma.
O artigo de Graham – Kevan levanta a questão de como uma teoria explicativa e uma modalidade de combate tem persistido por 30 anos e ainda persiste, apesar de centenas de estudos que provam evidências de que a VPP tem muitas causas, não apenas dominância masculina. A resposta é que ela emergiu de uma convergência de um grande número de diferentes fatores históricos e sociais. Um deles é que a simetria de gênero na prática de violência praticada por parceiros é inconsistente com a dominância masculina em quase todos os outros crimes, especialmente crimes violentos. Outro é que a maior taxa de ferimentos sofrida por mulheres vítimas de VPP traz com muito mais frequência a vitimização feminina à atenção pública.