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segunda-feira, 31 de março de 2014

Não merecemos ser estuprados! (mentalmente)

 A política pública que visa coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher far-se-á por meio de um conjunto articulado de ações da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios e de ações não-governamentais, tendo por diretrizes:

(...)

II - a promoção de estudos e pesquisas, estatísticas e outras informações relevantes, com a perspectiva de gênero e de raça ou etnia, concernentes às causas, às conseqüências e à freqüência da violência doméstica e familiar contra a mulher, para a sistematização de dados, a serem unificados nacionalmente, e a avaliação periódica dos resultados das medidas adotadas;

Foi com este aval dado pela Lei Maria da Penha, e os recursos financeiros garantidos por ela, que o Ipea nos presenteou, na última quinta-feira, com uma pesquisa que analisa o que os brasileiros pensam a respeito da responsabilidade pessoal da mulher no caso dela se envolver em risco de sofrer violência - ou se preferir, analisar o quanto a filosofia feminista de "responsabilidade pessoal zero para a mulher" está impregnada em nossa cultura.

Entre outras coisas, a pesquisa revelou que o brasileiro acha que:

- 64,3% concordam, total ou parcialmente, que a mulher não deve satisfazer o marido na cama, mesmo "sem vontade";
- 73,1% discordam que a questão da violência contra a mulher recebe mais importância do que merece;
- 85% concordam, total ou parcialmente, de que quando há violência, os casais devem se separar;

segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Machismo não existe

Este post também está disponível em:
http://attmasculina.blogspot.com.br/2014/02/machismo-nao-existe.html

Acredito ter visto, nesses últimos dois meses, a palavra "machismo" estampada nos portais de notícia mais vezes do que em todo o ano passado, e já estou cheio disso. Inclusive este blog vem sendo visitado por mais feministas, que não deixam de soltar nos comentários os mesmos posts depreciativos e repetitivos de sempre. Mas o fato é que esse tal de machismo não existe, e eu vou te mostrar o porquê.

Esta é uma boa hora para mostrar a você como o feminismo mantém vivo no subconsciente da sociedade suas teorias e dogmas fraudulentos, pra que você não seja o próximo a cair na armadilha do silêncio que elas montam com artifícios baixos.



segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

[EXTRA!] No Rio, feministas fazem demonstração de (falta de) bravura em "toplessaço"

Fonte: Terra; versão Manhood Academy Brasil

Era para ter sido o primeiro topless em massa na praia de Ipanema, mas a convocação atraiu mais jornalistas e homens oportunistas do que mulheres. A encarnação em cima das putas de atenção não faltou no primeiro "toplessaço" do Rio – organizado neste sábado para marcar o primeiro dia do verão e fazer campanha para que a prática deixe de ser crime e seja vista como natural. Mas as reações na areia mostram que a realidade ainda está muito longe disso.


sexta-feira, 27 de setembro de 2013

Homem quer padrões para futura namorada e é achincalhado na mídia

Essa vem das feministas da Yahoo! Canada. O título é direto ao ponto: "A busca escrota e ofensiva de um homem por uma namorada":


O "crime" deste homem foi apenas ter postado, em seu anúncio num site de relacionamentos, sua preferência por garotas que não fossem gordas ou vadias. Só que para criar mais indignação pública, antes disso elas aproveitaram o fato dele também ter revelado sua preferência por mulheres brancas para acusá-lo implicitamente de racista. Segue o trecho:


As visões controversas sobre raças e mulheres deste homem charmoso causaram uma grande reação pública. Ele dá a seguinte descrição do tipo de garota que ele procura em seu site:
"Eu não namorarei uma negra. Não me interessa que ela seja uma Hale Berry, eu jamais irei namorar uma negra. E, eu não acredito que brancos e negros possam combinar sexualmente e gerar filhos juntos. Eu acho tudo bem isso entre brancos e hispânicos, mas não com negros. Eu nunca, NUNCA namoraria uma mulher se eu descobrisse que ela tivesse se envolvido ALGUMA VEZ com um homem negro."
E não esqueçam, [ele] jamais namoraria uma "vadia" ou uma "gorda".


Percebe a jogada de primeiro descaracterizá-lo como racista, para depois condenar o padrão de comportamento que ele espera para sua namorada?

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Hugo Schwyzer, ícone feminista, fala a verdade sobre sua vida como uma fraude e um mangina

130811-hugo-schwyzer-abowitz-tease

Depois de anos de mentiras e hipocrisia, Hugo Schwyzer, feminista, professor de pornografia e estudos para mulheres e escritor dos blogs Jezebel e da Good Men Project, fala a verdade num descarrego só:


Fonte: The Daily Beast
12 de agosto de 2013


Você se chamou de fraude em seu Twitter. Como seu trabalho no feminismo é fraudulento?

Várias pessoas têm me escrito com raiva dizendo: "Olha, seu trabalho me ajudou, e o fato de você não ter as credenciais acadêmicas que deveria ter não mudam o fato de que algumas das coisas que você disse são bastante decentes." A fraude foi que eu fingi ter mais credenciais do que eu realmente tinha. É meio estranho alguém se tornar um orador e escritor feminista famoso fazendo apenas dois cursos de graduação em estudos femininos, é isso.

sábado, 17 de agosto de 2013

Blogueiras feministas querem que homens não tenham direito à justiça

Isto é pra você ver que todo esse papo de "igualdade" e justiça sem "tratamento diferenciado por gênero" que feministas dizem por aí é só balela pra te distrair do real objetivo de dar à mulher meios de controlar o homem como um cachorro bem adestrado (com o auxílio, claro, de outros "homens"). 

E para conseguir isso, todo golpe baixo e sujo é bem vindo; o mais sujo e eficiente destes é a falsa acusação de estupro, que tem virado febre entre biscates e vagabundas que procuram se vingar de seus parceiros sexuais e/ou homens indesejados pelos motivos mais fúteis possíveis. E como em nossa sociedade mulheres têm direito de fazer tudo o que um homem faz SEM ser obrigada a ser responsável por nada, muito menos pela sua sexualidade, a cada acusação a sociedade sai à caça do homem acusado e arruína a sua vida e nome antes mesmo que ele possa se defender delas.

Muitos homens estão se levantando contra esta hipocrisia. Mas a reação de certas feministas militantes em blogs e portais de mídia só mostra que na sociedade feminista, acusação contra homens deve ser sempre SENTENÇA DE CULPA, mesmo que a acusação em questão seja falsa; o importante é arruinar o homem pois ele é sempre "o vilão".

Da Community of the Wrongly Accused:

Uma nova era: agora é aceitável zombar abertamente qualquer um que manifesta preocupação com a ruína de inocentes acusados ​​de estupro


Community of the Wrongly Accused

Quinta-feira 27 junho, 2013

Nas últimas semanas, obras de escritores proeminentes da Jezebel, The Frisky, e Salon - sites de inclinação progressista - jogaram ofensas e ridicularizaram abertamente pessoas que defendem os direitos dos acusados de agressão sexual. Ironicamente, cada uma dessas partes poderia ter sido escrita pelo tipo de lei e ordem que direitistas que normalmente se opunham à expansão dos direitos individuais em todos os meios. Os artigos são indignos de refutação séria.



sábado, 27 de julho de 2013

Como o feminismo destruiu o homem francês

Em um post anterior, você viu como um homem francês fez a proeza de conquistar o coração de uma feminista de editorial, e com sua autoridade fazer com que ela aprendesse a cozinhar e a tomar conta da casa. Fora isso, você já deve ter ouvido muito sobre os franceses serem paqueradores e românticos com as mulheres, do homem francês ter a fama de sedutor nato.

No entanto, isto está longe de ser a realidade do homem francês, como relata um visitante brasileiro do Fórum do Búfalo que já mora na França há bastante tempo. Os homens franceses no geral sentem profundamente culpados e envergonhados por sua sexualidade. E o relato a seguir mostra claramente como o feminismo contribuiu para essa crise de identidade no homem, bem como mostra a miséria das mulheres francesas em consequência disso.

Relato de OFrancês.

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Pela 1ª vez na história, feministas tentam provar que estamos errados. Vamos ver como se saem

Um crítico tentou provar que estamos errados quanto ao propósito da Project Unbreakable de promover hipocrisia sexual e demonização da sexualidade masculina, e pra isso escreveu uma bíblia em 3 partes no tópico original. 

Neste post, pegamos essa crítica, unificamos e procuramos resumir o mínimo possível enquanto deixamos a crítica original neste link, para que não venham dizer que manipulamos o conteúdo da crítica. No entanto, ele está discutido por partes: os parágrafos em azul são a crítica, e a nossa resposta está na formatação padrão do blog. Preparem-se: este é um post longo, mas seremos os mais breves possível nas contra-argumentações:


sábado, 6 de julho de 2013

Militante de jornal quer te convencer que feminismo é paz e amor... ahn-ahn!!!!

Uma vadia qualquer da Carta Capital publica um artigo idiota pra tentar te convencer que o feminismo é do bem. No entanto, ela revela sem querer pra que o feminismo realmente veio. E vamos agora PROVAR o que falamos:


quinta-feira, 4 de julho de 2013

Helen Smith: "Os homens estão desistindo da sociedade"

Enquanto aqui se discute se aprova aos poucos a adoção de vagões exclusivos para mulheres - partindo da presunção de que todo homem é um lobo mau e  estuprador de mulheres - sociedades ainda mais feministas já sentem o impacto desta política perversa e lamentável que está querendo moldar a sociedade de forma que homem e mulher sejam como duas nações inimigas. Texto abaixo de Helen Smith:

Cansados de serem tratados como o inimigo, os homens estão desistindo da sociedade
Por que homens estão boicotando o casamento, a paternalidade e o sonho americano - e por que isso é importante

Como a sociedade chegou ao ponto em que, segundo alega uma ação movida esta semana, um homem que trabalha na mesa da Planet Fitness em Bay Shore, Long Island estava fica com medo de retaliação por entrar nno banheiro feminino para resgatar uma mulher à beira da morte? "Ele disse que não sabia o que fazer e que não era autorizado a entrar no banheiro", uma testemunha disse em uma declaração.

Na Inglaterra, um homem que passava pela criança perdida, Abigail Rae, estava com medo de levá-la à polícia em segurança por temer ser rotulado como um "pervertido". Pouco depois, ela se afogou depois de cair numa lagoa. No inquérito, ele declarou: "Eu ficava pensando que eu deveria voltar. A razão que eu não fiz foi porque eu pensei que as pessoas poderiam pensar que eu estava tentando raptá-la."

Uma pesquisa realizada em nome de uma instituição de caridade infantil britânica relata que muitos homens se recusam a ajudá-los por temerem ser rotulados pedófilos.

terça-feira, 2 de julho de 2013

Artigo DESMASCARA afirmação irresponsável de entidade americana de psicologia

Mais um caso de pseudociência é desmascarado, desta vez em relação à criação de filhos por pais homossexuais.

Charlotte Patterson e Susan Golombok
são autoras da maioria dos artigos citados
pela APA: Coincidência ver pseudociência
sendo produzida por mulheres?
Em 2005, a Associação Americana de Psicologia elaborou um resumo (Brief, ou miniartigo) compilando um total de 59 estudos "científicos" para sustentar a afirmação de que "não foi encontrada nenhuma desvantagem de filhos criados por pais homossexuais em relação a filhos de pais heterossexuais", declarando assim seu apoio à adoção de crianças por homossexuais e à união afetiva. 

O estudo que reproduziremos aqui é uma análise desses 59 artigos que a APA usa para defender a causa gay, descobrindo neles nada menos que falhas metodológicas, amostragem viciada, comparação sistemática de famílias homossexuais com filhos de divorciados/mães solteiras, e conclusões forjadas (sustentar que os dados apontavam tal coisa quando na verdade não apontavam), além da APA ter se omitido a analisar artigos citados por ela mesma, mas cujos resultados contradiziam sua defesa. Enfim, caiu a máscara da militância desta entidade profissional. 

E devido à grande importância de falar a verdade nos dias de hoje, disponibilizamos para você a tradução integral do artigo escrito por Loren Marks, da Universidade da Louisiana e publicado originalmente na Science Direct em março de 2012. Recomendamos a todos lê-lo, pois a linguagem utilizada no artigo é simples, sem muitos jargões técnicos.

Baixe e leia: 


Versão em português por Will Halford com a colaboração de John Romano, Free Bird, SR e willder (Fórum do Búfalo)

sábado, 22 de junho de 2013

Biscataria do PTB promove show de lorotas em horário partidário - e discussão sobre privilégio de fazê-lo

Ontem, mais uma vez, o Brasil teve que engolir um discurso de gosto amargo e cheiro nauseante. E não foi o discurso de Dilma Rousseff após as últimas grandes manifestações que, de surpresa, sacudiram a moral desse governo financiador de mães solteiras; trata-se do horário político do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) de 10 minutos, liderado pela ala feminina do partido – a partir daqui, a biscataria – que não perdeu a oportunidade de dar uma aula de estudos de gênero.

UPDATE: VÍDEO DA PROPAGANDA, DIRETO DA FONTE:


Resumo do vídeo: com o objetivo de chamar mulheres a participarem da política se filiando ao partido, o programa se fincou em indignação falso-moralista e no clichê “mulheres são o poder”. Primeiro, o programa destacou a “mudança” do papel das mulheres na sociedade usando mitologia barata pra mostrar como as coisas funcionavam antes: com ilustrações convenientes, explicaram que, antes, as mulheres eram escravizadas pelos homens, destinadas a somente cuidar da casa e dos filhos, e que tudo isso tinha começado no tempo das cavernas, onde os homens, de alguma forma, aprisionaram as mulheres nas casas deles puxando-as pelos cabelos (sim, os desenhos mostravam isso!) e determinando os papéis que cada um faria na sociedade; e assim, milhões e milhões de anos foram e passando e as mulheres foram adquirindo, graças aos cuidados com a comida, os filhos e a casa e à evolução, habilidades de multitarefa, sensibilidade social e inteligência emocional. Em

quarta-feira, 19 de junho de 2013

Citações feministas - de frente com a essência do mal

Por Silvio Koerich, do extinto blog silviokoerich.blogspot.com

Estas são citações reais de uma variedade de feministas da corrente principal, dizendo suas opiniões e posições. O denominador comum é o óbvio e flagrante ódio aos homens. Nenhum ativista pelos direitos dos pais poderia sair ileso ao fazer estes tipos de declarações – qualquer homem que tivesse a audácia de dizer tais coisas sobre as mulheres automaticamente seria rotulado de “supremacista de gênero”.

Heterofobia, ódio aos homens, todo homem é estuprador, homens inferiores

“Quando uma mulher atinge orgasmo com um homem ela está apenas colaborando com o sistema patriarcal, erotizando sua própria opressão...” Sheila Jeffrys professora feminista lésbica e ativista política

“Todos os homens são estupradores e é tudo o que eles são. Eles nos estupram com seus olhos, suas leis e seus códigos.” Marilyn French (1929– ), novelista e feminista americana

“Sexo é a cruz em que as mulheres são crucificadas... sexo só pode ser adequadamente definido como estupro universal.” Hodee Edwards, ‘Estupro define Sexo’

“Numa sociedade patriarcal, toda relação sexual heterossexual é estupro porque as mulheres, como um grupo, não são fortes o suficiente para consentir. “Catherine MacKinnon in Professing Feminism: Cautionary Tales from the Strange World of Women's Studies, p. 129”

terça-feira, 11 de junho de 2013

Feminismo mostra sua real face ao se posicionar contra os direitos dos pais

A Organização Nacional das Mulheres (NOW), que atua nos Estados Unidos mas também é um dos nomes de referência ao feminismo no mundo todo, não vê com bons olhos o fato dos juízes estarem acordando para a importância dos pais no desenvolvimento dos filhos e que, por isso, têm dado cada vez mais guarda conjunta a filhos de pais que se divorciam.

Como resultado, eles lançaram um alerta a todos os membros da NOW para traçar estratégias para barrá-los. Perceba, além do desespero aparente, como a NOW se refere aos homens em geral como "agressores" e comparam os ativistas de direitos dos pais como tal:

ALERTA DE AÇÃO DA NOW SOBRE "DIREITOS DOS PAIS"

"Eles têm é que morreeeeeer!"

CONSIDERANDO que as organizações que defendem os direitos dos "pais", cujos membros consistem de pais sem custódia, de seus advogados e de seus aliados, são uma força crescente em nosso país; e

CONSIDERANDO que os objetivos desses grupos são de aumentar as restrições e os limites sobre os direitos de custódia dos pais* e para diminuir as obrigações de pensão alimentícia aos pais sem custódia, utilizando abuso de poder, a fim de controlar da mesma forma como fazem os agressores; e

CONSIDERANDO que estes grupos estão cumprindo seus objetivos formando alianças políticas com legisladores republicanos conservadores e outros, e trabalhando para a adopção de leis como a presunção de guarda conjunta e penas para "comunicação falsa" de abuso doméstico e infantil em vez de audiências; e

CONSIDERANDO que o sucesso destes grupos será prejudicial para todas as mulheres, mas especialmente prejudicial para as mulheres e crianças maltratadas e abusadas, e

CONSIDERANDO que os esforços de grupos de "direitos dos pais" mais bem financiados estão se expandindo a partir de alguns estados para muitos outros, compartilhando pesquisas e táticas estado por estado, e CONSIDERANDO que muitos juízes e advogados ainda julgam contra as mulheres e que os pais recebem a guarda em 70% das vezes quando o buscam pela Associação de Apoio aos Pagantes de Pensão Alimentícia (ACES)**;

PORTANTO, FICA RESOLVIDO que a Organização Nacional para as Mulheres (NOW) iniciará um alerta nacional para informar os membros sobre esses grupos "direitos dos pais" e seus objetivos por meio de artigos na [revista] National Now Times (NNT); e

FICA AINDA RESOLVIDO que, como parte deste alerta, a NOW estabelecerá uma seção de esclarecimentos para informações relacionadas, compartilhando com as divisões estaduais e locais da NOW meios disponíveis para desafiar esses grupos, incluindo a investigação em curso sobre custódia e pensões, amostras de leis, opiniões de especialistas, e o trabalho feito pela NOW e por outros grupos em estados onde "os direitos dos pais" grupos têm atuado, e

FICA AINDA RESOLVIDO que, a NOW incentivará as divisões estaduais e locais para conduzir e coordenar projetos de investigação de processos de divórcio e custódia para facilitar a remoção de juízes tendenciosos, e

POR FIM, FICA RESOLVIDO que o relatório da Conferência Nacional de 1997 da NOW sobre o estado e a efetividade deste alerta nacional, para sua manutenção ou expansão, será considerado.


Legenda

* = subentende-se mães, já que elas são maioria a obter custódia dos filhos num divórcio. A NOW, na verdade, quer dizer que os ativistas dos direitos dos pais querem reduzir os privilégios especiais de mães divorciadas.

** = nome original: Association for Children for Enforcement of Support

domingo, 2 de junho de 2013

Campanha quer te envergonhar por querer transar com mulher

Mesmo com o mito da cultura do estupro tendo sido desmascarado já há muito tempo, as feministas continuam insistindo em tratar todo tipo de sexo entre homem e mulher como estupro para convencer as pessoas de que há muito mais estupros do que as estatísticas policiais atestam, e mais estupros do que qualquer pessoa já imaginou.

A mais nova campanha que tenta ganhar as redes sociais agora é a Project Unbreakable - uma campanha feita por uma uma feministinha de 20 anos, Grace Brown, que publica no Tumblr mulheres de várias idades segurando cartazes com frases ditas por seus "estupradores". Mas qual é o objetivo disso? Será que é pra mostar como os estupradores são maus? Será que é pra mostrar uma garota a identificar se está prestes a ser estuprada? Vamos ver o que a autora diz:
"Precisamos fazer [do abuso sexual] um tópico. Todo mundo pode falar de câncer, autismo, abuso infantil e até mesmo tráfico sexual. Mas ninguém fala nada sobre abuso sexual. E escondendo isso, permite-se que isso aconteça mais e mais."
"Pode acontecer com todo mundo. É muito fácil pra aqueles que não sofreram esquecer do quão comum é o abuso sexual. Esposas, namoradas, crianças, membros da família, amigas: é bem provável que alguém que conhecemos tenha sido vítima disso."
Primeiro, é interessante notar que ela menciona "abuso infantil" e "tráfico sexual" como assuntos discutidos pela sociedade enquanto menciona "abuso sexual" como assunto não discutido, contradizendo ela mesma porque "abuso infantil" e "tráfico sexual" também tem "abuso sexual" envolvido no tema; e segundo, é intrigante ela colocar "esposas" e "namoradas" como grupos de mulheres abusadas sexualmente, dando a entender que um homem também pode "estuprar" sua mulher ou sua namorada. Assim, revela-se o verdadeiro objetivo desta companha ridícula: te envergonhar e culpar por querer transar com mulher, ainda que ela seja sua namorada ou esposa. É só ver algumas das fotos postadas lá:


terça-feira, 28 de maio de 2013

Cientistas sociais procuram apagar a masculinidade ainda no berço

Na sociedade feminista há muito espaço para engenheiros sociais usarem crianças para provar a falácia deles de que "homem" e "mulher" são meras construções sociais, e por isso, não existe um papel definido para cada um.

Assim, nos países onde o feminismo já deixou um estrago profundo, é cada vez mais comum ver famílias malucas criando seu filho sem gênero algum - que se resume a pegar seu filho homem e vesti-lo de menina durante toda a infância (ou vice-versa) pra depois perguntar o que ele quer ser quando chegar aos 18 - e inclusive escolas fazendo crianças de cobaia para este experimento social infame. 

Mas se você pensa que isso só existe nos países europeus - especialmente os nórdicos, os mais feministas do planeta - , melhor abrir o olho: aqui no Brasil, os engenheiros sociais já estão na ativa, atuando nas escolinhas, se intrometendo nas brincadeiras da criançada pra trocar os brinquedos dos meninos e das meninas:


quarta-feira, 15 de maio de 2013

Um breve resumo de mentiras feministas por Warren Farrell

Você agora vai ver um pequeno vídeo feito por Warren Farrell. Warren Farrell é um cientista político e social com uma carreira muito engajada em lideranças estudantis e associações de educação americanas. 

Historicamente feminista, ele já chegou a lecionar estudos feministas e criar grupos onde homens e mulheres experimentavam a inversão dos papeis de gênero. Contudo, durante os anos 80 e começo dos anos 90, ele se conscientizou do problema que o feminismo estava criando na sociedade e passou a pôr em pauta a questão do homem e de seus problemas em seus livros, o que obviamente atraiu a ira mortal destas.

The Myth of Male Power (O mito do poder masculino) é o seu primeiro livro dedicado a revelar mentiras feministas que ele mesmo ajudou a propagar em sua carreira feminista (alguns dos quais já discutimos em posts anteriores), e o vídeo é um resumo desta obra e foi feito na época do lançamento do livro, no começo dos anos 90.

Antes de ver este vídeo, vale ler algumas ressalvas:


domingo, 12 de maio de 2013

Definitivamente, o feminismo vê monstros onde não existem. Não o leve à sério

Hoje vim aqui pra misturar cultura pop e opinião. Vim falar de Psy e feminismo. Pois bem, a última das feministas foi acusar o cantor de "machista" após este lançar um clipe debochando dos "gentlemen" e fazendo tudo o contrário que esses caras fazem. Uma emissora de TV sul-coreana inclusive censurou o clipe e o desenrolar dos eventos fez com que o próprio Psy se retratasse pro mundo todo pedindo desculpas por ter ofendido "sentimentos frágeis de gordas lésbicas" (minha humilde opinião).

Pois bem, esse é o clip. Apesar de gay, é extravagante e divertido. Quase bati cabeça com a batida:

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Justiça americana leniente com mulheres

Ou como a justiça americana passa a mão na cabeça de professoras que transam com seus alunos, enquanto jogam homens que fazem o mesmo na prisão sem nem piscar (Matéria da NJ.com):

Em casos de sexo entre professor e aluno, homens levam penas de prisão mais longas em média,  jornal revela


Quando Erica DePalo(1) sair do Tribunal hoje após ter admitido uma relação sexual com um estudante inglês de 15 anos, ela provavelmente vai ficar em liberdade condicional.

Sem pena de prisão.

Sem serviços comunitários.

Em vez disso, DePalo vai perder sua licença de professor, e vai ser obrigada a registrar sob a lei de Megan(2), nos termos de um acordo de confissão(3) feito em fevereiro com os procuradores.


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