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domingo, 22 de setembro de 2013

Para a ONU, se você é homem, automaticamente você é violento

Este post é rápido e baseado em uma imagem que fala por si só: A Organização das Nações Unidas distribui para o mundo todo um artigo sobre violência cometida por parceiros íntimos que classifica VOCÊ, homem, como VIOLENTO. E não há nada que se possa fazer, porque ser homem é automaticamente ser violento para eles, como mostrado no diagrama abaixo, presente na página 3 do artigo cujo link está na própria imagem:


Não iremos repetir o quanto é mentirosa a ideia de que o homem promove a violência doméstica, pois já existem evidências do quanto isto é baseado em pesquisas fraudulentas

Mundo machista? Ah, vá! Aqui nós mostramos que o mundo é MAIS FEMINISTA DO QUE VOCÊ JÁ IMAGINOU! Bem-vindo!

sábado, 17 de agosto de 2013

Blogueiras feministas querem que homens não tenham direito à justiça

Isto é pra você ver que todo esse papo de "igualdade" e justiça sem "tratamento diferenciado por gênero" que feministas dizem por aí é só balela pra te distrair do real objetivo de dar à mulher meios de controlar o homem como um cachorro bem adestrado (com o auxílio, claro, de outros "homens"). 

E para conseguir isso, todo golpe baixo e sujo é bem vindo; o mais sujo e eficiente destes é a falsa acusação de estupro, que tem virado febre entre biscates e vagabundas que procuram se vingar de seus parceiros sexuais e/ou homens indesejados pelos motivos mais fúteis possíveis. E como em nossa sociedade mulheres têm direito de fazer tudo o que um homem faz SEM ser obrigada a ser responsável por nada, muito menos pela sua sexualidade, a cada acusação a sociedade sai à caça do homem acusado e arruína a sua vida e nome antes mesmo que ele possa se defender delas.

Muitos homens estão se levantando contra esta hipocrisia. Mas a reação de certas feministas militantes em blogs e portais de mídia só mostra que na sociedade feminista, acusação contra homens deve ser sempre SENTENÇA DE CULPA, mesmo que a acusação em questão seja falsa; o importante é arruinar o homem pois ele é sempre "o vilão".

Da Community of the Wrongly Accused:

Uma nova era: agora é aceitável zombar abertamente qualquer um que manifesta preocupação com a ruína de inocentes acusados ​​de estupro


Community of the Wrongly Accused

Quinta-feira 27 junho, 2013

Nas últimas semanas, obras de escritores proeminentes da Jezebel, The Frisky, e Salon - sites de inclinação progressista - jogaram ofensas e ridicularizaram abertamente pessoas que defendem os direitos dos acusados de agressão sexual. Ironicamente, cada uma dessas partes poderia ter sido escrita pelo tipo de lei e ordem que direitistas que normalmente se opunham à expansão dos direitos individuais em todos os meios. Os artigos são indignos de refutação séria.



quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Relato: "Mesmo sendo destacado, percebi que minha vida não tinha sentido"

Eu sou Vagner. Tenho trinta anos, sou casado há quatro e tenho um filho de três. Sou professor nos anos finais de ensino médio aqui em SP, mas antes disso, fui professor por seis anos em SC e também já fiz de tudo, como ser corretor imobiliário, locutor, trabalhar em gráfica, em fazendas, ser ajudante de pedreiro, vender carros e fazer cobranças.

Eu vim de uma família pobre do interior do Rio Grande do Sul. Sou o mais velho de cinco filhos. Meus irmãos são dois homens e duas meninas. Meu pai trabalhava muito e ganhava bem, mas jogava todo seu dinheiro em noitadas, jogos, bebidas e mulheres. Muitas vezes minha mãe teve de pedir comida aos amigos ou desfazer-se de móveis (como a televisão e a geladeira) para podermos comer. Além disso, meu pai sempre foi ausente na minha infância. Era um homem que não se interessava por nada do que eu fazia, embora eu fosse sempre elogiado pelos vizinhos como o mais trabalhador, o mais educado, o mais estudioso e o mais responsável. Já a relação com minha mãe era conturbada. Por vezes ela nos espancava sem motivo, ou fazia chantagens para nos cobrar obediência. Quando nos rebelávamos, ela dizia: “é assim que vocês pagam por todo meu esforço em educá-los? Por que vocês não valorizam meu amor por vocês? É esta a minha recompensa?” Estava sempre doente, deprimida e se sentindo sozinha. Meu pai nunca soube o que fazer com uma esposa mal educada e geniosa, nem mesmo o que fazer para educar seus filhos. Sempre o via como um homem irresponsável, já que gastava seu dinheiro e deixava sua família passar necessidades que ele podia satisfazer. Para piorar, meus pais saíam e retornavam para religiões evangélicas várias vezes por ano e eu era criado na base do medo. Me sentia culpado por tudo: meus desejos, meus pensamentos e meu corpo. Mês sentia culpado por ser homem. 


quarta-feira, 24 de julho de 2013

Falsas acusações de estupro: um assalto à Justiça

Por Bruce Gross, PhD, JD, MBA

Fonte: The Forensic Examiner

Dos 90.427 estupros registrados em 2007, 40% foram resolvidos com prisão ou arquivamento por "meios excepcionais" (FBI, 2008d), com 23.307 desses sendo prisões (FBI, 2008b). O arquivamento de um relatório por meios excepcionais ocorre quando o suspeito conhecido morre antes da prisão ser feita, quando a vítima se recusa a fornecer informação ou assistência necessária para prosseguir com investigação que resulte em prisão, ou quando o suspeito conhecido está respondendo por outro crime em outra jurisdição e sua extradição é negada. A fim de esclarecer um caso por meios excepcionais, os policiais devem ter um suspeito identificado, onde quer que ele pode ser encontrado, e ter provas suficientes para uma prisão legal.


sábado, 6 de julho de 2013

Militante de jornal quer te convencer que feminismo é paz e amor... ahn-ahn!!!!

Uma vadia qualquer da Carta Capital publica um artigo idiota pra tentar te convencer que o feminismo é do bem. No entanto, ela revela sem querer pra que o feminismo realmente veio. E vamos agora PROVAR o que falamos:


terça-feira, 2 de julho de 2013

Artigo DESMASCARA afirmação irresponsável de entidade americana de psicologia

Mais um caso de pseudociência é desmascarado, desta vez em relação à criação de filhos por pais homossexuais.

Charlotte Patterson e Susan Golombok
são autoras da maioria dos artigos citados
pela APA: Coincidência ver pseudociência
sendo produzida por mulheres?
Em 2005, a Associação Americana de Psicologia elaborou um resumo (Brief, ou miniartigo) compilando um total de 59 estudos "científicos" para sustentar a afirmação de que "não foi encontrada nenhuma desvantagem de filhos criados por pais homossexuais em relação a filhos de pais heterossexuais", declarando assim seu apoio à adoção de crianças por homossexuais e à união afetiva. 

O estudo que reproduziremos aqui é uma análise desses 59 artigos que a APA usa para defender a causa gay, descobrindo neles nada menos que falhas metodológicas, amostragem viciada, comparação sistemática de famílias homossexuais com filhos de divorciados/mães solteiras, e conclusões forjadas (sustentar que os dados apontavam tal coisa quando na verdade não apontavam), além da APA ter se omitido a analisar artigos citados por ela mesma, mas cujos resultados contradiziam sua defesa. Enfim, caiu a máscara da militância desta entidade profissional. 

E devido à grande importância de falar a verdade nos dias de hoje, disponibilizamos para você a tradução integral do artigo escrito por Loren Marks, da Universidade da Louisiana e publicado originalmente na Science Direct em março de 2012. Recomendamos a todos lê-lo, pois a linguagem utilizada no artigo é simples, sem muitos jargões técnicos.

Baixe e leia: 


Versão em português por Will Halford com a colaboração de John Romano, Free Bird, SR e willder (Fórum do Búfalo)

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Por que você NUNCA deve pedir conselhos de paquera a uma mulher

Por Prof Plum

Analisando:

A queda do marrentão
POR GIULIA SIMOLO

Você acha uma mulher gostosa, mas ao invés de elogiá-la, você faz uma brincadeira de leve sobre o que ela está vestindo. Você não tem medo de usar a estratégia do marrentão com as mulheres, porque geralmente funciona. Mas se sair pela tangente e interpretarem mal seu jeito marrento, ele pode se voltar contra você. Então aqui está o que você precisa saber antes de jogá-la alguns insultos "engraçados".

O marrento pode insultar
Sim, o vestido parece que poderia ser banido em alguns países, mas rasgá-lo em pedaços com a sua língua afiada não será interpretado pelos ouvidos dela como algo encantador. Olhe, há uma diferença entre provocá-la de leve com alguma coisa e tomar o humor muito longe. Tenha isso em mente: Ela vai gostar você se provocá-la, mas não vai se degradá-la. Para ajudá-lo a discernir entre os dois, teste seus insultos engraçados em suas amigas ou irmãs. Se o queixo delas cair ao chão ou a o olhar delas queimar o seu, então não deve arriscar ter uma bebida jogada na cara por uma mulher sexy no bar.

Então, basicamente, essa vadia estúpida te aconselhá-lo a começar a adaptar suas expectativas para os caprichos problemáticos das mulheres. Claro que ela é estúpida pra porra pra sequer perceber que a mulher não só têm padrões arbitrários para o que acham ofensivo, como também os mudam de momento a momento, dependendo de suas emoções instáveis.


quarta-feira, 15 de maio de 2013

Um breve resumo de mentiras feministas por Warren Farrell

Você agora vai ver um pequeno vídeo feito por Warren Farrell. Warren Farrell é um cientista político e social com uma carreira muito engajada em lideranças estudantis e associações de educação americanas. 

Historicamente feminista, ele já chegou a lecionar estudos feministas e criar grupos onde homens e mulheres experimentavam a inversão dos papeis de gênero. Contudo, durante os anos 80 e começo dos anos 90, ele se conscientizou do problema que o feminismo estava criando na sociedade e passou a pôr em pauta a questão do homem e de seus problemas em seus livros, o que obviamente atraiu a ira mortal destas.

The Myth of Male Power (O mito do poder masculino) é o seu primeiro livro dedicado a revelar mentiras feministas que ele mesmo ajudou a propagar em sua carreira feminista (alguns dos quais já discutimos em posts anteriores), e o vídeo é um resumo desta obra e foi feito na época do lançamento do livro, no começo dos anos 90.

Antes de ver este vídeo, vale ler algumas ressalvas:


terça-feira, 7 de maio de 2013

Sexualização precoce se reflete na escola. Hipocrisia sexual também.

Eliane Trindade, uma das
escritoras dos artigos,
convida você para o
Encontro de Especialistas
em Feminismo na escola
A Folha de São Paulo tocou, segunda passada, no assunto da sexualização dos adolescentes se manifestando dentro do ambiente escolar. Da maneira típica, isto é, se aproveitando da imaturidade dos adolescentes em aplicar suas expectativas para demonizar a sexualidade masculina:

Aluna de 13 anos de colégio particular denuncia assédio sexual praticado por colegas
Fonte: Folha

[Uma] garota, do oitavo ano, diz ter sido assediada sexualmente por três meninos do nono ano. Segundo ela, os meninos mandaram uma mensagem de celular falsa, em nome de um amigo dela, marcando um encontro para depois da aula de inglês.

A instituição suspendeu os meninos por sete dias e se viu na obrigação de debater o fato, já que versões aumentadas ganharam os corredores. Uma orientadora percorreu as turmas do quinto ao nono ano esclarecendo 500 alunos.

"É grave, mas não se trata de estupro", informou a direção da escola. [...] "Não houve violência física, mas desrespeito. Estamos trabalhando a questão e acreditamos ser possível reverter a situação dentro da escola", disse a coordenação.

A família da garota decidiu não levar o caso à polícia. "Estamos tomando as decisões com o colégio", diz a mãe da menina, que é professora na mesma instituição.

Os pais dos meninos não quiseram se manifestar. A garota também não quer mais tocar no assunto. Sua mãe diz respeitar a decisão, mas afirma: "Escolhemos viver a situação, e não esquecê-la. Estamos atentos às consequências e abertos ao diálogo".

Ao longo da matéria, vários especialistas são contatados para darem seus palpites, e todas as opiniões convergem para o mesmo ponto: meninos são o problema, pois não sabem respeitar meninas. Separamos todas as citações abaixo, tanto de especialistas demonizando a sexualidade masculina...


domingo, 28 de abril de 2013

A falácia da "mulher do século XXI" - artigo

Frequentemente se ouve das pessoas por aí que a mulher mudou em sua essência, e hoje temos a tal "mulher moderna", que é independente, forte, determinada, multitarefa, incapaz de se apegar a alguém e de postura ativa e autoritária; que "prefere[e] o vôo solo a um vôo conjunto[,] não constitu[indo] famílias", ou "dit[a] as regras da própria vida e form[a] uma família diferente dos padrões normais, onde ela desempenha o papel de pai e mão ao mesmo tempo, por optar em ter filhos em produções independentes."; e que já não quer mais "estar a sombra da figura masculina, com poder mínimo de decisão" (fonte). Também, muitos homens reforçam esta crença quando, ao se depararem com um monte de problemas nos relacionamentos que não eram frequentes até pouco tempo atrás (comportamento de vadia, divórcios), concluem que a mulher realmente mudou em sua essência, ou até mesmo revelou sua verdadeira essência, seu "lado obscuro", que tinha sido repreendido por muito tempo.

Será mesmo? Vamos ver:


quinta-feira, 25 de abril de 2013

UOL ensina filhas adolescentes a serem passivo-agressivas com seus pais

A internet é um campo vasto de troca não só de informações, como também de opiniões, experiências e compartilhamento de reações. Como quem faz a internet é cada um de nós e nós somos seres sociais, a internet também reflete a sociedade. Assim, há certas coisas na rede que só podem ser aproveitadas por pessoas que já possuem alguma vivência e responsabilidade, e a internet também pode esconder grandes armadilhas para quem não tem experiência em lidar com ela. 

Por isso, penso que tem menos de 18 anos não deveria nem estar navegando nela. Deveria estar na escola aprendendo a escrever direito, a pensar racionalmente e a respeitar a apreciação pública, podendo navegar na internet apenas acompanhadas de maiores e sem criar perfil em rede social. Os pais devem estar de olhos bem abertos com o que seus filhos e filhas fazem na internet. É primordial que eles façam isso enquanto seus filhos não são capazes de assumir responsabilidade pelos seus próprios atos.

Se isso fosse seguido à regra há muito tempo, não haveria como a blogosfera e os fóruns de discussão serem dominados por hordas de comentaristas infantis e covardes e spammers poluindo ambientes criados para troca de informações e debate inteligente, e muito menos crianças sujeitas aos riscos de serem vítimas de pedofilia. 

No entanto, o que se vê hoje são pais permissivos que não dão bola para o que suas crianças estão fazendo. Então, elas vagueiam por todos os cantos da rede e mergulham nas redes sociais, entrando em contato com desconhecidos de todo tipo. Até mesmo ganham smartphones e tablets para aproveitar a internet sem limites e com o máximo de privacidade.


terça-feira, 23 de abril de 2013

Para você que pede permissão para tudo...

Por Prof. Plum

A interação social é uma interrupção. Você foi ensinado a pedir desculpa às pessoas ao interrompê-las, mas nem percebe o quanto sua vida é uma grande interrupção de pessoas que jamais se preocuparam com sua vida, ao menos...

(Link para arte original)

sábado, 13 de abril de 2013

Efeitos da emasculação: a falta de autoridade

Continuando com a série de posts comentando sobre os efeitos da emasculação, iniciado aqui, iremos falar hoje sobre outro efeito muito claro da emasculação do homem. Um efeito tão gritante que até mesmo mulheres se perguntam: por que o homem é tão ingênuo:

"Amor, espere! Me desculpe por
ter desconfiado de você ontem!"
[N]ão entendo como os homens ficam praticamente cegos diante das artimanhas das mulheres. E cá para nós, que ninguém venha dizer que as mulheres [...] não fazem artimanhas! Em maior ou menor grau, todas nós fazemos – seja mentindo sobre uma dor de cabeça inexistente, seja marcando um compromisso justamente no horário das visitas semanais à casa da sogra, seja dizendo “pode deixar a prevenção por minha conta, estou tomando pílula”!

Como eles conseguem ser tão [...] inocentes?

Um rapaz [...] veio [me] comentar que tinha acabado o namoro de apenas quinze dias, porque a menina andava pegando demais no pé dele. [Ela] exigiu que ele desse a senha do Orkut. E ele deu! [P]erguntei: “Tá, mas você trocou a senha depois que terminou, né?”. Ele arregalou os olhos. “Mas a senha do Orkut não é a mesma do seu e-mail pessoal, né?”. Arregalou mais ainda os olhos e disse, já suando: “Eita porr[a]”! E esse rapaz não era nenhum bobinho, muito pelo contrário. [V]ive rodeado de meninas, [é] do tipo que enrola três mulheres ao mesmo tempo, [e] esse rapaz vai e dá para uma menina que ele mal conhecia a senha do Orkut e do seu e-mail pessoal... Santa inocência, Batman!

Há um tempo atrás, em um post anterior, um leitor me perguntou sobre como lidar com mulheres que fingem  respeitar o homem durante um namoro e viram a casaca depois de casarem. Ao ler o comentário, logo percebi o que custa um pouco a ser percebido pela maioria dos homens hoje: eles sabem, sim, que estão sendo desprezados, enganados e feitos de trouxa por quem lhes deve respeito - afinal, se não soubessem, como admitiriam que existem mulheres que fingem respeitar o homem? - só que eles fingem não estar acontecendo nada.

Por quê?

Simples: eles renunciam às suas próprias expectativas em um relacionamento.


terça-feira, 9 de abril de 2013

Feminismo, uma história de mentiras - volume 05

Pelo staff da Manhood Academy

O que feministas dizem sobre mulheres na presidência das empresas:

 
Deveria haver mais mulheres na presidência é o que revela um estudo – e não apenas em nome da igualdade. Elas são melhores chefes que os homens, por serem mais justas e terem mais escrúpulos.

Isto quer dizer que empresas com mulheres na chefia são mais propensas a fazerem melhores decisões em benefício de todos, de investidores a membros da equipe, em vez de beneficiar apenas os mandachuvas.

Mulheres também tendem a consultar outras pessoas no processo de tomada de decisões, levando a um maior sentimento corporativo na empresa.

De fato, o estudo, que pesquisou 600 executivos, concluiu que companhias com mais influência feminina têm mais sucesso do que outras empresas dominadas por homens.

E o que a VIDA REAL revela:

domingo, 10 de março de 2013

Bolsa Família: "indepedência" feminina paga com o SEU DINHEIRO

Na última sexta-feira, pleno Dia Internacional da Mulher, o UOL veio com uma reportagem reveladora, mas cujo tema já é discutido no livro "Princípios Que Regem a Interação Social": as políticas de transferência de renda que substituem o papel do homem como provedor da família e, de quebra, acabam promovendo a multiplicação da praga das mães solteiras pela sociedade ao dar-lhes um escudo financeiro.

O pagamento do Bolsa Família tornou as mulheres nordestinas mais independentes e, por sua vez, menos necessitadas de manter casamentos exclusivamente para garantir renda e sustentar os filhos. [...] o Bolsa Família tem sido apontado como um fator "encorajador" às mulheres a buscarem separação.

A independência financeira é apontada como fator decisivo na hora da separação. Segundo a pesquisa do Registro Civil 2011, do IBGE, o número de separações é sempre maior nos Estados mais ricos. [Mas é] nos Estados mais pobres que o índice de divórcios mais cresceu proporcionalmente nos últimos anos. No Maranhão, por exemplo, o índice aumentou 175% entre 2009 e 2011, saltando de 0,4 por mil para 1,1. Em Alagoas, a taxa também mais que duplicou, saltando de um para 2,4 por mil casamentos. Ceará e Piauí também viram seus índices duplicarem em dois anos.

A razão disso tudo, segundo o UOL, pode ser resumida em apenas uma sentença:

Antes, por conta da dependência financeira dos maridos, muitas mulheres largavam mão do trabalho para cuidar dos filhos e se tornavam "reféns financeiras"  do marido. 

:giggle:

sexta-feira, 1 de março de 2013

Feminismo, uma história de mentiras - volume 4

Ao contrário do que a baboseira dos lobistas da igualdade de gênero dão a entender, as mulheres não estão nem um pouco carentes de assistência médica. É o que você vai ver abaixo num artigo que, apesar de escrito há muito tempo (1994), continua atual devido à insistência do governo de abrigar feministas sob suas asas. Você vai se lembrar dele toda vez que ouvir um político falar de mais serviços de atendimento à mulher:

O mito do preconceito à mulher no sistema de saúde
Apesar de normalmente se acreditar que o sistema de saúde americano serve e beneficia homens com pesquisas ao custo da saúde das mulheres, a verdade revela ser exatamente o oposto.

Por Dr. Andrew G. Kadar, publicada em agosto de 1994 na The Atlantic Monthly, vol 274, p. 66-70

“Quando se trata em pesquisas e serviços médicos, as mulheres não podem ser mais tratadas como cidadãs de segunda classe.” Assim disse [Bill Clinton, na época] o presidente dos Estados Unidos, em 18 de outubro de 1993.

Ele e a Primeira Dama [Hillary Clinton] tinham acabado de receber uma recepção para a Coalizão Nacional para o Câncer de Mama, um grupo lobista, após receberem uma petição com 2,6 milhões de assinaturas que exigia mais verbas para a prevenção e o tratamento para o câncer de mama. Enquanto os Clintons se reuniam com os líderes do grupo na Ala Leste da Casa Branca, mil manifestantes faziam passeata nas ruas em apoio. O presidente ecoou  a palavra deles, condenando a negligência do atendimento médico a mulheres.
 
Dois anos antes, Bernadine Healy, então diretora do Instituto Nacional de Saúde, fez a acusação de que “as mulheres tem sido frequentemente tratadas  com menos igualdade em [...] atendimento médico.” Mais recentemente, a representante Pat Schroeder, co-diretora da Reunião do Congresso sobre os Problemas das Mulheres, apoiou leis para “assegurar que pesquisas biomédicas jamais ignorem mulheres e sua saúde.” Os artigos dos jornais expressaram os mesmos sentimentos.

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Ciência diz por que a autoajuda NÃO te ajuda

“A leitura amplia fronteiras e desenvolve seu cérebro.” Isso é um clichê repetido por muitas pessoas quando querem te aconselhar a ler qualquer livro que você vê pela frente. Mas será que todo tipo de leitura realmente ajuda a desenvolver sua capacidade de lógica e raciocínio? Claro que não; no meio de livros e autores cuja prosa te leva a experimentar as mais variadas sensações e despertar seus sentimentos e sua atenção, existe muito lixo por aí que não merece nem ter a contracapa lida, pois trata-se algo que apenas te distrai em vez de adicionar conhecimento. Eu digo isso por experiência própria de estar em contato com livros desde os cinco anos de idade.

E agora a ciência chegou à mesma conclusão em um trabalho recente, mostrado pela matéria abaixo:

terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Feminismo contra a liberdade de expressão - 01


Martha Rocha: contra crimes de pensamento

Este post é dedicado a falar sobre como o feminismo concentra esforços para calar os homens que dizem NÃO ao cerceamento da liberdade de expressão e dos direitos civis para eles e têm peito para FALAR A VERDADE sobre o desempenho das mulheres  em funções que não foram feitas para elas.

Em um espaço de apenas um dia, um delegado que resolveu desabafar sobre os privilégios que as mulheres recebem na polícia foi difamado pela Veja. O detalhe é que a "chefa" da polícia do Rio é feminista. Segue a notícia abaixo, adaptada das reportagens da Veja e do UOL:

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

A sexualidade feminina - Eliminando dúvidas


Hoje recebemos um comentário de um leitor anônimo discordando dos pontos sobre a sexualidade feminina mostrados nesta série de posts "A sexualidade feminina". Para quem ainda não leu, sugiram que leiam antes de lerem o comentário e o resto do post que seguem abaixo:
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