Os adolescentes e jovens de hoje me surpreendem a cada dia. Tenho acompanhado esses acontecimentos sobre a última invenção deles os tais rolezinhos nos shoppings, e pensado muito a respeito. O Fantástico, ontem, passou uma reportagem falando sobre a motivação desses adolescentes de criar esse tal "rolezinho"; após assisti-lo, descartei todos os pontos dos sociólogos feministas falando sobre "discriminação" e me convenci de que o que esses adolescentes querem com o rolezinho é nada mais do que ter atenção dos seus amiguinhos e se divertir junto com eles fazendo aquela algazarra típica de excursão de escola, onde só falta eles depredarem o ônibus que eles vão. Só que, quando realizada numa dimensão muito maior, num espaço muito maior e acompanhada da inconsequência típica desses virgens, não tem outro destino a não ser acabar em merda.
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segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Frente a frente, o bom-senso X a apelação
sábado, 14 de setembro de 2013
Jessica Olien: "A solidão é mortal"
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O isolamento social mata mais pessoas do que a obesidade faz e é tão estigmatizado quanto.
Jessica Olien, 23 de agosto de 2013. Fonte: Slate Magazine
No inverno, eu me mudei de Nova York para Portland, Oregon. As razões para a minha mudança eram puramente lógicas: Nova York era caro e estressante; e Portland, pensei, me ofereceria o espaço e tempo necessários para fazer meus trabalhos.
Ao chegar, eu aluguei uma casa e, felizmente, saí em busca dos "meus amigos". Fui a parques, livrarias, bares e encontros. Até tentei jogar golfe. Não é que eu não conheci pessoas. Eu conheci. Só que eu não senti nenhuma conexão com eles.
Pra quem já foi social e otimista, me tornei triste e levemente paranóica. Eu sabia que precisava me conectar com pessoas para me sentir melhor, mas eu sentia como se eu fisicamente não pudesse lidar com mais interações vazias. Acordei no meio de uma noite em pânico. À tarde, a solidão vinha em ondas como uma febre . Eu não tinha idéia de como corrigir isso.
Sentindo-me incerta, comecei a pesquisar sobre solidão e me deparei com vários estudos recentes e alarmantes: a solidão não está apenas nos fazendo mal, ela está nos matando. A solidão é um grave risco para a saúde. Estudos sobre isolamento social com pessoas idosas concluíram que aquelas sem interação social adequada tinham duas vezes mais chances de morrer prematuramente. O aumento do risco de mortalidade é comparável à do cigarro. E duas vezes mais perigosa que a obesidade.
Jessica Olien, 23 de agosto de 2013. Fonte: Slate Magazine
No inverno, eu me mudei de Nova York para Portland, Oregon. As razões para a minha mudança eram puramente lógicas: Nova York era caro e estressante; e Portland, pensei, me ofereceria o espaço e tempo necessários para fazer meus trabalhos.
Ao chegar, eu aluguei uma casa e, felizmente, saí em busca dos "meus amigos". Fui a parques, livrarias, bares e encontros. Até tentei jogar golfe. Não é que eu não conheci pessoas. Eu conheci. Só que eu não senti nenhuma conexão com eles.Pra quem já foi social e otimista, me tornei triste e levemente paranóica. Eu sabia que precisava me conectar com pessoas para me sentir melhor, mas eu sentia como se eu fisicamente não pudesse lidar com mais interações vazias. Acordei no meio de uma noite em pânico. À tarde, a solidão vinha em ondas como uma febre . Eu não tinha idéia de como corrigir isso.
Sentindo-me incerta, comecei a pesquisar sobre solidão e me deparei com vários estudos recentes e alarmantes: a solidão não está apenas nos fazendo mal, ela está nos matando. A solidão é um grave risco para a saúde. Estudos sobre isolamento social com pessoas idosas concluíram que aquelas sem interação social adequada tinham duas vezes mais chances de morrer prematuramente. O aumento do risco de mortalidade é comparável à do cigarro. E duas vezes mais perigosa que a obesidade.
quarta-feira, 24 de julho de 2013
Falsas acusações de estupro: um assalto à Justiça
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Por Bruce Gross, PhD, JD, MBA
Fonte: The Forensic Examiner
Dos 90.427 estupros registrados em 2007, 40% foram resolvidos com prisão ou arquivamento por "meios excepcionais" (FBI, 2008d), com 23.307 desses sendo prisões (FBI, 2008b). O arquivamento de um relatório por meios excepcionais ocorre quando o suspeito conhecido morre antes da prisão ser feita, quando a vítima se recusa a fornecer informação ou assistência necessária para prosseguir com investigação que resulte em prisão, ou quando o suspeito conhecido está respondendo por outro crime em outra jurisdição e sua extradição é negada. A fim de esclarecer um caso por meios excepcionais, os policiais devem ter um suspeito identificado, onde quer que ele pode ser encontrado, e ter provas suficientes para uma prisão legal.
Fonte: The Forensic Examiner
Dos 90.427 estupros registrados em 2007, 40% foram resolvidos com prisão ou arquivamento por "meios excepcionais" (FBI, 2008d), com 23.307 desses sendo prisões (FBI, 2008b). O arquivamento de um relatório por meios excepcionais ocorre quando o suspeito conhecido morre antes da prisão ser feita, quando a vítima se recusa a fornecer informação ou assistência necessária para prosseguir com investigação que resulte em prisão, ou quando o suspeito conhecido está respondendo por outro crime em outra jurisdição e sua extradição é negada. A fim de esclarecer um caso por meios excepcionais, os policiais devem ter um suspeito identificado, onde quer que ele pode ser encontrado, e ter provas suficientes para uma prisão legal.
sábado, 13 de julho de 2013
Efeitos da emasculação: a pornografia
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Ver Também:
Efeitos da emasculação: a apatia
Efeitos da emasculação: a falta de convicção
Efeitos da emasculação: a falta de autoridade
Da série "Efeitos da emasculação", hoje discutiremos a pornografia.
Muito já se discutiu sobre pornografia, condenando-a através da perspectiva moral ("é feio!"), religiosa ("é um pecado") e feminista ("é uma forma de objetificação da mulher"). O problema é que todas essas críticas só consideram a questão da mulher e não consideram a questão do homem: elas constroem sua crítica partindo de como a mulher sente se servindo de objeto para a apreciação masculina, do que a motiva a entrar no mercado do pornô, e de como ela é desvalorizada na sociedade por fazer sexo diante das câmeras, entre outras babaquices vitimistas.
Primeiramente, salientamos que nós não condenamos a pornografia nem a criticamos segundo esses padrões hipócritas e tendenciosos, pois sabemos que quem trabalha nesse ramo, quem participa disso, está lá por pura vontade própria. Mas nós a desaconselhamos por motivos de saúde e por ser uma forma não saudável de satisfazer suas necessidades sexuais. Veja:
Efeitos da emasculação: a apatia
Efeitos da emasculação: a falta de convicção
Efeitos da emasculação: a falta de autoridade
Da série "Efeitos da emasculação", hoje discutiremos a pornografia.
Muito já se discutiu sobre pornografia, condenando-a através da perspectiva moral ("é feio!"), religiosa ("é um pecado") e feminista ("é uma forma de objetificação da mulher"). O problema é que todas essas críticas só consideram a questão da mulher e não consideram a questão do homem: elas constroem sua crítica partindo de como a mulher sente se servindo de objeto para a apreciação masculina, do que a motiva a entrar no mercado do pornô, e de como ela é desvalorizada na sociedade por fazer sexo diante das câmeras, entre outras babaquices vitimistas.
Primeiramente, salientamos que nós não condenamos a pornografia nem a criticamos segundo esses padrões hipócritas e tendenciosos, pois sabemos que quem trabalha nesse ramo, quem participa disso, está lá por pura vontade própria. Mas nós a desaconselhamos por motivos de saúde e por ser uma forma não saudável de satisfazer suas necessidades sexuais. Veja:
quinta-feira, 4 de julho de 2013
Helen Smith: "Os homens estão desistindo da sociedade"
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Enquanto aqui se discute se aprova aos poucos a adoção de vagões exclusivos para mulheres - partindo da presunção de que todo homem é um lobo mau e estuprador de mulheres - sociedades ainda mais feministas já sentem o impacto desta política perversa e lamentável que está querendo moldar a sociedade de forma que homem e mulher sejam como duas nações inimigas. Texto abaixo de Helen Smith:
Cansados de serem tratados como o inimigo, os homens estão desistindo da sociedade
Por que homens estão boicotando o casamento, a paternalidade e o sonho americano - e por que isso é importante
Como a sociedade chegou ao ponto em que, segundo alega uma ação movida esta semana, um homem que trabalha na mesa da Planet Fitness em Bay Shore, Long Island estava fica com medo de retaliação por entrar nno banheiro feminino para resgatar uma mulher à beira da morte? "Ele disse que não sabia o que fazer e que não era autorizado a entrar no banheiro", uma testemunha disse em uma declaração.
Na Inglaterra, um homem que passava pela criança perdida, Abigail Rae, estava com medo de levá-la à polícia em segurança por temer ser rotulado como um "pervertido". Pouco depois, ela se afogou depois de cair numa lagoa. No inquérito, ele declarou: "Eu ficava pensando que eu deveria voltar. A razão que eu não fiz foi porque eu pensei que as pessoas poderiam pensar que eu estava tentando raptá-la."
Uma pesquisa realizada em nome de uma instituição de caridade infantil britânica relata que muitos homens se recusam a ajudá-los por temerem ser rotulados pedófilos.
Cansados de serem tratados como o inimigo, os homens estão desistindo da sociedade
Por que homens estão boicotando o casamento, a paternalidade e o sonho americano - e por que isso é importante
Como a sociedade chegou ao ponto em que, segundo alega uma ação movida esta semana, um homem que trabalha na mesa da Planet Fitness em Bay Shore, Long Island estava fica com medo de retaliação por entrar nno banheiro feminino para resgatar uma mulher à beira da morte? "Ele disse que não sabia o que fazer e que não era autorizado a entrar no banheiro", uma testemunha disse em uma declaração.
Na Inglaterra, um homem que passava pela criança perdida, Abigail Rae, estava com medo de levá-la à polícia em segurança por temer ser rotulado como um "pervertido". Pouco depois, ela se afogou depois de cair numa lagoa. No inquérito, ele declarou: "Eu ficava pensando que eu deveria voltar. A razão que eu não fiz foi porque eu pensei que as pessoas poderiam pensar que eu estava tentando raptá-la."
Uma pesquisa realizada em nome de uma instituição de caridade infantil britânica relata que muitos homens se recusam a ajudá-los por temerem ser rotulados pedófilos.
sábado, 13 de abril de 2013
Efeitos da emasculação: a falta de autoridade
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Continuando com a série de posts comentando sobre os efeitos da emasculação, iniciado aqui, iremos falar hoje sobre outro efeito muito claro da emasculação do homem. Um efeito tão gritante que até mesmo mulheres se perguntam: por que o homem é tão ingênuo:
[N]ão entendo como os homens ficam praticamente cegos diante das artimanhas das mulheres. E cá para nós, que ninguém venha dizer que as mulheres [...] não fazem artimanhas! Em maior ou menor grau, todas nós fazemos – seja mentindo sobre uma dor de cabeça inexistente, seja marcando um compromisso justamente no horário das visitas semanais à casa da sogra, seja dizendo “pode deixar a prevenção por minha conta, estou tomando pílula”!
Como eles conseguem ser tão [...] inocentes?
Um rapaz [...] veio [me] comentar que tinha acabado o namoro de apenas quinze dias, porque a menina andava pegando demais no pé dele. [Ela] exigiu que ele desse a senha do Orkut. E ele deu! [P]erguntei: “Tá, mas você trocou a senha depois que terminou, né?”. Ele arregalou os olhos. “Mas a senha do Orkut não é a mesma do seu e-mail pessoal, né?”. Arregalou mais ainda os olhos e disse, já suando: “Eita porr[a]”! E esse rapaz não era nenhum bobinho, muito pelo contrário. [V]ive rodeado de meninas, [é] do tipo que enrola três mulheres ao mesmo tempo, [e] esse rapaz vai e dá para uma menina que ele mal conhecia a senha do Orkut e do seu e-mail pessoal... Santa inocência, Batman!
Há um tempo atrás, em um post anterior, um leitor me perguntou sobre como lidar com mulheres que fingem respeitar o homem durante um namoro e viram a casaca depois de casarem. Ao ler o comentário, logo percebi o que custa um pouco a ser percebido pela maioria dos homens hoje: eles sabem, sim, que estão sendo desprezados, enganados e feitos de trouxa por quem lhes deve respeito - afinal, se não soubessem, como admitiriam que existem mulheres que fingem respeitar o homem? - só que eles fingem não estar acontecendo nada.
Por quê?
Simples: eles renunciam às suas próprias expectativas em um relacionamento.
![]() |
| "Amor, espere! Me desculpe por ter desconfiado de você ontem!" |
Como eles conseguem ser tão [...] inocentes?
Um rapaz [...] veio [me] comentar que tinha acabado o namoro de apenas quinze dias, porque a menina andava pegando demais no pé dele. [Ela] exigiu que ele desse a senha do Orkut. E ele deu! [P]erguntei: “Tá, mas você trocou a senha depois que terminou, né?”. Ele arregalou os olhos. “Mas a senha do Orkut não é a mesma do seu e-mail pessoal, né?”. Arregalou mais ainda os olhos e disse, já suando: “Eita porr[a]”! E esse rapaz não era nenhum bobinho, muito pelo contrário. [V]ive rodeado de meninas, [é] do tipo que enrola três mulheres ao mesmo tempo, [e] esse rapaz vai e dá para uma menina que ele mal conhecia a senha do Orkut e do seu e-mail pessoal... Santa inocência, Batman!
Há um tempo atrás, em um post anterior, um leitor me perguntou sobre como lidar com mulheres que fingem respeitar o homem durante um namoro e viram a casaca depois de casarem. Ao ler o comentário, logo percebi o que custa um pouco a ser percebido pela maioria dos homens hoje: eles sabem, sim, que estão sendo desprezados, enganados e feitos de trouxa por quem lhes deve respeito - afinal, se não soubessem, como admitiriam que existem mulheres que fingem respeitar o homem? - só que eles fingem não estar acontecendo nada.
Por quê?
Simples: eles renunciam às suas próprias expectativas em um relacionamento.
domingo, 7 de abril de 2013
A história do feminismo - SEGUNDO AS MULHERES
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A seguir, você verá a verdadeira história do feminismo. E para que ninguém nos acuse de sermos porcos sexistas e misóginos, vamos apenas deixar que as MULHERES contem essa história.
Preparem-se para a revolta. Segurem suas bolas (vídeo dividido em 2 partes):
(Deixamos nossos sinceros agradecimentos e crédito ao Enigmático e Realístico pelas legendas e publicação do vídeo)
Preparem-se para a revolta. Segurem suas bolas (vídeo dividido em 2 partes):
(Deixamos nossos sinceros agradecimentos e crédito ao Enigmático e Realístico pelas legendas e publicação do vídeo)
Parte 1:
Parte 2:
sexta-feira, 22 de março de 2013
Conversa com mulher planejando largar o marido
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O que você lerá a seguir é a transcrição de uma conversa de chat ocorrida em novembro de 2010 entre Prof. Plum e uma mulher que estava planejando abandonar o marido. A transcrição original em inglês está aqui.
11:30 am
MulherDesapontada: Me desculpa. Eu sou nova aqui, tentando entender as coisas. Eu tenho algumas perguntas e estava esperando alguém que pudesse me ajudar.
11:41 am
Prof. Plum: No que a gente pode te ajudar?
MulherDesapontada: Oi! Desculpa... eu estava lendo os posts.
Prof. Plum: Sem problema.
MulherDesapontada: Com certeza, você sabe que eu sou mulher...
11:42 am
Prof. Plum: Posso? Pelo seu avatar, você pra mim parece um homem negro de pé no meio de uma tempestade de neve.
MulherDesapontada: rsrsrs, agora que você disse isso, sim, eu pareço. Eu não mudei nem atualizei nada porque não planejava ficar aqui por muito tempo.
Prof. Plum: Agora que você confessou ser mulher, vou botar meu pinto de volta na cueca... Qual é sua dúvida?
11:43 am
MulherDesapontada: Eu estou com um problema em fazer meu marido se virar sozinho, e, bem... está se tornando um problema velho.
Prof. Plum: Este chat é público. Nós temos um monte de visitantes. Não existe restrição de tempo para navegar. E, rá, isto parece ser um problema comum que eu ouço de várias mulheres hoje em dia.
MulherDesapontada: Sim... me conte um pouco disto!
11:30 am
MulherDesapontada: Me desculpa. Eu sou nova aqui, tentando entender as coisas. Eu tenho algumas perguntas e estava esperando alguém que pudesse me ajudar.
Prof. Plum: No que a gente pode te ajudar?
MulherDesapontada: Oi! Desculpa... eu estava lendo os posts.
Prof. Plum: Sem problema.
MulherDesapontada: Com certeza, você sabe que eu sou mulher...
11:42 am
Prof. Plum: Posso? Pelo seu avatar, você pra mim parece um homem negro de pé no meio de uma tempestade de neve.
MulherDesapontada: rsrsrs, agora que você disse isso, sim, eu pareço. Eu não mudei nem atualizei nada porque não planejava ficar aqui por muito tempo.
Prof. Plum: Agora que você confessou ser mulher, vou botar meu pinto de volta na cueca... Qual é sua dúvida?
11:43 am
MulherDesapontada: Eu estou com um problema em fazer meu marido se virar sozinho, e, bem... está se tornando um problema velho.
Prof. Plum: Este chat é público. Nós temos um monte de visitantes. Não existe restrição de tempo para navegar. E, rá, isto parece ser um problema comum que eu ouço de várias mulheres hoje em dia.
MulherDesapontada: Sim... me conte um pouco disto!
domingo, 17 de março de 2013
Papo de mãe solteira
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No texto abaixo, reproduzido parcialmente deste site de mães solteiras, você pode ver o esforço que elas fazem para convencerem a si mesmas e aos outros de que ser mãe solteira é normal e é um livre direito de escolha - mas debulhamos as falácias delas:
Não, "mãe solteira" é uma expressão muito útil para distinguir o produto de mães que têm seus filhos numa família estruturada de mães irresponsáveis tanto na hora de escolher seus parceiros quanto na hora de se prevenir de gravidez indesejada; de mães que assumem a responsabilidade pela criação deles de mães que delegam a tarefa de criá-los para outras pessoas (seus pais); de mães que criam filhos num ambiente afetivo saudável de mães que criam-nos em estado de descontrole emocional permanente ou total abandono.
A expressão “mãe solteira” já há muito tempo deveria ter sido deletada de nossos costumes, pois ela se trata de uma expressão seletiva, com conotações pré-conceituosas, que discrimina as mulheres que engravidam e têm seus filhos sem, contudo serem casadas.
Não, "mãe solteira" é uma expressão muito útil para distinguir o produto de mães que têm seus filhos numa família estruturada de mães irresponsáveis tanto na hora de escolher seus parceiros quanto na hora de se prevenir de gravidez indesejada; de mães que assumem a responsabilidade pela criação deles de mães que delegam a tarefa de criá-los para outras pessoas (seus pais); de mães que criam filhos num ambiente afetivo saudável de mães que criam-nos em estado de descontrole emocional permanente ou total abandono.
sexta-feira, 15 de março de 2013
A atração hoje em dia
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Por Prof. Plum e Dr. Ledice
(Do antigo Principles 101 - Feminism, Manhood and You)
No clima conflituoso da sociedade de hoje, a beleza física
tem forte influência na maioria dos homens, enquanto a maioria das mulheres são
inclinadas a procurarem homens de alto status social. Contudo, estes critérios
instáveis e insatisfatórios não são dignos de confiança.
Homens e mulheres funcionais são atraídos por quem satisfaz
suas necessidades. Como a ordem satisfaz as necessidades de todos acima de
tudo, ela prova ser atraente para ambos os gêneros. Isto significa que os
homens são atraídos por mulheres que se submetem a um arranjo ordeiro, e
mulheres são atraídas por homens capazes de criar um arranjo ordeiro. Assim, o arranjo mais ordeiro, o que satisfaz as necessidades de ambos, pode ser
encontrado em um relacionamento. É por isso que homens e mulheres naturalmente
gravitam em torno de relacionamentos.
Os relacionamentos dão às mulheres a oportunidade de depender dos homens. Isto, por sua vez, permite aos homens satisfazerem as necessidades das mulheres. Os relacionamentos também dão aos homens a oportunidade de dependerem de suas mulheres para o sexo. Isto permite às mulheres satisfazerem as necessidades dos homens. Quando a dependência é mútua, a ordem é estabelecida. Tais relacionamentos ordeiros são satisfatórios para ambos porque as necessidades de todos estão sendo satisfeitas.
O feminismo prejudica o potencial para relacionamentos
saudáveis ao encorajar mulheres a expressarem sua condição desordeira,
assumindo equivocadamente que isto atrairá os homens. Mantras como “Eu não preciso de homem nenhum” e “Eu sou forte
e independente” são ditos com a
intenção de impressionar; contudo, esta rejeição problemática da necessidade
mina qualquer potencial de ordem nos relacionamentos delas. A mídia feminista e
a psicologia popular até mesmo denigre mulheres funcionais ao dar uma conotação
negativa ao termo “dependência”. Mas você precisa perceber que a vida é uma
questão de dependência. A independência leva à morte.
Somente os mortos podem ser realmente independentes de suas
necessidades. Assim, enquanto a ideia pareça ser ótima na teoria, no fim de
tudo os homens acham mulheres independentes não atraentes.
Ainda desejando ter suas necessidades satisfeitas, os homens
se focam na único aspecto ordeiro ainda encontrado nas mulheres - a beleza física. Isto explica a ênfase
artificial à aparência dos dias de hoje. Desinteressados pela insistência
conflituosa do feminismo na independência da mulher, os homens ficam sem nada a
apreciar nelas além de seu rosto e seu corpo.
De maneira análoga, os homens que sofrem os efeitos
emasculadores do feminismo não conseguem atrair mulheres. Devido aos homens não
terem autoridade, eles ficam sem meios para conduzir as mulheres de forma
apropriada. Sem autoridade, os homens não conseguem criar a ordem necessária
para satisfazer as necessidades das mulheres. E sem ordem, não há nada que
possa atraí-las.
Devido a esta condição desordeira, as mulheres hoje se focam
artificialmente no único elemento autoritário que ainda rege suas vidas – o
status social. Homens com alto status social são capazes de conseguir
facilmente a aprovação que as mulheres naturalmente procuram. Quando estes homens
são validados, as mulheres se sentem validadas também, criando algum semblante
de ordem em suas vidas. Infelizmente, apesar de ser possível satisfazer as
mulheres deste jeito, sem saber como aplicar tal autoridade de forma ativa e
funcional, até mesmo homens de alto status social não conseguem manter a ordem
em seus relacionamentos. Assim, eles não conseguem manter as mulheres atraídas
por muito tempo.
A sociedade contribui ainda mais para problema tentando
substituir a função do homem. Em vez de tentar formar relacionamentos saudáveis
com homens de autoridade, as mulheres de hoje são cortejadas em um
relacionamento conflituoso com o Estado:
a polícia oferece proteção, os tribunais oferecem apoio, a máquina do bem-estar
social provê comida e abrigo, a mídia provê diversão, carreiras profissionais
proveem uma ilusão de autossuficiência, clínicas de fertilização proveem filhos
e remédios controlados proveem prazer instantâneo. Substituindo o papel do
homem, o Estado mina a autoridade masculina – a base de sua atratividade.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
Feminismo, uma história de mentiras - volume 03b
Continuação de Feminismo, uma história de mentiras – volume 03a. Se você ainda não leu a primeira parte, comece lá. Se sim, continue aqui:
Investigando a “Cultura do Estupro” na América
Christina Hoff Sommers
Christina Hoff Sommers
A histeria da crise do estupro: "potenciais sobreviventes" e "potenciais estupradores"
Uma corajosa minoria de acadêmicos têm criticado publicamente aqueles que proclamam uma "crise de estupro", exagerando o problema e provocando ansiedade desnecessária. Camille Paglia afirma que eles têm sido muito histéricos com o estupro em encontros: "O estupro em encontros foi elevado para um evento catastrófico em nível cósmico, tipo um asteróide ameaçando o planeta Terra como acontecia nos filmes de ficção científica dos anos 50." [39] Ela rejeita com sinceridade a afirmação de que "'se eu não quero, me respeite, sempre...' [f] Não sempre foi, e sempre será, parte de um ritual de sexo, charme e sedução 'perigoso', observável até mesmo no mundo animal." [40]
A reprovação da publicidade do estupro em encontros por parte de Paglia enfurece as feministas das universidades, para as quais a crise do estupro é algo real. Na maioria das universidades, grupos de combate ao estupro em encontros fazem palestras, marchas e reuniões. As vítimas são "sobreviventes", e suas amigas são "co-sobreviventes" que também sofrem e precisam de acompanhamento. [41] Em algumas palestras sobre conscientização para o estupro, mulheres que jamais foram estupradas em encontros são consideradas "potenciais sobreviventes", e seus colegas homens "potenciais estupradores". [42]
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Feminismo, uma história de mentiras - volume 03a
O que você verá neste post é a primeira parte de um artigo feito por Christina Hoff Sommers, que também é parte integrante do livro "Who Stole Feminism?", de 1994. Nele, Christina faz uma profunda investigação que desmistifica a "cultura do estupro" que as feministas tanto pregam, mostrando de onde vieram os dados das pesquisas mais famosas neste campo e as intenções por trás dessas mentiras.
Investigando a “Cultura do Estupro” na América
Christina Hoff Sommers
Uma investigação dos argumentos feministas sobre o estupro
Como um crime contra a pessoa, o estupro é inigualavelmente horrível em seus efeitos em longo prazo. A angústia que ele traz é geralmente seguida por uma sensação de medo e vergonha persistentes. A discussão dos dados acerca dos estupros parecem inevitavelmente alarmantes. Como alguém pode quantificar a sensação de violação profunda por trás das estatísticas? Termos como incidência e prevalência são jargões estatísticos; uma vez usando-os, necessariamente nós nos abstraímos da miséria. Ainda assim, permanece claro que para chegarmos a políticase estratégias inteligentes para diminuir a ocorrência de estupros, não temos outra alternativa a não ser coletar e analisar os dados, e não nos alarmar ao fazê-los. A verdade não é inimiga da compaixão, e a falsidade não é amiga de ninguém.
Investigando a “Cultura do Estupro” na América
Christina Hoff Sommers
Uma investigação dos argumentos feministas sobre o estupro
Como um crime contra a pessoa, o estupro é inigualavelmente horrível em seus efeitos em longo prazo. A angústia que ele traz é geralmente seguida por uma sensação de medo e vergonha persistentes. A discussão dos dados acerca dos estupros parecem inevitavelmente alarmantes. Como alguém pode quantificar a sensação de violação profunda por trás das estatísticas? Termos como incidência e prevalência são jargões estatísticos; uma vez usando-os, necessariamente nós nos abstraímos da miséria. Ainda assim, permanece claro que para chegarmos a políticase estratégias inteligentes para diminuir a ocorrência de estupros, não temos outra alternativa a não ser coletar e analisar os dados, e não nos alarmar ao fazê-los. A verdade não é inimiga da compaixão, e a falsidade não é amiga de ninguém.
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Relato de como homens emasculados provocam desordem em qualquer meio
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vacilo
Por Prof. Plum
Fui dar um nado ontem. Cheguei à piscina e vi uma família
com suas filhas. O pai parecendo um jogador de futebol tipo brutão. E três filhas
pequenas... ou talvez 4 garotas, se você contar o pai.
Puta merda, eu teria me matado se fizesse parte daquela
família. eles gritavam a cada minuto e negociavam poder a toda hora.
Aqui é que da pra dizer como o cara é uma bicha total. Você
vê as crianças; em uma hora elas estão rindo e gritando; um minuto depois e elas
estão de birra e frescura. As emoções delas variam mais do que se vê em
qualquer novela ou sitcom existente.
sábado, 26 de janeiro de 2013
Efeitos da emasculação: a apatia
Segue abaixo uma tendência que retrata a crescente apatia e falta de direção da geração de homens atuais: o aumento da proporção de rapazes que seguem a vida adulta na casa dos pais, sem trabalhar e nem estudar:
Cresce número de homens que não trabalham nem estudam, diz Ipea
DENISE LUNA, Fonte: Folha
O número de homens jovens que nem trabalham nem estudam está aumentando no país, enquanto ocorre o inverso entre mulheres da mesma idade. Os dados são do Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada).
De 2000 a 2010, o número de homens jovens que não trabalhavam nem estudavam aumentou em 1,107 milhão.
Ela levou em consideração a definição de população jovem entre 15 e 29 anos, de acordo com a Secretaria Nacional da Juventude.
[...]
Segundo Ana, as mulheres ainda são maioria entre os jovens "nem-nem", porém menos que no passado.
Em 2000, 6,4 milhões de jovens mulheres estavam nessa categoria, e hoje são 6 milhões. Já os homens jovens "nem-nem" passaram de 1,8 milhão para 2,9 milhões.
"A maioria ainda é formada por mulheres que casaram e já tiveram filhos", afirmou.
Levando em conta dados da Pnad (Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios) de 2001 a 2011, no universo dos jovens que não trabalham nem estudam, as mulheres apresentavam escolaridade média de 8,03 anos em 2011, ante 6,01 anos em 2000, enquanto os homens registravam 6,95 anos de estudo em 2011 e 5,33 em 2000.
Os homens jovens que estudam e trabalham registravam escolaridade de 8,76 anos (2000) e 9,87 (2011) e as mulheres de 9,81 e 10,94.
O estudo apontou ainda que a maioria dos jovens que não estudam e não trabalham é apoiada pela família e mora em domicílios de baixa renda, nos quais o chefe da família tem idade média de 40 anos e baixa escolaridade.
No caso dos homens, a maioria dos "nem-nem" é formada por filhos. No das mulheres, cônjuges.
Quais são os motivos de tanto comodismo e apatia? Vejamos:
segunda-feira, 14 de janeiro de 2013
Por que Kleber Bambam saiu do Big Brother - a realidade
Hoje iremos dispensar qualquer julgamento sobre a qualidade do Big Brother, um lixo que o pessoal da Globo insiste em transmitir todo ano em resposta à audiência que ele proporciona. Mas, apesar de tudo isso e de não o acompanharmos regularmente, iremos falar de um acontecimento recente que chamou nossa atenção : a saída repentina de Kléber “Bambam”, ex-campeão do reality show que onze anos depois retornava para uma nova oportunidade de fazer fama e grana. Por quê? Porque por trás desse acontecimento esconde algo pertinente sobre o que falamos o tempo todo: emasculação X comportamento de vadia.
sábado, 5 de janeiro de 2013
IBGE: Quase 80% das mortes na faixa de 15 a 29 anos é de homens
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Segue uma notícia que você jamais vai encontrar reproduzida nos portais de notícias por aí. Trata-se de uma das muitas constatações das Estatísticas do Registro Civil 2011 feita pelo IBGE, mais famoso por ter registrado um número recorde de divórcios naquele ano. Lembre-se de rolar a página um pouco mais pra baixo ao acessar o link abaixo, pois está no meio das outras notícias:
quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Não crie suas filhas como ESTE PAI
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Este relato é de um péssimo exemplo a ser seguido. E é exatamente o que acontece quando você se torna um pai permissivo e passivo, priorizando os sentimentos dos seus filhos/as em vez de princípios que eles deverão carregar na vida (Relato de Piemonte, do Fórum do Búfalo):
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Relato de mãe solteira maluca dissecado e desnudado implacavelmente
Por Prof. Plum
Logo
após o massacre em uma escola de Connecticut, uma mãe solteira tenta pôr a
culpa de sua capacidade horrível de criar filhos na “saúde mental” de seu
filho:
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Não quer cuidar de seus filhos? DOPE ELES.
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A matéria a seguir reflete uma das muitas consequências do feminismo - cada um transferindo responsabilidades para os outros.
Pais transferem a responsabilidade de cuidar dos filhos para as escolas -> as escolas transferem de volta aos pais -> estes, por sua vez, levam ao médico -> e o médico dá a tarefa ao remédio.
Consequência: crianças transtornadas pelo esforço coletivo em mascarar os problemas que atingem a sociedade e a degeneram por dentro.
Confiram a matéria do MSN/The New York Times:
Pais transferem a responsabilidade de cuidar dos filhos para as escolas -> as escolas transferem de volta aos pais -> estes, por sua vez, levam ao médico -> e o médico dá a tarefa ao remédio.
Consequência: crianças transtornadas pelo esforço coletivo em mascarar os problemas que atingem a sociedade e a degeneram por dentro.
Confiram a matéria do MSN/The New York Times:
quarta-feira, 12 de dezembro de 2012
Para o Instituto Avante Brasil, homens assassinados não são problema
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sociedade
Nesta nota, Mônica Bergamo mostra se preocupar com o aumento do número de assassinatos nos últimos 30 anos. Só que ela só se preocupou com o número de mulheres assassinadas.
Ela "viu" uma postagem de um blog chamado Instituto Avante Brasil falando sobre as tais estatísticas, extraídas do Datasus do Ministério da Saúde, e que tinha até uma contagem de horas que demoram para mulher ser assassinada. Disse também que o instituto tinha um delitômetro que contava o número de mulheres assassinadas. Enfim.
Ela "viu" uma postagem de um blog chamado Instituto Avante Brasil falando sobre as tais estatísticas, extraídas do Datasus do Ministério da Saúde, e que tinha até uma contagem de horas que demoram para mulher ser assassinada. Disse também que o instituto tinha um delitômetro que contava o número de mulheres assassinadas. Enfim.
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