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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Frente a frente, o bom-senso X a apelação

Os adolescentes e jovens de hoje me surpreendem a cada dia. Tenho acompanhado esses acontecimentos sobre a última invenção deles os tais rolezinhos nos shoppings, e pensado muito a respeito. O Fantástico, ontem, passou uma reportagem falando sobre a motivação desses adolescentes de criar esse tal "rolezinho"; após assisti-lo, descartei todos os pontos dos sociólogos feministas falando sobre "discriminação" e me convenci de que o que esses adolescentes querem com o rolezinho é nada mais do que ter atenção dos seus amiguinhos e se divertir junto com eles fazendo aquela algazarra típica de excursão de escola, onde só falta eles depredarem o ônibus que eles vão. Só que, quando realizada numa dimensão muito maior, num espaço muito maior e acompanhada da inconsequência típica desses virgens, não tem outro destino a não ser acabar em merda.

Pois bem, minha reação sobre o rolezinho fica por aqui. Agora, vou mostrar a você dois artigos de dois autores diferentes que estiveram em um shopping e observaram as reações das outras pessoas sobre o rolezinho, levando em consideração tudo o que já se disse anteriormente sobre o assunto. Duas visões diametralmente opostas, exibidas lado a lado nos portais da Folha e do UOL, algo raríssimo nesses tempos de mídia tendenciosa a ver apenas um dos lados da história. Mas você irá ver que só uma delas é baseada na razão e nos princípios.


sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Frustração excessiva: o que fazer

Satisfação é algo que não se sente sempre; todo mundo já se decepcionou com alguma coisa na vida, e todo mundo se sente insatisfeito por algo. Mas muitas vezes, também, a frustração acaba crescendo a um ponto em que nada te satisfaz e você se torna extremamente inquieto e impaciente, ansiando por uma mudança brusca na sua situação. E no extremo do extremo, um minuto que passa sem nada acontecer, ou algo insignificante que você nota, é o bastante para fazer você se consumir com um pensamento de que as coisas não vão bem - ou com você, ou com o mundo.

Primeiro, você deve saber o que causa a frustração. A frustração vem do desbalanço das expectativas; vem do abismo entre o que você quer (isto é, as suas expectativas para qualquer coisa) e o que você consegue ter (isto é, as expectativas que você é capaz de atingir ou satisfazer).


sábado, 14 de setembro de 2013

Jessica Olien: "A solidão é mortal"

O isolamento social mata mais pessoas do que a obesidade faz e é tão estigmatizado quanto.

Jessica Olien, 23 de agosto de 2013. Fonte: Slate Magazine

No inverno, eu me mudei de Nova York para Portland, Oregon. As razões para a minha mudança eram puramente lógicas: Nova York era caro e estressante; e Portland, pensei, me ofereceria o espaço e tempo necessários para fazer meus trabalhos.

Ao chegar, eu aluguei uma casa e, felizmente, saí em busca dos "meus amigos". Fui a parques, livrarias, bares e encontros. Até tentei jogar golfe. Não é que eu não conheci pessoas. Eu conheci. Só que eu não senti nenhuma conexão com eles.

Pra quem já foi social e otimista, me tornei triste e levemente paranóica. Eu sabia que precisava me conectar com pessoas para me sentir melhor, mas eu sentia como se eu fisicamente não pudesse lidar com mais interações vazias. Acordei no meio de uma noite em pânico. À tarde, a solidão vinha em ondas como uma febre . Eu não tinha idéia de como corrigir isso.

Sentindo-me incerta, comecei a pesquisar sobre solidão e me deparei com vários estudos recentes e alarmantes:  a solidão não está apenas nos fazendo mal, ela está nos matando. A solidão é um grave risco para a saúde. Estudos sobre isolamento social com pessoas idosas concluíram que aquelas sem interação social adequada tinham duas vezes mais chances de morrer prematuramente. O aumento do risco de mortalidade é comparável à do cigarro. E duas vezes mais perigosa que a obesidade.


terça-feira, 6 de agosto de 2013

O sistema legal feminista

Você sabe mesmo o que é certo e errado para a lei? Com certeza não, graças à nova geração de leis feministas que estão poluindo o Judiciário. Este fenômeno é ilustrado pela Illustrated Guide For Criminal Law, a seguir:




sexta-feira, 2 de agosto de 2013

Mostre-nos como os Princípios mudaram sua vida!

"Quando você descobre a direção certa - aquela que é funcional - você se torna livre. Por mais contraintuitivo que isso possa parecer, ter uma única direção é algo libertador."

Prof. Plum - Os Princípios Que Regem a Interação Social

Caro leitor,

Quando criamos a Manhood Academy Brasil, procuramos oferecer aos homens de todo o Brasil meios que os fizessem enxergar a realidade da vida e dos relacionamentos, destruindo visões que os impediam de criar e manter relacionamentos verdadeiramente saudáveis. 

E entendendo que o feminismo é a principal razão da crise da masculinidade dos dias atuais, nós nos focamos em trazer conteúdos, reflexões e discussões antifeministas de qualidade, focados diretamente na dissecação de sua filosofia e na análise de como ela se manifesta na sociedade contra você, em vez de fazer o tipo de discussão antifeminista encontrado na maioria dos sites e blogs masculinos, de reclamar das hipocrisias das mulheres e papagaiar teorias de dinâmica de relacionamentos totalmente infundadas (ex., machos alfa X machos beta) e/ou especular conspirações.


terça-feira, 9 de julho de 2013

Sobre advogados, justiça e princípios

Por Prof. Plum

O fato dos advogados se basearem em casos precedentes para tomarem as chamadas decisões "justas" lhe diz tudo o que você precisa saber sobre a carreira jurídica. É por isso que os advogados possuem uma reputação tão suja. Eles são bons de mentir e fazer desculpas para evitar falarem a verdade.

Se você tiver pelo menos meio cérebro, é relativamente simples perceber que se basear em casos precedentes para resolver um dilema atual é tão inteligente quanto se basear em testemunhos passados para resolver crimes futuros. Totalmente absurdo. E aí nós pensamos por que existem tantos erros na justiça hoje em dia. É exatamente por causa desse sistema jurídico infantil que erigimos, que se preocupa com a legalidade enquanto ignora completamente os PRINCÍPIOS.


domingo, 19 de maio de 2013

Como pequenas atitudes podem mudar seu relacionamento

Este é o depoimento de uma pessoa que experimentou exercer sua autoridade pela primeira vez em seu relacionamento, de acordo com o que está no livro “Os Princípios Que Regem a Interação Social”:

Eu vi uns vídeos da Manhood 101 na noite passada depois de uma briga muito feia com minha mulher,. Tipo, eu danifiquei o carro depois de passar por cima de um objeto na estrada, no caminho para casa... coisa que não deu pra eu evitar. Por horas ela me importunou, ameaçou cancelar nossa primeira viagem em dois anos para visitar nossos familiares. Eu tentei explicar as coisas pra ela, tentei fazer ela dizer o que eu tinha feito de errado e perguntei como eu poderia fazer certo... mas acabei dormindo sozinho. Devo dizer também que agora nós só fazemos sexo uma vez por mês e ela dorme no quarto da nossa filha quase toda noite.

De qualquer forma, eu achei este site a partir de um comentário minutos depois que a nossa briga tinha acabado e ela estava na cama. Eu não sou estranho ao Movimento dos Direitos dos Homens e masculinismo em geral, e estava quase morrendo tentando achar um jeito de consertar este relacionamento insano. O masculinismo me fez ver o quão ruim eu estava sendo tratado, mas até a hora de eu encontrar seus vídeos, ninguém me aconselhou uma solução real além de “se armar de advogados, deletar Facebook e ir pra academia”. Os vídeos me deram um chacoalhão e me fizeram perceber que não estava ficando louco por sentir que não estava sendo bem tratado. Até eu chegar neste:

sábado, 4 de maio de 2013

A falácia da mulher do século XXI - estudo de caso

Com vocês, o estudo de caso do post anterior. Iremos tomar aqui como exemplo uma mulher que personifica a feminista de editorial: arrogante, contraditória, destrambelhada e chamadora de atenção. E que, neste caso, tem no currículo um histórico carreirista invejável até mesmo para outras feministas: ela já montou e dirigiu uma companhia de TV própria.

Trata-se de uma mulher que você, leitor antigo, já conhece: é Samantha Brick, a mesma que montou uma companhia de TV só com mulheres que acabou indo pro buraco em pouquíssimo tempo após uma atuação digna de comédia.

Mas não fica apenas nisso: como uma das colaboradoras da Daily Mail, ela escreve verdadeiras pérolas da hipocrisia feminista, como incentivar mulheres a se promover no trabalho seduzindo os superiores:


sexta-feira, 19 de abril de 2013

Os Princípios Que Regem a Interação Social: O FILME!

Ainda não leu o nosso livro? Está conhecendo a Manhood Academy agora? Está a fim de rever os conceitos básicos apresentados no livro, mas mesmo assim tem preguiça pra ler suas 310 páginas de novo?

Seja o que for, estamos aqui pra apresentar a você a mais nova obra da Manhood Academy: o filme dos Princípios Que Regem a Interação Social, feito em 3 vídeos que resumem todos os pontos principais do livro através de ilustrações e montagens primorosas, e claro, a narração dos próprios autores do livro, Prof. Plum e Dr. Ledice*. Ótimo teaser para incentivar você, que está chegando agora, lê-lo, ou você, leitor fiel, relembrar as três grandes partes do livro: o problema, a solução e a aplicação.

Legendas em português por Will Halford (Spirit). Para melhor leitura, configure a legenda oculta (closed aption) para ser exibida em fundo escuro:



Bom filme!

Filme completo com os 3 vídeos legendados em sequência: O Problema (The Problem), A Solução (The Solution) e A Aplicação (The Application) (Link para assistir no YouTube)


* = as vozes dos instrutores estão distorcidas devido à velocidade da gravação.

sexta-feira, 15 de março de 2013

A atração hoje em dia


Por Prof. Plum e Dr. Ledice


No clima conflituoso da sociedade de hoje, a beleza física tem forte influência na maioria dos homens, enquanto a maioria das mulheres são inclinadas a procurarem homens de alto status social. Contudo, estes critérios instáveis e insatisfatórios não são dignos de confiança.

Homens e mulheres funcionais são atraídos por quem satisfaz suas necessidades. Como a ordem satisfaz as necessidades de todos acima de tudo, ela prova ser atraente para ambos os gêneros. Isto significa que os homens são atraídos por mulheres que se submetem a um arranjo ordeiro, e mulheres são atraídas por homens capazes de criar um arranjo ordeiro. Assim, o arranjo mais ordeiro, o que satisfaz as necessidades de ambos, pode ser encontrado em um relacionamento. É por isso que homens e mulheres naturalmente gravitam em torno de relacionamentos.


Os relacionamentos dão às mulheres a oportunidade de depender dos homens. Isto, por sua vez, permite aos homens satisfazerem as necessidades das mulheres. Os relacionamentos também dão aos homens a oportunidade de dependerem de suas mulheres para o sexo. Isto permite às mulheres satisfazerem as necessidades dos homens. Quando a dependência é mútua, a ordem é estabelecida. Tais relacionamentos ordeiros são satisfatórios para ambos porque as necessidades de todos estão sendo satisfeitas.

O feminismo prejudica o potencial para relacionamentos saudáveis ao encorajar mulheres a expressarem sua condição desordeira, assumindo equivocadamente que isto atrairá os homens. Mantras como “Eu não preciso de homem nenhum” e “Eu sou forte e independente” são ditos com a intenção de impressionar; contudo, esta rejeição problemática da necessidade mina qualquer potencial de ordem nos relacionamentos delas. A mídia feminista e a psicologia popular até mesmo denigre mulheres funcionais ao dar uma conotação negativa ao termo “dependência”. Mas você precisa perceber que a vida é uma questão de dependência. A independência leva à morte.

Somente os mortos podem ser realmente independentes de suas necessidades. Assim, enquanto a ideia pareça ser ótima na teoria, no fim de tudo os homens acham mulheres independentes não atraentes.
Ainda desejando ter suas necessidades satisfeitas, os homens se focam na único aspecto ordeiro ainda encontrado nas mulheres  - a beleza física. Isto explica a ênfase artificial à aparência dos dias de hoje. Desinteressados pela insistência conflituosa do feminismo na independência da mulher, os homens ficam sem nada a apreciar nelas além de seu rosto e seu corpo.

De maneira análoga, os homens que sofrem os efeitos emasculadores do feminismo não conseguem atrair mulheres. Devido aos homens não terem autoridade, eles ficam sem meios para conduzir as mulheres de forma apropriada. Sem autoridade, os homens não conseguem criar a ordem necessária para satisfazer as necessidades das mulheres. E sem ordem, não há nada que possa atraí-las.

Devido a esta condição desordeira, as mulheres hoje se focam artificialmente no único elemento autoritário que ainda rege suas vidas – o status social. Homens com alto status social são capazes de conseguir facilmente a aprovação que as mulheres naturalmente procuram. Quando estes homens são validados, as mulheres se sentem validadas também, criando algum semblante de ordem em suas vidas. Infelizmente, apesar de ser possível satisfazer as mulheres deste jeito, sem saber como aplicar tal autoridade de forma ativa e funcional, até mesmo homens de alto status social não conseguem manter a ordem em seus relacionamentos. Assim, eles não conseguem manter as mulheres atraídas por muito tempo.

A sociedade contribui ainda mais para problema tentando substituir a função do homem. Em vez de tentar formar relacionamentos saudáveis com homens de autoridade, as mulheres de hoje são cortejadas em um relacionamento conflituoso com o Estado: a polícia oferece proteção, os tribunais oferecem apoio, a máquina do bem-estar social provê comida e abrigo, a mídia provê diversão, carreiras profissionais proveem uma ilusão de autossuficiência, clínicas de fertilização proveem filhos e remédios controlados proveem prazer instantâneo. Substituindo o papel do homem, o Estado mina a autoridade masculina – a base de sua atratividade.

Ironicamente, nem a própria autoridade problemática do Estado consegue satisfazer as necessidades das mulheres. Enquanto a Justiça trabalha para deter o crime, ela não faz nada para prevenir que elas evitem criar situações perigosas a elas mesmas. Da mesma forma, programas de habitação popular podem lhes dar abrigo, mas não provêem garantia contra a pobreza. E programas de assistência à saúde provendo benefícios médicos não têm autoridade para ensinar as mulheres a comer de forma saudável.  Programas assistencialistas pagas pelo contribuinte para dar aprovação incondicional a elas não reclamam a elas para que adotem autodisciplina, ou as treinem para se tornarem responsáveis por seus próprios problemas de violência doméstica. Dar às mulheres acesso a postos de trabalho mais bem pagos não ajuda a produzir relacionamentos satisfatórios. Dar às mulheres direito incondicional à guarda dos filhos em um divórcio não vai resolver o problema da superlotação dos presídios criado pelas mães solteiras. A inabilidade do Estado em exercer autoridade apropriada às mulheres resulta em um relacionamento insatisfatório em seu todo, em que ambas as partes sofrem.

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

Os princípios que ensinamos também estão no Direito islâmico

Este post é para mostrar que, mesmo em culturas diferentes, os princípios básicos da formação da sociedade, como a da autoridade masculina, da submissão feminina e do papel complementar de homens e mulheres num relacionamento, são exatamente os mesmos.

O que  você vai ver agora é uma compilação de noções da Shariah, a base do Direito nos países muçulmanos, a respeito da instituição da família e do papel da mulher na sociedade. O texto foi extraído da monografia de Direito de Zuhra Mohd El Hanini, "Noções de Direito Islâmico" (Universidade da Região da Campanha, 2007), p. 100-109:

segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Por que Kleber Bambam saiu do Big Brother - a realidade

Hoje iremos dispensar qualquer julgamento sobre a qualidade do Big Brother, um lixo que o pessoal da Globo insiste em transmitir todo ano em resposta à audiência que ele proporciona. Mas, apesar de tudo isso e de não o acompanharmos regularmente, iremos falar de um acontecimento recente que chamou nossa atenção : a saída repentina de Kléber “Bambam”, ex-campeão do reality show que onze anos depois retornava para uma nova oportunidade de fazer fama e grana. Por quê? Porque por trás desse acontecimento esconde algo pertinente sobre o que falamos o tempo todo: emasculação X comportamento de vadia.

segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Introdução à ciência descartável (pseudociência)

A ciência é muito importante em nossas vidas. Ela nos auxilia a entender o mundo através da observação da natureza, descobrindo-se o princípio de seu funcionamento e usando esse conhecimento adquirido para criar  novas tecnologias para o bem das pessoas.

Para se fazer ciência, é preciso respeitar o método científico, que basicamente se resume a: 1) observar a natureza; 2) Formular hipóteses; 3) Estudar essas hipóteses com a teoria existente e traçar um paralelo com as observações vistas; 4) Verificar se as observações corroboram as hipóteses feitas. Se sim, a hipótese se torna um novo conhecimento e fonte para novos estudo. Senão, novas observações e outras hipóteses devem ser feitas.

domingo, 2 de dezembro de 2012

"Formação para a vida" aplicada para homens


Segue uma fábula comumente contada para crianças. Ela fala sobre a importância de cumprir tarefas simples, mas até mesmo adultos podem tirar lições valiosas lendo o mesmo texto:

Reinaldo era um jovem príncipe, herdeiro de um grande reino. Toda manhã, ao despertar, recebia uma lista de tarefas que devia cumprir. Tarefas que o deixavam muito zangado, porque iam desde limpar os seus sapatos e vestes reais, organizar brinquedos e jogos, até lavar e escovar seu cavalo e organizar o seu quarto.

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Crise nervosa, uma experiência de quase morte


Quando esta semana começou, tudo indicava que ia ser uma semana normal: que eu ia trabalhar da maneira usual, comer da maneira usual, ter as mesmas preocupações de sempre, e fazer um novo post para a Manhood Academy Brasil já na segunda feira.

Mas não foi o que aconteceu.

Na segunda-feira de manhã, no ônibus, eu comecei a sentir falta de ar. Já estava ficando preocupado com isso porque não tinha sido a primeira vez que acontecia; pelas duas
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